Em Cascavel, padre não pode ser candidato

13 de agosto de 2020 | 10h41 | Atualizado há 35 dias

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A posição é do arcebispo Metropolitano de Cascavel, Dom Mauro Aparecido dos Santos, que citou um decreto baixado por ele mesmo, em 2012.

Dom Mauro deixou claro que a postura da igreja, em Cascavel, é de suspensão da função religiosa se algum padre decidir participar da política como candidato.

Segundo Dom Mauro, com o simples fato da filiação partidária o clérico perde o direito a usar o veículo da paróquia deve sair da residência paroquial e ainda deixa de de receber a côngrua que é uma espécie de salário que a igreja paga para que o padre custei as despesas pessoais.

A afirmação foi feita durante uma entrevista coletiva do lançamento da cartilha de orientação política editada pela CNBB que será distribuída em Cascavel.

Assista.
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