Vereadores membros da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara e servidores da Secretaria de Finanças acompanharam a leitura dos relatórios referentes aos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro do ano passado.
Esse é um protocolo exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal e pelo Tribunal de Contas. No caso da Câmara, o orçamento do ano passado estava previsto em R$ 44 milhões, valor que corresponde a 3,78% da receita, bem abaixo do limite. Se tivesse utilizado todo o limite constitucional de 5%, o orçamento poderia superar os R$ 57 milhões.
Já o Executivo esperava arrecadar, no último quadrimestre do ano, mais de R$ 805 milhões, mas entrou no caixa da Prefeitura um valor aproximado de pouco mais de R$ 794 milhões.
Segundo o secretário de Finanças, Jorsilei de Oliveira Guerreiro, os recursos que vêm de fora não são fixos.
"A gente faz a lei orçamentária, que é uma previsão do que vai arrecadar. Pode acontecer de, no exercício, a receita que a gente espera não se realizar, por questão de transferências constitucionais, recursos federais, recursos estaduais e também a arrecadação própria, que é IPTU, ISS, ICMS", explicou o secretário.
Mesmo assim, o município terminou o ano de 2025 com saldo em caixa de mais de R$ 62 milhões.
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Reportagem de Leandro Souza | EPC - ESPORTE, POLÍTICA E CIDADANIA
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