07/10/2014 15h43

Câmara de Vereadores de Cascavel de fato é uma vergonha 2...

Ausentes na sessão Rômulo Quintino, Cabral e Marcos Rios

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Reportagem: Tátila Pereira Departamento de Jornalismo Catve

Acabou de ser votado o pedido de criação de Comissão Processante para apurar a quebra de decoro parlamentar do vereador Paulo Bebber, já que a justiça prendeu o vereador por tentativa de pedido de propina para votar num projeto de criação de um loteamento na região norte de Cascavel, para construção de casas populares. O processo que já foi julgado pela Câmara de Vereadores, e Paulo Bebber inocentado na ocasião, com a prisão de Paulo Bebber expedido pela justiça um novo pedido de quebra de decoro parlamentar foi feito e denunciado na Câmara de Vereadores.

NESTA TARDE
Há pouco, depois da votação em que não acataram o pedido da criação de Comissão Processante para averiguar a situação de Rui Capelão, o outro pedido feito para também criar outra comissão para investigar a quebra de decoro de Paulo Bebber, já que se encontra preso seguiu o mesmo ritual da vergonha. oS Danny de Paula, Luiz Frare, Gugu Bueno, Ganso sem Limite, João Paulo, Fernando Winter, Jaime Vasatta, Vanderlei do Conselho, Jorge Bocasanta, Nei Haveroth, Claudio Gaiteiro, Pedro Martendal e Rui Capelão votaram contra a criação da Comissão Processante para investigar Paulo Bebber novamente.

AUSENTES NA SESSÃO
Rômulo Quintino, Marcos Rios e Aldonir Cabral, estes devem estar com "diarréia".

VOTOS A FAVOR
Votaram a favor da criação da comissão para não deixar a população sem uma resposta: Paulo Porto, Jorge Menegatti e Walmir Servegnini. A estes a população cascavelense tem que se render na busca de ser os verdadeiros representantes na Câmara de Vereadores. Marcio Pacheco, presidente da Câmara não votou.








07/10/2014 15h33

Câmara de Vereadores de Cascavel de fato é uma vergonha 1!

Favoráveis apenas Paulo Porto, Jorge Menegatti e Walmir Servegnini

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Acabou de ser votado o pedido de criação de Comissão Processante para apurar denúncia da inelegibilidade do vereador Rui Capelão, divulgada e propagada durante o registro da candidatura de Capelão a deputado estadual. O TRE do Paraná indeferiu tal registro de candidatura alegando a inelegibilidade de Capelão de 2007 a 2015, mesmo assim por uma falha do TRE quando no registro da candidatura a vereador de 2012, conseguiu o registro e também o diploma de vereador. Da mesma maneira o TSE indeferiu o registro de candidatura a deputado estadual de Capelão por este estar inelegível desde 2007. Processo transitado e julgado no TSE no final do mês passado, quando o ministro Gilmar Mendes, indeferiu o registro de candidatura pelo mesmo fato - inelegibilidade.

LEGISLAÇÃO
A legislação eleitoral, cópia da nossa constituição federal diz que: "nenhum servidor ou cidadão inelegível pode ser nomeado ou exercer funções públicas quando inelegível", mesmo assim os vereadores de Cascavel não acataram o pedido do cidadão William Blum, para criação de uma Comissão Processante no intuito de investigar se a cadeira de Capelão está sendo utilizada irregularmente.

VERGONHA
A vergonha de ser cascavelense fica demonstrada nas atitudes dos vereadores: Danny de Paula, Luiz Frare, Gugu Bueno, Ganso sem Limite, João Paulo, Fernando Winter, Jaime Vasatta, Vanderlei do Conselho, Jorge Bocasanta, Nei Haveroth, Claudio Gaiteiro, Pedro Martendal.

AUSENTES NA SESSÃO
Rômulo Quintino, Marcos Rios e Aldonir Cabral, estes devem estar com "diarréia".

VOTOS A FAVOR
Votaram a favor da criação da comissão para não deixar a população sem uma resposta: Paulo Porto, Jorge Menegatti e Walmir Servegnini. A estes a população cascavelense tem que se render na busca de ser os verdadeiros representantes na Câmara de Vereadores. Marcio Pacheco, presidente da Câmara não votou. Rui Capelão não votou por ser o vereador denunciado e Paulo Bebber, por estar preso.




07/10/2014 10h08

Indicativos são de que vereadores não acatarão criação de CP

Tudo indica que os pedidos serão rejeitados

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Hoje (7) a Câmara de Vereadores de Cascavel deverá negar os dois pedidos de criação de Comissão Processante contra Paulo Bebber e Rui Capelão, por quebra de decoro parlamentar. Desde ontem (6) quando os vereadores tomaram conhecimento de que a sessão de logo mais terá em pauta o pedido da criação da comissão, fazem reuniões em blocos para decidir se acatam ou não tais pedidos.

LOBY
O loby está grande em cima dos vereadores para que a comissão não seja formada, pois, no entendimento de alguns defensores de ambos os vereadores eles não podem passar por mais um processo de cassação no legislativo cascavelense, já que tanto Rui Capelão quanto Paulo Bebber já foram submetidos a julgamentos políticos no legislativo.

QUEBRA DE DECORO
O julgamento de Paulo Bebber realizado na Câmara de Vereadores a pouco tempo se deu por quebra de decoro por pedido de propina na aprovação de projeto para construção de casas populares. Já o de Rui Capelão julgado ainda no início do "século" se deu por corrupção na compra de votos em benefício da sua candidatura na época a vereador. Transitado e julgado, condenado em 2007, ficando assim inelegível até 2015, por isso o novo julgamento por quebra de decoro parlamentar, já que o seu registro de candidatura em 2012 não corresponde o que rege a legislação eleitoral, quando diz: "nenhum cidadão pode exercer uma função pública estando inelegível por condenação, seja cargos eletivos ou de comissões".

Indicativos são de que a Câmara rejeitará os pedidos acima citados, e tudo continua como o verso daquela música: "a farra continua".




06/10/2014 17h09

Mais de 44 mil votos de Cascavel foram para candidatos de fora

Com esse total de votos, a cidade poderia ter mais representatividade

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A eleição de ontem (05) mostrou que a população de Cascavel não vota na sua maioria em candidatos do município.

ESTADUAL
Para candidatos a deputado Estadual, o número de eleitores que depositaram seus votos em candidatos de fora de Cascavel, ultrapassou a casa dos 24 mil votos, 16,63% dos votos válidos, a população escolheu representantes de outros municípios. Do colégio Eleitoral de 208.079 mil eleitores em Cascavel, apenas 113.722 votos foram depositados para candidatos da cidade. Os demais foram brancos, nulos, de legenda ou Abstenção

FEDERAL
Para candidatos a deputado Federal, o número de eleitores que escolheram candidatos de outros municípios, é ainda maior. Mais de 44 mil eleitores votaram em candidatos de outros municípios, 29,54% dos votos foram contabilizados para candidatos de fora do município. Do colégio Eleitoral de 208.079 mil eleitores em Cascavel, apenas 94.452 votos foram depositados para candidatos da cidade. Os demais foram, Brancos, nulos, de legenda ou Abstenção.

COLÉGIO ELEITORAL DE CASCAVEL - 208.079 votos

DEPUTADO ESTADUAL

Abstenção: 36.889 - 17,73%
Comparecimento: 171.190 - 82,27%
Total eleitores: 208.079 - 100%

Votos em Branco: 12.033 - 7,03%
Votos Nulos: 8.917 - 5,21%
Votos Válidos: 150.240 - 87,76%
Total votos/comparecimento: 171.190 - 100%

VOTOS CASCAVEL / PERCENTUAL e TOTAL DE VOTOS NO PARANÁ

Paranhos (PSC) - 29.362 votos em Cascavel - percentual de 19,54% / 69.684 votos no Paraná (Eleito)
Adelino Ribeiro (PSL) - 23.486 - percentual de 15,63% / 42.924 votos no Paraná (Eleito)
Andre Bueno (PDT) - 21.082 - percentual de 14,03% / 36.506 votos no Paraná (Eleito)
Marcio Pacheco (PPL) - 18.976 - percentual de 12,63% / 24.855 votos no Paraná (Eleito)
Professor Lemos (PT) - 10.683 - percentual de 7,11% / 42.374 votos no Paraná (Eleito)

Pedro Martendal (PSDB) - 3.143 - percentual de 2,09% / 6.224 votos no Paraná
Vander Piaia (PTB) - 3.117 - percentual de 2,07% / 4.574 votos no Paraná
Serginho Ribeiro (PR) - 2.638 - percentual de 1,76% / 2.975 votos no Paraná
Dr. Ulisses (PSL) 911 - percentual de 0,61% / 8.863 votos no Paraná
Professor Fernando (Psol) 193 - percentual 0,13% / 390 votos no Paraná
Walter Parcianello (PMDB) 131 - percentual de 0,09% / 258 votos no Paraná

Votos nominais p/ candidatos de Cascavel - 113.722 - percentual de 75,69%
Votos de Legendas - 11.531 - percentual de 7,68%
Votos para candidatos de fora de Cascavel - 24.987 - percentual de 16,63%
Total de votos nominais e legenda - 150.240 - percentual de 100%




DEPUTADOS FEDERAIS

Abstenção - 36.889 - 17,73%
Comparecimento - 171.190 - 82,27%
Total eleitores - 208.079 - 100%

Votos em Branco: 14.041 - 8,2%
Votos Nulos: 7.734 - 4,52%
Votos Válidos: 149.415 - 87,28%
Total votos/comparecimento - 171.190 - 100%

VOTOS CASCAVEL / PERCENTUAL e TOTAL DE VOTOS NO PARANÁ

Hermes Frangão Parcianello (PMDB) - 42.645 - percentual de 28,54% / 150.213 votos no Paraná (Eleito)
Evandro Roman (PSD) - 19.965 - percentual de 13,36% / 92.042 votos no Paraná (Eleito)
Alfredo Kaefer (PSDB) - 7.018 - percentual de 4,7% / 82.554 votos no Paraná (Eleito)

Nelson Padovani (PSC) - 7.369 - percentual de 4,93% / 75.519 votos no Paraná
Inês de Paula (PDT) - 6.000 - percentual de 4,02% / 10.186 votos no Paraná
DR. Jorge Santos (PTdoB) - 4.294 - percentual de 2,87% / 6.176 votos no Paraná
Rafael Brugnerotto (PSB) - 3.371 - percentual de 2,26% / 5.179 votos no Paraná
Igle Maria (PT) - 2.895 - percentual de 1,94% / 4.910 votos no Paraná
Dr. Marcos Solano (PPS) - 895 - percentual de 0,6% - 2.272 votos no Paraná

Votos nominais p/ candidatos de Cascavel - 94.452 - 63,23%
Votos de Legendas - 10.820 - 7,24%
Votos para candidatos de fora de Cascavel - 44.143 - 29,54%
Total de votos nominais e legenda - 149.415 - 100%




06/10/2014 09h36

Pacheco será deputado e Professor Paulino assume cadeira na Câmara

Ele deve assumir a vaga em fevereiro de 2015

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Com a eleição do atual presidente da Câmara de Vereadores de Cascavel, Marcio Pacheco (PPL) a deputado estadual, o suplente de vereador Professor Paulino (PT) assumirá a vaga deixada por Pacheco em fevereiro de 2015.

RENÚNCIA
Há várias vertentes quanto a vaga de um parlamentar com cargo eletivo renunciar o mandato (no caso vereador de Cascavel). A renúncia se dá de duas maneiras: uma quando a renúncia é da perda dos votos da legenda, o que não é o caso; a segunda é quando o parlamentar renuncia para um posto de cargo eletivo eleito pelo voto direto. Assim sendo, a renúncia de Marcio Pacheco da cadeira de vereador de Cascavel se dará para assumir um outro cargo. Entretanto, a cadeira é do primeiro suplente na escala da coligação, no caso, Professor Paulino.




03/10/2014 16h07

Parecer deverá indicar criação de Comissão Processante

Rui Capelão e Paulo Bebber deverão ser levados a julgamento na Câmara

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Luiz Nardelli e Lindiagane Silveira Departamento de Jornalismo

Daqui a pouco parecer do procurador geral da Câmara de Cascavel, Pascoal Muzelli Neto, vai ser entregue ao presidente da Câmara Municipal, sobre o pedido da criação de uma Comissão Processante da quebra de decoro parlamentar dos vereadores: Rui Capelão e Paulo Bebber. O parecer de Rui Capelão deverá ser para que o presidente leve ao plenário da Câmara para que os vereadores possam criar a Comissão Processante para cassação de Capelão, já que ontem (2) o Ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral manteve o indeferimento da candidatura de Capelão por condenação de crime eleitoral, estando este inelegível de 2007 a 2015. Do mesmo modo o parecer para criação de uma Comissão Processante dos vereadores da Câmara contra o pedido de quebra de decoro parlamentar de Paulo Bebber também deverá ser encaminhado ao plenário para que na sessão de terça-feira (7) possa ser deliberado pelos vereadores a criação da comissão dos dois vereadores.









02/10/2014 18h44

Ministro Gilmar Mendes indefere candidatura de Rui Capelão

A decisão foi publicada nesta terça-feira (30)

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O Ministro Gilmar Mendes do Tribunal Superior Eleitoral indeferiu a candidatura de Rui Capelão (PPS) a deputado estadual no Paraná. A decisão foi publicada nesta terça-feira (30).

RECURSO ORDINÁRIO Nº 1559-51.2014.6.16.0000 - CLASSE 37 - CURITIBA - PARANÁ

Relator: Ministro Gilmar Mendes
Recorrente: Rui Capelão Cardoso
Advogados: Alexis Eustatios Garbelini Kotsifas e outros

Eleições 2014. Registro de candidatura indeferido. Candidato a deputado estadual.
Condenação criminal. Crime doloso. Perquirição pela Justiça Eleitoral do acerto da condenação quanto ao elemento subjetivo do tipo penal. Impossibilidade. Habeas corpus concedido em favor do pretenso candidato. Subsistência da condenação criminal. 1. Não cabe à Justiça Eleitoral perquirir o elemento subjetivo do tipo pelo qual o pretenso candidato foi condenado. Precedentes. 2. Apesar da extensão ao recorrente dos efeitos do RHC nº 43/TSE, subsiste a condenação criminal por outros fatos. 3. Negado seguimento ao recurso.


DECISÃO
1. Rui Capelão Cardoso requereu o registro de candidatura pelo Partido Popular Socialista ao cargo de deputado estadual nas eleições de 2014.

O TRE/PR indeferiu o registro em acórdão assim ementado (fl. 40):

REGISTRO DE CANDIDATURA - CONDENAÇÃO POR CRIME ELEITORAL - INCIDÊNCIA DA INELEGIBILIDADE DA ALÍNEA "E" , DO INCISO I, DO ARTIGO 1º, DA LEI COMPLEMENTAR Nº 64/1990.

1. As condições de elegibilidade e as causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento da formalização do pedido de registro de candidatura (artigo 11, parágrafo 10, da Lei nº 9.504/97).

2. As causas de inelegibilidade previstas no art. 1º, inciso I, alínea "e" , da Lei Complementar nº 64/90, incidem a partir do cumprimento da pena.

3. No caso, o requerente foi condenado por crime eleitoral, cuja pena fora cumprida em 07/02/2007 estando, portanto, inelegível até 07/02/2015.

4. Registro indeferido.

Ao acórdão, o recorrente opôs embargos de declaração alegando não ter sido analisado pela Corte eleitoral o dolo da conduta pela qual fora condenado. Asseverou não fazer incorrer em causa de inelegibilidade a condenação por crime culposo, nos termos do art. 1º, § 4º, da LC nº 64/1990. Pediu o deferimento do registro.

Os embargos foram rejeitados (fls. 72-75).

O candidato, no recurso ordinário (fls. 84-89), alega que a Corte Regional deixou de apreciar o dolo da conduta. Narra que a condenação criminal se baseou exclusivamente em documento destinado a Nino Pastore. Disse que referido contrato foi objeto de discussão, no Supremo Tribunal Federal, no HC nº 83170-2, tendo sido reconhecida a atipicidade da conduta. Refere que o STF estendeu ao recorrente os efeitos da decisão do TSE no HC nº 43, a qual entendeu pela ausência do elemento dolo. Pede o deferimento do registro de candidatura.

A Procuradoria-Geral Eleitoral opina pelo não provimento do recurso (fls. 129-130).

Decido.

2. A questão controvertida neste recurso é se é possível a análise pela Corte Regional do elemento subjetivo do tipo penal pelo qual o pretenso candidato fora condenado na esfera criminal e se, após a extensão a ele dos efeitos da decisão do TSE proferida no HC nº 43, subsiste a condenação criminal, que ensejou a combatida inelegibilidade.

O recorrente foi condenado, em 25.6.2001, pela prática do delito previsto no art. 299, por cinco vezes, em continuidade delitiva, à pena de um ano e nove meses de reclusão, substituída por interdição temporária de direitos e prestação pecuniária, além de nove dias-multa (fl. 54). O pagamento do último valor devido ocorreu em 7.2.2007 (fl. 34).

- Análise do elemento subjetivo

No ponto, transcrevo trecho do bem lançado parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral (fl. 130), o qual adoto como fundamento:

De plano, inconsistente a alegação de que cabe à Justiça Eleitoral perquirir sobre o elemento subjetivo que pautou a conduta do recorrente nos autos da ação penal instaurada em razão da prática de crime eleitoral (art. 299, CE). É relevante, porém, a informação de que a tipicidade deste crime sequer admite forma culposa.

- Subsistência da condenação criminal

O recorrente foi condenado à pena de um ano e nove meses de reclusão e nove dias-multa pela prática do delito previsto no art. 299 do Código Eleitoral, por cinco vezes, c.c. o art. 71 do Código Penal, em razão de ter firmado contrato com Nino Pastore, pelo qual prometia cargo público em troca de apoio político, e ter entregado dinheiro a várias pessoas a fim de obter voto para si (fl. 54).

Pelo TRE/PR foi mantida a condenação em decisão datada de 26.7.2002 (fls. 54-61).

Nino Pastore, em 5.3.2002, por ocasião do julgamento pelo TSE do RHC nº 43/PR, obteve o trancamento da ação penal movida contra ele, sob o fundamento de que "o dolo específico, necessário para configurar o crime, não ocorreu, uma vez que o apoio político, praticado pelo recorrente, não pode ser equiparado à promessa de voto" (fls. 63-69).

Em 2006, o Supremo Tribunal Federal, julgando o HC nº 83.170-2, de minha relatoria, cujo paciente era Rui Capelão Cardoso, entendeu pela extensão a ele dos efeitos do HC nº 43, tendo em vista que, em relação ao mesmo fato, a conduta de Nino Pastore havia sido considerada atípica.

No entanto, a condenação criminal imposta ao recorrente ainda subsiste, uma vez que ele fora condenado não só pelo fato referente ao contrato firmado com Nino Pastore, mas também pela compra de votos de outros quatro eleitores, conforme fica esclarecido no relatório do TRE/PR (fl. 54).

Ademais, observo que a decisão proferida no HC nº 83.170-2 já foi considerada para readequação da pena, que foi reduzida para um ano e seis meses, acrescida de seis dias - multa, segundo consta da certidão de fl. 34. 3. Ante o exposto, nego seguimento ao recurso (art. 36, § 6º, do RITSE).

Publique-se em sessão.

Brasília, 30 de setembro de 2014.

Ministro GILMAR MENDES Relator




02/10/2014 10h49

Confira na íntegra a delação premiada de Paulo Roberto da Costa

O portal catve.com teve acesso da íntegra da delação premiada. Confira

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O Ministério Público Federal - MPF, por intermédio dos Procuradores Regionais da República e Procuradores da República abaixo -assinados, com delegação do Exmo. Procurador- Geral da República, e Paulo Roberto Costa, réu nas ações penais 5026212-82.2014.404.7000 5025676-7 investigado em 1.2014.404.7000 e diversos procedimentos, incluindo a representação 5014901-94.2014.404.7000, todos em trâmite perante a 13ª Vara Federal Criminal da Subseção Judiciária de Curitiba, devidamente assistido por sua advogada constituída que assina este instrumento, formalizam acordo de colaboração premiada nos termos que seguem, envolvendo os fatos investigados no Caso Lava Jato assim como fatos novos que não são objeto de investigação e os que vierem a ser revelados em razão das investigações.

CLIQUE AQUI e LEIA O TERMO NA ÍNTEGRA



30/09/2014 15h04

30 de setembro: dia municipal da Leitura em Cascavel

Vereadores foram surpreendidos por grupo de artistas na sessão de hoje

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por Luiz Nardelli - Reportagem: Tátila Pereira - departamento de Jornalismo da CATVE

Em 2000 o então vereador Guerino Zotti (PMDB), apresentou o projeto de lei que instituiu o dia 30 de setembro como Dia Municipal da Leitura em Cascavel. Desde a sua criação esse dia jamais teve uma comemoração, em que a população pudesse participar. No entanto todos os anos as escolas reservam no primeiro período do início de suas aulas o espaço para leitura dos alunos.

SURPRESA
Hoje no início da sessão na Câmara de Vereadores de Cascavel, os edis foram tomados de surpresa com a presença de vários artistas que trajando roupas típicas de personagens de livros infantis fizeram uma apresentação na plenária da Câmara, aonde os vereadores puderam por alguns minutos ouvir um trecho de leitura dos artistas que ali estavam.

Depois dessa, nos próximos anos com certeza os vereadores vão lembrar que 30 de setembro é o dia municipal da Leitura, ou então nada adiantou a leitura de alguns tópicos que os artistas fizeram a eles nesta tarde.









29/09/2014 08h47

Juiz INDEFERE pedido de "liminar" da ação de mandado de segurança

O Juiz concedeu prazo de 10 dias para que seja dado uma sentença

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O Juiz eleitoral INDEFERIU o pedido de "liminar" do mandado de Segurança protocolado pelo Cidadão Willian Blum ainda no início da noite de sábado (27).

Informações extraoficiais dão conta que o indeferimento se deu por conta de um entendimento que a procuradoria da Câmara e os vereadores, deverão ter um prazo maior para análise do pedido de Cassação de Capelão. Uma vez que a criação de uma Comissão processante na Câmara, deverá ser cautelosa neste sentido. O Juiz concedeu prazo de 10 dias para que seja dado uma sentença e que neste prazo, tanto vereadores como o presidente da Câmara, possam analisar o pedido da criação de uma comissão processante.



Luiz Nardelli
Casado com Margaret S. Nardelli, pai de Tarlliza Romanna Nardelli e Leonardo Romanno Nardelli, nasci em Paraíso do Norte (PR) e há de 39 anos moro em Cascavel (PR).

Este sou eu: Luiz Nardelli, 52 anos, técnico em estatística atuando como profissional da imprensa desde 2004. Graduado em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e pós-graduado em assessoria de imprensa. Iniciei a profissão como colunista político no jornal A Tribuna de Cascavel.

Desde então são 13 anos carimbando opiniões em impressos como: Extra Paraná, jornal Gazeta do Paraná, Jornal O Estado do Paraná-Curitiba, A Tribuna de Cascavel e no semanário Manchete Popular.

Atualmente com uma coluna no Portal, catve.com/luiz-nardelli . Em programas de TV, integrei o programa Sala de Debates com o legendário (in-memórian) Joel Damásio e o polêmico Laerson Matias no Canal 21/Catve. No Grupo Catve estou há mais de 11 anos como apresentador do programa Sala de Debates e posteriormente com o Bate Rebate e EPC.

Atualmente divido a bancada do programa EPC (Esporte, Política e Cidadania) na Catve/FM 91.7 e Catve/TV, transmitido das 18 às 19 horas diariamente. No EPC tenho a parceria de Jorge Guirado, diretor do Grupo de Comunicação Catve e Geraldo Magela.

Jornalista, repórter, apresentador, locutor, comunicador. Do que depender deste profissional, informações, opinião e notícias não faltarão aos leitores, ouvintes, telespectadores e nas Redes Sociais. Espero você aqui!

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