As obras de artes que deveriam ser o atrativo turístico da região oeste da cidade estão dando o que falar, ou melhor dando trabalho para as equipes de manutenção da Secretaria de Meio Ambiente.
O tigre já teve um dos dentes consertado e recentemente apareceu quebrado novamente. Algumas das obras de metal também tiveram as partes mais frágeis despedaçadas, como as antenas, por exemplo.
O guiso da Cascavel que fica logo na entrada do parque pela Avenida Brasil apareceu rachado, nessa escultura não é possível identificar se houve alguma ação humana ou se foi a exposição ao sol que causou a rachadura no material.
Nesse outro ponto do parque na escultura da vaca identificamos mais danos. O peixe também já foi prejudicado, aqui o conserto com cimento ainda está durando. Quem passa por aqui reclama da falta de conscientização.
O município informou que esses danos nas partes mais frágeis das obras de arte foram identificados já há algum tempo e que vai intensificar as rondas da guarda e também o monitoramento com as câmeras de segurança já instaladas aqui no local.
O parque tem cerca de 200 mil metros quadrados e município investiu mais de 13 milhões de reais. O local ainda não foi inaugurado oficialmente porque o fim das obras coincidiu com o início da pandemia.
O acesso ao interior do parque está restrito desde então para evitar aglomerações. Mesmo assim há movimento no interior do local.
Na tarde desta segunda-feira (13) a equipe da Catve flagrou também crianças se banhando nas águas do córrego bezerra que cruza o parque. Entrar no rio é proibido pelo risco de afogamento.
As crianças brincavam em um local com água até o joelho sem supervisão de adultos.
A fiscalização do ecopark é responsabilidade da guarda municipal.
JC1
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