Vai deixar saudades, diz pai de Amanda Amorim, morta em atropelamento

Menina tinha sonho de ser agente da Polícia Rodoviária Federal

12 de junho de 2020 | 09h35 | Atualizado há 129 dias

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O pai da atleta Amanda Prado de Amorim de 19 anos, que morreu atropelada na madrugada de sexta-feira (12), falou sobre o caso e pede por Justiça "Ela vai deixar só saudade".

O homem conta que estava em casa dormido em casa quando por volta das 3 horas tocou o telefone e então recebeu a notícia da morte da filha que era estudante de Educação Física.

Inconformado, ele conta que a jovem estava seguindo para casa e um rapaz amigo dela estava de motocicleta e acompanhou e tentou despistar os dois homens que a perseguiam. "Chegando no local, minha filha estava em óbito. Segundo ficamos sabendo ela foi perseguida por um carro que arrastou minha filha entre 30 e 50 metros. E como é que vou falar né? Essa é uma dor que não tem explicação", conta.

Amanda conduzia a Yamaha YBR e na garupa estava uma amiga também de 19 anos. Elas seguiam pela Rua Marechal Rondon quando foram atingidas na traseira por um Chevrolet Kadett, com placa de Santa Tereza do Oeste. Conforme relatos de uma testemunha e da vítima que sobreviveu, o condutor do carro estava perseguindo a motocicleta no momento em que houve a batida.

As duas jovens estavam juntas desde a tarde de quinta-feira (11), conforme o que publicaram nas redes sociais. Muito próximas as duas meninas tinham bastante carinho. Érica Cristina de Oliveira também de 19 anos teve ferimentos moderados e foi internada na UPA (Unidade de Pronto-Atendimento).

O pai pede por Justiça e lamenta a morte precoce da filha que era atleta, atuava em time de futsal da cidade, mas almejava ser agente da PRF (Polícia Rodoviária Federal). "Ela estudava, pois queria ser agente da PRF e já se preparava para isso. Não tem explicação a dor que estou sentido, só quem perde e é pai pode entender", finaliza emocionado o pai de Amanda.

A Delegacia de Homicídios investiga o crime e já identificou os dois homens que estavam no carro. Eles podem responder por homicídio com dolo eventual - quando assume o risco de matar.




Redação Catve.com
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