Advogados voluntários pedem habeas corpus para preso que tentou apagar tocha

Daniel Ferreira, de 35 anos, permanece preso no cadeião de Cascavel

30 de junho de 2016 | 15h33 | Atualizado há 1745 dias

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Um grupo de advogados de Cascavel protocolou pedido habeas corpus para Daniel Ferreira, de 35 anos, preso após tentar apagar a chama da tocha olímpica em Cascavel.

O documento foi protocolado nesta tarde no fórum e ainda não foi analisado pelo juiz.

Daniel não tinha defensor constituído e não pagou a fiança de R$ 1,5 mil para deixar a cadeia. Os advogados que também são professores de direito decidiram então defender o homem. De acordo com o pedido, o que Daniel fez não é crime, logo não há fundamento para a prisão.

Na opinião dos advogados a conduta é atípica, porém não criminosa. "Trata-se apenas de uma manifestação política".

De acordo com Marcio Guedes Berti, advogado que assinou a petição, a ajuda é voluntária e não tem nenhuma relação político-partidária "Não conhecia o rapaz, apenas entendemos que a prisão foi arbitrária", afirmou. O caso está nas mãos do juiz Marcelo Carnival da 3ᵃ Vara Criminal. Daniel permanece detido na carceragem da 15ᵃ SDP.
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