EPC - ESPORTE, POLÍTICA E CIDADANIA
A ambulância foi escoltada por uma equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e motolâncias do Samu. O destino era o Hospital Universitário. O paciente: um homem de 74 anos atacado por enxame de abelhas, em Corbélia.
O trânsito intenso dificultava o deslocamento, o que poderia agravar o quadro clínico do paciente. Além disso, outro problema: conseguir trafegar com preferência.
Está no artigo 189 do Código de Trânsito Brasileiro que é necessário dar passagem a veículos com indicação sonora e luminosa, mas muitos motoristas, mesmo sabendo, não fazem isso, gerando um transtorno vivido diariamente pelos socorristas.
Mesmo quando não há batedores, é preciso dar passagem aos socorristas. Na semana passada, durante o atendimento a Maria Cecília, que havia caído do segundo andar de um prédio, um comboio com ambulâncias do SAMU, do Siate e veículos do Corpo de Bombeiros se organizaram para liberar o tráfego e agilizar o deslocamento durante o percurso do bairro Cascavel Velho até o Hospital Universitário.
É importante ressaltar que, além de prejudicar o atendimento, muitas vezes agrava o estado de saúde do paciente. Não permitir a passagem de veículos de emergência caracteriza infração de trânsito.
Confira os detalhes no vídeo:
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