Na tarde desta quinta-feira (3), pais do Cmei Vicentina Guisso, onde o agente de apoio trabalhou até o ano passado, no bairro Canadá, se uniram com a Secretaria de Educação.
A secretária de Educação explicou por que o servidor não foi afastado imediatamente das funções. Segundo Márcia Baldini, atualmente não existe uma lei que afaste o servidor antes que se tenha uma prova.
O caso foi investigado pela Corregedoria do município, que em momento algum repassou informações para a Secretaria de Educação sobre o andamento do processo.
Além de um protocolo de orientação para os diretos de Cmeis e escolas municipais de Cascavel, a Secretaria de Educação também vai propor a criação de uma lei para o afastamento imediato do servidor quando houver suspeita de abuso.
No fim do ano passado, o agente de apoio foi exonerado. Em 2019, ele foi acusado de abuso no Cmei em que trabalhava no bairro Interlagos. A Secretaria de Educação encaminhou o caso para a Corregedoria do município e para o Nucria (Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes), mas o servidor não foi afastado das funções, ele continuou trabalhando, mas foi transferido para o Cmei do bairro Canadá.
A Secretaria adotou todas as medidas necessárias. Em março deste ano, ele foi condenado há 30 anos de prisão.
Confira os detalhes no vídeo:
Reportagem de Déborah Evangelista | EPC - ESPORTE, POLÍTICA E CIDADANIA
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