Londrina - 12/04/2016 12h27 - Atualizado em 12/04/2016 12h33

Veadores de Londrina propõe projeto de lei que cria Programa de Hospedagem

A intenção dos vereadores é instituir o P.H.E (Programa de Hospedagem Especializada), prevendo convênios

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Vereadores de Londrina estão propondo a criação de uma lei que beneficiará pacientes com doenças não tratáveis, oferecendo alimentação e hospedagem em outras cidades.

As dificuldades enfrentadas por pacientes que precisam se deslocar de outros municípios no sentido de realizar um tratamento de saúde é muito grande.

A intenção dos vereadores é instituir o P.H.E (Programa de Hospedagem Especializada), prevendo convênios com casas de apoio. O programa proposto é destinado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Hoje estes pacientes já são beneficiados com um projeto do governo federal. Trata-se do T.F.D (Tratamento Fora do Domicílio) que uma é uma iniciativa do Ministério da Saúde oferecendo ajuda de custo para pessoas com doenças sem cura ou em fase terminal.

O valor do repasse feito pelo T.F.D é de R$ 15,00, insuficiente para bancar custos de alimentação durante todo o dia, e não há previsão de custeio de pernoite.

Muita gente que procura Londrina por um atendimento Médico, às vezes não tem dinheiro nem para se alimentar. "Comi uma fruta que trouxe de casa, estou esperando para ir embora".

De acordo com o projeto de lei o Município Londrina passará a oferecer aos pacientes e acompanhantes, hospedagem que contemple o serviço de diária como atendimento 24 horas em casas de apoio, como pernoite e pensão completa, incluindo café da manhã, almoço e jantar, além de translado aos locais de atendimento.

Alguns médicos e diretores de Hospitais aprovam a iniciativa. Para o secretario de Saúde de Londrina, Gilberto Martin o projeto é viável, pois município já tem uma despesa com estes pacientes.

Ainda segundo o projeto, os contratos com as casas de apoio deverão ser feitos por meio de licitação, pregão ou credenciamento.

O custo de hospedagem em Curitiba custa no mínimo R$ 50,00 para o paciente e um acompanhante, muita gente não tem essa quantia.

Rosimeire Sakamoto é mãe de uma menina de três anos que necessita de um tratamento especial em Curitiba. Hoje o beneficio repassado pelo município, governo estadual e federal é pouco para que quem necessite de muita ajuda.





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