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Emicida se pronuncia pela primeira vez sobre briga com Fioti

Artista diz torcer para que a paz "volte a reinar"


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Foto: Reprodução/ Instagram: @fiotioficial

Após a repercussão do processo movido contra seu irmão e empresário, Evandro Fioti, o rapper Leandro de Oliveira (Emicida) quebrou o silêncio sobre o caso e se manifestou pela primeira vez.

Na tarde desta sexta-feira (4), ele utilizou suas redes sociais para divulgar um comunicado com o objetivo de "prestar breves esclarecimentos sobre algumas questões que têm sido divulgadas pela imprensa".

Na publicação, Emicida afirma que não concorda com a forma como alguns veículos de comunicação têm abordado o assunto e que a disputa judicial em andamento é "fruto da precipitação de uma das partes, o que resultou na divulgação de informações distorcidas".

O comunicado ainda informa que a decisão de Emicida de encerrar a parceria com o irmão não foi repentina. "Trata-se de uma decisão madura, tomada após diversas tentativas de alcançar uma harmonia entre ambos, em relação a inúmeras questões essenciais à gestão do negócio e da carreira do artista Emicida", continua.

O texto finaliza afirmando que é desejo do rapper que seja possível "alcançar um acordo amigável entre as partes e que a paz volte a reinar entre os irmãos".

Entenda o caso

Emicida acusa o irmão Fioti, também músico, de desviar R$ 6 milhões da conta da empresa que administravam juntos.

A acusação foi feita em resposta a um processo movido por Evandro (Fioti), no qual ele tenta impedir que o irmão tome decisões unilaterais sobre a Lab Fantasma — empresa que pertenceu a ambos. Além de ser uma marca de roupas, a Lab também gerencia a carreira do próprio Emicida e do cantor Rael.

Em nota, Fioti afirmou que "nunca desviou qualquer valor da Lab Fantasma ou de empresas do grupo. Todas as movimentações feitas durante sua gestão foram transparentes, registradas e seguiram os procedimentos financeiros adotados pelos gestores, assim como as retiradas de lucros destinadas ao sócio e artista Emicida".

A defesa de Emicida alega que as transferências ocorreram entre junho de 2024 e fevereiro de 2025, da conta bancária corporativa para a conta pessoal de Fioti.

Por outro lado, os advogados de Fioti argumentam que a acusação é infundada e que os valores recebidos por ele são justificados pela dinâmica de lucro da empresa. Segundo eles, Emicida teria solicitado a saída de Fioti do quadro societário. Os dois teriam assinado um acordo, mas os termos não teriam sido respeitados pelo rapper.

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