"Ele está irredutível", diz major sobre padrasto que faz enteados reféns

Negociações são feitas por militares do Bope não têm um prazo determinado para terminarem.

03 de dezembro de 2019 | 06h14 | Atualizado há 294 dias

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O major Jorge Aparecido Fritola, da Polícia Militar, falou com a imprensa no início da manhã de terça-feira (3), sobre as negociações com o homem de 39 anos que mantém reféns seus dois enteados, de 12 e 14 anos, em Cafelândia. A situação teve início na tarde de segunda-feira (2) e já se estende por mais de 17 horas.

De acordo com o major, o homem está "irredutível" quanto a deixar a casa. As negociações são feitas por militares do Bope (Batalhão de Operações Especiais), de Curitiba, e não têm um prazo determinado para terminarem. A intenção é oferecer oportunidades para que o suspeito deixe o local de forma pacífica.

O major comentou ainda que o homem não explicou o motivo de ter praticado tal ato. Durante as negociações, ele não dormiu e seu humor tem variado bastante, apresentando "picos de agressividade". Ainda segundo o oficial, o suspeito tem mostrado aos policiais que as crianças estão bem.

Uma das preocupações do padrasto é com a possibilidade de a PM invadir o local. Entretanto, o major garante que o objetivo é "negociar o tempo que for preciso". Conforme Fritola, a ação tática só sera utilizada em "iminente risco de vida".
Redação Catve.com
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