Cotidiano

Sessão especial na Câmara de Cascavel homenageia os 55 anos da APAE

Programa de atendimento domiciliar e policiais militares também receberam homenagens


A APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Cascavel) chega aos 55 anos com um trabalho reconhecido por toda a comunidade.

Com 520 alunos que frequentam a instituição todos os dias, a associação também atua no atendimento das famílias, atingindo mais de mil pessoas.

"São 55 anos de muita luta, mas também de muitas vitórias, muitas conquistas. A APAE vem se consolidando como referência de pertencimento da pessoa com deficiência intelectual, múltipla e autismo. É uma homenagem justa. A APAE presta um serviço de atendimento a esse público que a gente não tem em outra instituição, então a gente sabe da importância da existência dessa entidade na cidade", disse Amanda Vicenti Basso, presidente da APAE de Cascavel.

Também na sessão especial foi homenageado o Programa de Atendimento Domiciliar de Saúde (PAID). O programa presta atendimento médico a pacientes na própria residência, inclusive com atendimento psicológico e apoio em vários setores.

Nestes 20 anos, mais de 14 mil pessoas foram atendidas. Só em 2026, já são mais de 800.

"O reconhecimento, tanto da população quanto da nossa gestão, é muito importante. É um incentivo para cada vez mais a gente melhorar, saber que estamos no caminho certo, mas que ainda temos muito a fazer. Esse reconhecimento é muito importante para a gente", contou Neiva Regina Hul, coordenadora do PAID.

Ainda na sessão especial, foram homenageados dois policiais militares que prestaram atendimentos de emergência em situações distintas.

Os soldados Kelly Dourado e Allison Scheffer salvaram duas crianças engasgadas que corriam risco de morte. Uma estava sufocada com leite e a outra com uma tampa de garrafa presa na garganta.

"Eu me sinto lisonjeada. Porque, apesar de a nossa função precípua ser a prevenção e a repressão, a gente atende às mais diversas situações em que a população precise de ajuda", afirmou a soldado Kelly Dourado.

Já Allison disse que acredita "que acabou estando na hora certa, no lugar certo, que Deus abençoou para que pudéssemos fazer a primeira intervenção, colaborando com o apoio dos bombeiros, que deram continuidade à ocorrência".


Reportagem por João Carlos del Rios | CATVE

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