Curitiba - 25/11/2013 07h45 - Atualizado em 25/11/2013 07h46

Desaparecimento de João Rafael completa 3 meses e mistério continua

A família acredita que o rapto é a hipótese mais provável



Ainda sem pistas, o desaparecimento do menino João Rafael Kovalski, de dois anos, que sumiu em Adrianópolis, na região metropolitana de Curitiba, completou três meses neste domingo (24). Desde o princípio do caso, polícia trabalha com duas hipóteses: rapto e morte acidental. A família acredita que o rapto é a hipótese mais provável, mas uma fralda e um boné parecido com o utilizado pelo menino apontam para a possibilidade dele ter morrido. O Corpo de Bombeiros realizou várias buscas pelo Rio Ribeira na ocasião, mas nada foi encontrado.

Para marcar a data, uma passeata foi realizada na manhã de hoje na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Marcada pelo Facebook, várias pessoas levaram faixas e cobraram respostas das autoridades. Os organizadores ainda recolheram assinaturas para propor a criação de uma lei que exija das emissoras de televisão, cinco minutos em horário nobre para divulgação de fotos de pessoas desaparecidas.

Fonte: Banda B

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