A instalação das esculturas no Ecopark Oeste, já foi polêmica em 2020, mas, nos últimos cinco anos, aconteceu um pouco de tudo, desde vandalismo até enxame de abelhas. No entanto, agora as peças que ficam no local vão ser recuperadas.
As esculturas da exposição ao ar livre estão em situações precárias. A cobra perdeu o guizo, o peixe foi pichado, o porco também. O coelho está sem a orelha direita, e o que restou dela é só arame e cimento. Já o urso e o boi até que foram poupados, mas precisam de retoques.
Uma peça foi invadida por um enxame de abelhas; outras sofreram a ação do clima e dos anos, e há aquelas que são alvos constantes de vandalismo.
Segundo o documento, a empresa responsável pela recuperação é a Gagliastri Obras de Arte e Empreendimentos, a mesma responsável pela produção das peças.
Ela prestará o serviço de restauração, conservação e recuperação das esculturas instaladas no local.
Em nota, a Secretaria de Meio Ambiente informou que "as nove esculturas que estão no Ecopark Santa Cruz serão revitalizadas. O processo se dará por dispensa de licitação ao artista idealizador das esculturas, no valor de R$ 45 mil.
Esse valor já está englobado todo o material utilizado pelo artista para a restauração das obras de arte. A celebração do contrato com o artista ocorrerá nos próximos dias, aguardando os trâmites administrativos da Secretaria serem concluídos."
As esculturas foram feitas de cimento, areia, pedra e tela pelo artista Luiz Gagliastri, de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Custaram R$ 230 mil. A intenção da implantação das peças, em 2020, foi representar a fauna e também o potencial produtivo e agropecuário da cidade.
Confira mais detalhes no vídeo:
Reportagem de Patrícia Cabral | EPC - ESPORTE, POLÍTICA E CIDADANIA
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