Projeto de lei quer barrar dinheiro estrangeiro em sindicatos brasileiros

A iniciativa veio depois que uma reportagem revelou que o Partido fez um aporte milionário

30 de março de 2021 | 21h12 | Atualizado há 11 dias

Foto: Divulgação
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Está claro na Constituição Federal: a soberania constitui o primeiro fundamento da República Federativa do Brasil. Por conta disso, existe, por exemplo, a proibição de que partidos políticos recebam recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros. Com base nos preceitos da Carta Magna, o deputado federal Paulo Eduardo Martins, protocolou nesta terça-feira (30) um projeto de lei que proíbe aportes financeiros estrangeiros em sindicatos.

A iniciativa veio depois que uma reportagem da revista Oeste revelou que o Partido Comunista da China fez um aporte milionário em sindicatos brasileiros. "Isso é uma interferência política estrangeira inadmissível. Agora os sindicatos brasileiros são comprovadamente braços políticos do Partido Comunista Chinês", avalia Paulo Eduardo Martins.

Segundo a matéria, foram injetados R$1,7 milhão no Fórum das Centrais Sindicais do Brasil, que reúne entidades como a Força Sindical e a CUT. O dinheiro seria destinado às ações de enfrentamento à epidemia de Covid-19. Para Martins, que foi o autor da proposta que determinou o fim do imposto sindical obrigatório, os sindicatos sempre funcionaram como aparelhos políticos dos partidos de esquerda e não há fachada ou suposta causa legítima que consiga esconder isso. ?Investimentos regulares e trocas comerciais são muito bem vindas, compra de consciência e manipulação política, não?, conclui o parlamentar.
Informações: Assessoria
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