Foto: Catve
A Cidade de Cascavel vai sediar no início de maio a primeira competição oficial do calendário nacional da Conferência Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas, e para fazer bem o dever de casa a equipe a Associação de Paratletas de Cascavel (APAC) já iniciou a preparação para as disputas. E a animação está boa.
Nos últimos anos o grupo tem passado por uma transformação, com a chegada de novos jogadores. O Norton mesmo era de Foz do Iguaçu e vai para seu terceiro ano em Cascavel.
O Alex era da paracanoagem, ganhou muitos títulos remando e agora quer construir uma história bonita no basquete também. O Matheus é outro que vem de uma geração mais recente da Apac, mas o morador de Cascavel, que teve uma perna amputada depois de acidente de moto na marginal da BR-277, região do Lago, já está bem habituado e está muito feliz com a dedicação de todos.
Toda renovação requer um pouco de paciência e os resultados aparecem com o tempo. A sequência é importante para chegar ao sucesso. Bárbara, auxiliar técnica, ressalta a evolução da equipe.
Nesse começo de pré-temporada o grupo passa por um processo de desenvolvimento físico, que talvez tenha faltado para atingir bons resultados nos últimos anos.
Força física e força de vontade. O time do basquete é basicamente o mesmo do handebol em cadeira de rodas, muita pouca coisa, e a primeira competição do hand já é agora de 13 a 15 de março em Marechal Cândido Rondon.
A sensação é Cascavel está no caminho certo e 2026 começou com o técnico Rodrigo Zini na seleção brasileira de basquete em cadeira de rodas.
É isso, foco total e seriedade na preparação. Se errou uma vez, faz de novo, até a bola balançar a rede da cesta, sem perder o bom humor de sempre.
Deivid Souza / Hora do Esporte
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