Opinião

Ovinocultura e o Cenário Brasileiro - por Adriano Ramos Cardoso

Centro Universitário FAG iniciou no ano de 2019 a produção de elite de ovinos

17/05/2019 18h15 | Atualizado em 20/05/2019 08h34

A diminuição do rebanho na região sul e o aumento na região nordeste demonstram a mudança no perfil do produtor de ovinos que passa a ser de pequenos a médios produtores.

A falta de mão de obra qualificada, desorganização da cadeia produtiva, carência de incentivo e a escassez de abatedouros são os principais problemas do setor.

No estado do Paraná a cadeia produtiva da ovinocultura teve nos últimos anos um avanço na produtividade assim como o processamento de produtos procedentes da ovinocultura se comparado aos demais estados do Sul. Mesmo assim a produtividade não supre a demanda de carne no estado, com isso o Brasil é um grande importador de carne ovina do Uruguai e Nova Zelândia, isso quando falamos de produtos cárneos como cortes especiais, e ainda animais vivos trazidos do Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, para serem abatidos e processados.

A ovinocultura no estado do Paraná apresenta um crescente aumento de rebanho, no mercado de carcaças e cortes especiais com altíssima qualidade. Com essas perspectivas, produtores tem trazido genética de animais para melhorar cada vez mais nosso rebanho e aumento de eficiência produtiva por hectare produzido de carne ovina.

Com essa visão o Centro Universitário FAG iniciou no ano de 2019 a produção de elite de ovinos, investindo em genética, passando a produzir uma das raças mais conceituadas no Brasil, Uruguai e Europa, uma raça de grande expressão que é a raça Ile de France. Com animais precoces e com carne com grande marmorização, o que confere a macies e sabor, sendo apreciada pelos grandes chefes de cozinha.



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