Chapecoense: Ministro diz que LaMia fez cinco voos com pouco combustível

Ministro da Defesa boliviano afirma que companhia aérea já realizou cinco viagens com combustível no limite

13 de dezembro de 2016 | 18h47 | Atualizado há 1498 dias

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A empresa aérea responsável pelo voo que levava a delegação da Chapecoense à Colômbia tem relação direta com o acidente que vitimou 71 pessoas há 14 dias.

Ao que tudo indica, a LaMia tinha como prática realizar viagens com o combustível no limite, segundo relata o Ministro da Defesa da Bolívia, Reymi Ferreira.





"O grave é que não é a primeira vez (que viajaram com as condições no limite); já fizeram isso ao menos cinco vezes para outros países. O que prova que a empresa LaMia tem seus tentáculos, tem suas influências em outros níveis, em outros países - disse o Ministro, sem revelar quais foram os outros destinos".

As investigações do acidente ainda não foram concluídas, mas a causa mais provável é tinha sido uma pane seca, gerada pela falta de combustível.

?Há um plano de voo autorizado com 4 horas e 22 minutos com tempo, distância e combustível para 4 horas e 22 minutos - declarou o Ministro, que disse também que os responsáveis pelo aeroporto ou a Administração de Aeroportos Auxiliares de Navegação Aérea (AASANA) poderiam ter evitado a tragédia?.

A aeronave que caiu nas proximidades de Medellín, na Colômbia e causou a morte de jogadores, membros da comissão técnica e da diretoria da Chapecoense, além de jornalistas e tripulantes da empresa.

A Chape iria disputar a final da Copa Sul-Americana diante do Atlético Nacional.

Redação Catve.com com Terra
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