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Governo do Estado recorre ao Tribunal de Justiça para tentar reverter ordem de despejo do Hospital do Coração

O prazo de desocupação de quatro meses terminaria em outubro deste ano


Faltando dois meses para o prazo de desocupação total do prédio do Hospital do Coração em Cascavel, dois movimentos importantes são recorridos no processo em que a Justiça determina o despejo do Hospital do Coração, por conta de antigas dívidas de aluguel.

A mais recente é de hoje, e demonstra a preocupação do Estado com a desativação repentina do Hospital. O órgão especial do Tribunal de Justiça (TJ) julgou pedido de suspensão de liminar solicitado pelo Estado. Sob o argumento do risco de lesão à ordem administrativa e a saúde pública caso seja executada a sentença da ação de despejo, movida pelos donos do imóvel e que tramita na 5ª Vara Cível.

A decisão, determinou a desocupação do Hospital do Coração no prazo estabelecido, que foi de quatro meses, o que termina em outubro deste ano.

Outro argumento do governo do Estado para tentar suspender o processo é de que a instituição seja responsável por atendimentos de alta relevância e complexidade, e o único que tem potencial para atender a comunidade local por intermédio do Sistema Único de Saúde (SUS), e que a transferência de pacientes e usuários é tarefa bastante complexa, além demanda atividades jurídicas e administrativas que talvez não possam ser realizadas em um prazo tão curto.

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EPC

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