Cascavel - 17/02/2017 14h08 - Atualizado em 17/02/2017 20h28

Vereador denuncia ACESC no Gaeco por supostamente estar sem alvará

O vereador Fernando Hallberg afirmou que a falta do documento vem causando problemas

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O vereador Fernando Hallberg procurou o Gaeco para denunciar a ACESC (Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Cascavel).

O caso veio à tona por uma família que enfrentou dificuldade para transportar até Cascavel o corpo de uma pessoa que morreu no último dia 15 de fevereiro na cidade de Campo Largo/PR. Na cidade a família foi informada que seria necessário um carro para realizar o transporte até Cascavel.

De acordo com a denunciante, na ACESC em Cascavel um funcionário informou que a Central de Luto Campo Largo, não estaria liberando o corpo para que a ACESC realizasse o transporte, pois a autarquia cascavelense não possui alvará desde o ano de 2012.

Uma empresa de Campo Largo foi contratada para fazer o transporte ate Cascavel.

A ACESC publicou uma nota sobre o caso.

"De fato, a Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Cascavel (Acesc), está sem o alvará de regular funcionamento devido a falta de liberação por parte de Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros, situação herdada pela atual gestão da administração anterior. Desde que assumiu comando da autarquia, o atual superintendente, José Roberto Guilherme, está tratando do processo de regularização do prédio onde está instalada a Acesc, bem como das próprias capelas mortuárias que servem a população nas cerimônias fúnebres.

No caso em questão, que gerou "denúncia" por parte do vereador Fermando Hallberg, junto ao Gaeco, o superintendente da Acesc informou que no município de Campo Largo, o serviço funerário não é público, o que demanda disputa comercial entre as funerárias que prestam esse serviço, dificultando a liberação do corpo para transporte, este sim feito de forma gratuita pela Acesc quando a família comprova impossibilidade financeira de assumir os custos. Diferente de outros municípios do Paraná e até de outros estados, que fazem a liberação do corpo mediante a documentação apresentada pela Acesc, em Campo Largo as funerárias exigem a apresentação do alvará, documento que a autarquia não tem desde 2012, gerando ainda mais transtornos neste momento de dificuldade pela perda de um ente querido.

Beto Guilherme ainda informou que comunicou o caso de Campo Largo ao deputado estadual Adelino Ribeiro para equacionar a questão junto a Prefeitura de Campo Largo."

Redação Catve.com




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