Em 2025, foram mais de 5.800 sinistros de trânsito, ocorrências que incluem batidas, quedas de veículos e atropelamentos.
Foram quase 1.200 vítimas feridas. Mais de 1.100 acidentes envolveram motociclistas e 16 pessoas morreram. Seis vítimas tinham de 18 a 29 anos.
Em 2024, foram 12 mortes de motociclistas. Em 2025, 10 óbitos. Em 2024, 8 pessoas morreram atropeladas, já em 2025, 2. Mesmo assim, no ano passado foi registrado o menor índice de mortes dos últimos 10 anos.
De acordo com os dados, dois cruzamentos são considerados os mais perigosos da cidade. Em cada um deles foram registrados 17 acidentes.
Um deles foi na Rua Presidente Kennedy com a Rua Marechal Cândido Rondon, no Centro de Cascavel, apesar do semáforo, da sinalização vertical, da sinalização horizontal e do trecho iluminado.
O outro foi em uma rotatória na Avenida Rocha Pombo com a Rua Olindo Periolo.
"É uma rotatória enorme, então ela é visível, mas tem uma sinalização específica. Você tem que saber que faixa vai pegar e para que direção vai. Então, aprender a sinalizar, utilizar o pisca ali, é um sinal luminoso que você dá indicando para o outro condutor ou para o pedestre aonde você quer seguir", disse Luciane de Moura, presidente do Cotrans.
Com 13 registros de acidentes estão os cruzamentos da Avenida Brasil com a Rua Salgado Filho, Avenida Brasil com a Rua Jacarezinho e Avenida Tancredo Neves com a Avenida Assunção, este inclusive com radar.
Se, por um lado, alguns registros de 2025 estão menores em relação ao ano anterior, o começo deste ano já é considerado preocupante.
De 1º de janeiro até o dia 10 de março do ano passado, haviam sido registradas duas mortes no perímetro urbano e três na rodovia. Mas, neste ano, no mesmo período, já são 16 mortes: oito no perímetro urbano e oito em rodovias.
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Reportagem de Patrícia Cabral | EPC - ESPORTE, POLÍTICA E CIDADANIA