Catve
O Hospital Municipal Padre Germano Lauck, em Foz do Iguaçu, é referência nos atendimentos de urgência e emergência na região da fronteira. Quem está com cirurgia marcada para os próximos dias, vai ter que aguardar, já que a unidade hospitalar está com o quadro de anestesistas reduzido.
Segundo o diretor do Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, Áureo Ferreira, os prejudicados serão aqueles que aguardam por cirurgias eletivas. Os pacientes não irão ser atendidos, mas terão que aguardar mais enquanto a situação se regulariza.
A falta de anestesistas não significa falta de pagamento. Existe um contrato com uma empresa para fornecer os anestesistas. De acordo com a direção do hospital, somente no ano passado foram repassados mais de R$ 3,8 milhões somente em 2025 para a empresa. A questão é que a empresa, agora em janeiro, passou a fornecer apenas um profissional ao invés de quatro médicos anestesistas para dar conta de toda a demanda. Por conta disso, as cirurgias eletivas foram suspensas.
A média de cirurgias feitas no hospital com todos os anestesistas era de 25 procedimentos por dia. Sem os profissionais, são realizadas, agora, 12 cirurgias. A prioridade são os casos mais graves.
De acordo com a direção do Hospital Municipal a empresa contratada para fornecer os anestesistas alegou que teve médicos que se aposentaram e outros entraram em licença maternidade. Anestesistas de outras cidades como Cascavel são procurados para que as cirurgias eletivas voltem ao normal. Outras soluções também já foram encontradas.
Confira os detalhes no vídeo:
Reportagem por Renan Gouvêa | Jornal da Catve
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