Esporte

Medalhistas de atletismo participam do Sul-Americano Sub-23 em Cascavel

Campeonato será disputado de quinta-feira (29) até sábado (1º)


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Foto: assessoria da CBAt

O Campeonato Sul-Americano de Atletismo Sub-23, que será disputado de quinta-feira (29/9) a sábado (1/10), no Centro Nacional de Treinamento em Atletismo, em Cascavel, Paraná, terá vários destaques femininos na seleção brasileira, que busca manter a hegemonia na competição. O Sul- Americano terá entrada franca para o público que for ao estádio e transmissão ao vivo pelo canal YouTube da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Entre elas, estão duas atletas medalha de ouro no Campeonato Brasileiro Interclubes Loterias Caixa da categoria, disputado de 16 a 18 de setembro, no Centro Oficial de Treinamento da Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá: Isabelle Cristina de Almeida (Sorriso-MT) e Vida Aurora Manuela Evaristo Caetano (Tornado-DF).

Isabelle, de 22 anos, conquistou o tricampeonato do Brasileiro nas provas dos 800 m e dos 1.500 m e foi eleita a melhor atleta feminina da competição. Muito feliz com as conquistas, ela busca o primeiro título continental em Cascavel (tem a prata nos 800 m e nos 1.500 m em Guayaquil no Equador, em 2021).

"No Sul-Americano quero fazer minhas melhores marca, mirando ganhar a competição. Estou bem e preparada, espero e quero correr bem e representar bem meu País, se Deus quiser. Após o Sul-Americano finalizo minha temporada", disse a atleta nascida em Sorriso, no dia 11 de julho de 2000, que tem 2:06.46 e 4:28.90 como recordes pessoais nos 800 m e 1.500 m, respectivamente, obtidos em 2022.

Isabelle começou no atletismo em 2010 em uma competição municipal escolar. "Corri os 600 m e, a partir daí, fiz algumas provas como salto em altura, salto em distância e 600 m, aí meu técnico disse que eu teria que escolher um dos dois, por fim escolhi a corrida e cá estou eu em provas de meio-fundo", lembrou a atleta, referindo-se a Marcos Vieira. Isabelle pesa 44 kg e tem 1,62 m de altura.

Marcos Vieira lembra que a atleta é de Sorriso, "cria da casa", e começou bem jovem. "Desde os 8 anos, ela está conosco. Tem conquistas em todas as categorias de base, desde o mirim (sub-16), e dos Jogos Escolares", comentou o treinador.

VIDA AURORA

Já Vida Aurora, que ganhou esse nome lindo da mãe Keiliane, devido a superação no seu parto e nascimento, após problemas em duas gestações anteriores, prepara-se para disputar apenas a terceira competição de 2022. Ela conquistou o bicampeonato brasileiro dos 100 m sub-23, em Cuiabá, na sexta-feira (16/9).

"Estou feliz pela convocação para o Sul-Americano, tenho em mente melhorar a minha marca do ano, e trazer uma medalha para o Brasil", disse a brasiliense de 21 anos, que tem 11.52 (0.8) como recorde pessoal e 11.72 (-0.6) como o melhor do ano. Também está convocada para compor o revezamento 4x100 m em Cascavel, com Letícia Ruzilla de Paula (Metahum/FECOP-PR), Sabrina da Silva Costa (Corgama-DF) e Letícia Maria Nonato Lima (CT Maranhão-MA).

"Eu competi dois torneios oficiais este ano, de cronometragem válida. O Troféu Brasil e agora o Campeonato Brasileiro Sub-23. Eu não me machuquei, mas foi um ano muito atípico para mim dentro do esporte. Estou muito feliz e grata por estar voltando às competições de níveis mais altos. Espero representar sempre meu clube e meu País", complementou a atleta, nascida a 2 de abril de 2001, em Brasília.

Ela é treinada pelo pai, Manuel Evaristo Neto, a quem dedicou a vitória nos 100 m no Brasileiro. "Obrigada pai, por acreditar nisso tudo desde sempre. Você viveu o esporte e sabe como ele muda a vida das pessoas", escreveu Vida em suas redes sociais. 

O Brasil será representado no Campeonato Sul-Americano por 79 atletas - 39 no feminino e 40 no masculino -, todos convocados pelos critérios estabelecidos pela entidade.

Em 2021, no Estádio Modelo Alberto Spencer, em Guayaquil, no Equador, o Brasil manteve a sua hegemonia continental, com a conquista de 56 medalhas (25 de ouro, 18 de prata e 13 de bronze), e com 516 pontos (275 no masculino e 241 no feminino).

O Equador, competindo em casa, ficou em segundo lugar com 226 pontos (126 no masculino e 100 no feminino) e a Colômbia, em terceiro, com 223 pontos (103 no masculino e 120 no feminino).

Assessoria da Prefeitura de Cascavel

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