Foz do Iguaçu é uma das cidades mais atingidas economicamente pela pandemia

Pesquisa foi feita pela associação comercial

14 de setembro de 2020 | 19h47 | Atualizado há 4 dias

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A crise não tem precedentes e os dados comprovam que a população iguaçuense tem sido prejudicada pelos reflexos da Covid-19.

Além de sofrer com o abre e fecha das atividades econômicas, como ocorre em todo o Brasil, o fechamento das fronteiras com o Paraguai e a Argentina e a alta dependência do turismo em baixa complicam a situação.

A pandemia já provocou o fechamento de pelo menos seis mil vagas de emprego, a maioria no setor de turismo.

Trabalhadores tentam de todas as formas encontrar alternativas para superar a crise e chegaram a se animar com o feriado da independência, mas o futuro é incerto e o presente angustiante. Falta visitante, falta dinheiro, sobram dividas.

São praticamente seis meses sem o fluxo de pessoas e a fronteira agora tem barreiras imposta pela doença nos países vizinhos e também tem reflexos aqui.

Cidade do Leste no Paraguai, por exemplo, que movimentava cerca de U$ 500 milhões por mês, através de cinco mil lojas, fechou cerca de 80 mil postos de trabalho, mais de 20 mil eram ocupados por brasileiros.

Redução de jornada de trabalho e de salário ou suspensão temporária do contrato, aumento do número de encerramento de empresas, redução no ritmo de abertura de CNPJs, trabalhadores do turismo sem renda, alto índice de informalidade, e grande dependência do auxílio emergencial, reflexos de uma pandemia que ninguém entende direito, mas que prejudica todo mundo.
EPC
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