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Delegacia especializada em trânsito faz falta em Foz do Iguaçu

Muitos casos continuam sem solução


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Catve

A 6ª Divisão de Polícia Civil de Foz do Iguaçu investiga casos de crimes no trânsito que, até o momento, não tiveram solução. O problema é que a apesar dos desafios, a fronteira não tem uma delegacia especializada para lidar especificamente sobre diversos casos envolvendo trânsito. O ministério Público apontou o problema como algo que merece ser analisado.

Uma cena incomum na fronteira, uma viatura da Polícia Civil na Ponte da Amizade. O trabalho aqui é fiscalizar para diminuir os números de furtos e roubos a veículos no município. Só em janeiro de 2025 foram subtraídos 120 automóveis e motocicletas, um aumento de 135% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Para quem tem caminhonete, os cuidados devem ser redobrados, os estacionamentos até colocam travas para evitar prejuízos. Já a Polícia Civil, deflagra operações para conter os casos.

Quando o assunto é trânsito na fronteira, muitos questionamentos são feitos, ainda sem respostas: quem matou Daniele Alvarenga, de 28 anos?

Dia 17 de março não terminou, ainda falta responder por que o motorista que atropelou e matou pai e filho na Av. Juscelino Kubitscheck conseguiu sair do local do acidente mesmo com a presença da Guarda Municipal. O inquérito foi aberto, mas ainda está sem conclusão, o motorista prestou depoimento e foi liberado.

Todos esses casos envolvem crimes de trânsito, os trabalhos são acumulados na 6ª Delegacia de Polícia, que distribui os casos a serem investigados. Existe até o setor de transportes. Mas um servidor desse setor foi recentemente alvo de investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). 

Investigadores do grupo cumpriram mandados de busca e apreensão no setor. 

O agente é suspeito de envolvimento de fraudes em laudos periciais para a liberação de veículos apreendidos, foram 41 laudos de analisados em contratos com uma empresa no valor que varia de R$ 30 a 40 mil.

Os crimes e fraudes de trânsito seguem em investigação, em alguns casos sob segredo para não atrapalhar as apurações das denúncias.

O delegado do GAECO, Marcos Araguari, ponderou a criação de uma delegacia especializada em comparação a outras cidades.

Confira a matéria completa no vídeo:

Reportagem Renan Gouvêa | CATVE

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