17/07/2017 19h29

Por hematologista, pacientes fazem abaixo-assinado - por Laís Laíny

Esta semana, decisão do TJ também interveio na falta do especialista no Hemocentro

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Na mesma semana em que o TJ (Tribunal de Justiça) estabeleceu prazo ao Estado para que em 30 dias disponibilize um médico hematologista à região oeste, um grupo de pacientes de Cascavel se mobiliza para tentar agilizar ainda mais o impasse.

Um abaixo-assinado online foi disponibilizado e quando atingir 1 mil assinaturas, será entregue ao MP (Ministério Público) para que seja anexado ao inquérito já existente na Promotoria para investigar a falta do médico especialista em doenças do sangue. Há mais de um ano os pacientes que precisam estão sem o atendimento do hematologista.

Para ter o tratamento adequado, as cerca de 300 pessoas atendidas são encaminhadas para fora de Cascavel, na maioria das vezes Curitiba.

"Os pacientes já estão sendo encaminhados a outras cidades, principalmente a Curitiba, que é longe, cansativo e nada econômico, pois a maioria dos pacientes que dependem de tratamento pelo SUS não possuem condições financeiras e de saúde para enfrentar a viagem. Já existe um processo na Secretária da Saúde, mas está parado", consta na descrição do abaixo-assinado.

A direção do Hemocentro, sempre que procurado pela imprensa, diz que o problema será resolvido em breve, mas na prática, até agora nada mudou.
O problema é complexo. Um concurso foi aberto mas não houve interessados. Atualmente, há um médico hematologista interessado em ocupar a vaga mas há divergências quanto ao valor do salário oferecido.

O processo está tramitando em Curitiba.

"Com esse abaixo assinado, poderemos dar continuidade ao inquérito já aberto no Ministério Publico. Precisamos de Médico Hematologista para o Hemocentro de Cascavel, Paraná", finalizam os pacientes.

Clique aqui para assinar o abaixo-assinado.



14/07/2017 18h44

Justiça mantém condenação a Edgar Bueno por improbidade -por Laís Laíny

Ele foi julgado por nomear em excesso pessoas que não eram servidoras efetivas

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A juíza da Vara da Fazenda Pública, Raquel Fratantonio Perini, manteve hoje (14) a condenação por improbidade administrativa ao ex-prefeito, Edgar Bueno, e agora secretário de Assuntos Estratégicos do Paraná. Ele foi julgado por nomear em cargos comissionados pessoas que não eram servidoras efetivas.

Em 2009, havia 225 cargos em comissão, dos quais 142 estavam providos e apenas seis eram ocupados por servidores efetivos.

A prática feriu as leis municipais 4.856/2008 e a 3.800/2004, as quais estabelecem que metade dos cargos em comissão deve ser de servidores de carreira.

Em 2012, o Ministério Público entrou com uma ação civil pública e em março do ano passado Edgar Bueno foi condenado a perda da função pública, proibição de contratar com o poder público por três anos e suspensão dos direitos políticos também por três anos.

O ex-prefeito entrou com embargos de declaração alegando que houve conflito na interpretação da lei que limitava o "cabide" de comissionados e que fez as nomeações seguindo parecer jurídico.

A juíza julgou que "ter agido com base nas orientações fornecidas pelo jurídico, não exclui a responsabilidade do gestor público, bem como, não altera o resultado da sentença, a qual entendeu ter ficado comprovado que o réu incorreu em ato de improbidade administrativa ensejadora de ofensa aos princípios da administração pública".

Cabe recurso ao TJ (Tribunal de Justiça).

Veja a íntegra da decisão



11/07/2017 19h09

Deputado de Cascavel entra na CCJ da Câmara Federal - por Laís Laíny

Parlamentar votará o parecer sobre a denúncia contra o presidente de República

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Na dança das cadeiras da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal às vésperas de votar o parecer sobre a denúncia contra o presidente de República Michel Temer (PMDB) está um cascavelense.

O deputado federal, Evandro Roman (PSD), entrou hoje (11) na comissão que vai votar o parecer do deputado Sérgio Zveiter do PMDB carioca. o relator do parecer opinou pela autorização ao STF (Supremo Tribunal Federal) para dar segmento ao processo de julgamento por corrupção passiva. Roman já declarou no Programa Bate Rebate sua contrariedade ao prosseguimento do processo.

A denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, está fundada no teor da gravação de Joesley Batista com Temer e também das imagens de Rodrigo Rocha Loures correndo com uma mala cheia de dinheiro. Roman entra no lugar de Expedito Neto, de Roraima.

Caberá a Roman e aos demais integrantes da CCJ votarem o relatório de Sérgio Zveiter. A expectativa é que essa votação aconteça até sexta-feira (14). E o resultado será enviado para apreciação do Plenário.




10/07/2017 11h26

Relatório confirma farra das cortinas e cria clima de CPI da Educação

por Laís Laíny

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A denúncia divulgada mês passado aqui pelo blog sobre a irregularidade na compra de cortinas à Secretaria de Educação ganha corpo e cria clima para instalação de uma CPI.

Um relatório apresentado à Comissão de Educação da Câmara confirma um furo de quase R$ 69.476,46 entre o que foi comprado e o que foi efetivamente entregue. Em cinco casos, a discrepância passa de R$ 15 mil por escola. Todas as compras datam de 2016.

O maior escárnio, segundo o relatório, está na Escola Municipal Neiva Ewald, do Bairro Cascavel Velho, onde foi detectado um furo de R$ 16.645,73. Para esta escola, foram feitas duas compras uma de 486,21 m² e outra de 180 m², conforme consta em notas fiscais.

Porém, o relatório aponta que da primeira compra foi entregue apenas 180 m² e da segunda, 33,6 m², respectivamente. Nisso, se perderam 452,61 m² de cortinas.

Na Escola Municipal Maximiliano Colombo o caso é mais grave. Em uma das aquisições, a cortina foi comprada, a nota foi assinada mas NADA foi entregue.

De 540 m² comprados, em uma das compras, apenas 234,16 foram instaladas na escola. Na segunda compra, constam 70 m² de cortina tipo blackout, mas nenhum metro foi entregue.

Os dados foram expostos na sessão de hoje (10) e gerou um clima de CPI da Educação.O vereador Celso Dalmolin apontou que há indícios de irregularidades em mais compras feitas na gestão anterior.

"Vamos abrir a CPI da Educação com seis itens:cortinas, toldos, vidros, grades, tempo integral e frota do Município", adianta Dalmolin.

Ele prometeu em plenário que até o fim de julho divulgará toda a documentação organizada para pedir a abertura da CPI da Educação.

HISTÓRICO

No período de 2013 a 2015, a Prefeitura de Cascavel gastou R$ 799.998 em cortinas e persianas. O blog teve acesso aos contratos firmados nestes anos. O Portal da Transparência revela diferenças importantes de peças similares adquiridas entre um ano e outro.

Por exemplo, na compra de 7 mil cortinas, tipo blackout, foram pagos R$ 28,32 o metro quadrado no ano de 2014. Um ano depois, o mesmo material e quantidade, custou R$ 45,31 cada. Em valores globais, em 2014 pagou-se R$ 198.240 e em 2015, R$ 317.170 em um material similar.

Também há disparidade em outros itens, como em 600 persianas, que em 2014 custaram R$ 24,97 a unidade, em 2015 custaram quase o dobro, R$ 46,98

LEMBRE O CASO AQUI



09/07/2017 23h27

Pausa para um café - Imperativa mente

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"Foste tu ignota quem disse produza algo. Eu fiz a miséria, a bomba, o homem que busca comida revirando as lixeiras".

Produza alguma coisa, diz ela com ares de quem vai chegar tarde. Sai e me abandona com seu cachorro pensamento. Ele finca os olhos de fome e arrebenta a parede do sono.

Os sonhos saem todos a gritar enlouquecidos. Já não aguentavam mais aquela clausura. Mas eles não produzem nada. Talvez seja isso o que ela queira. Ela é inimiga destruidora de sonhos.

Seu único objetivo, não deixar que sonhos se tornem realidade.Coitada. Quem lhe deu tamanha estupidez como característica? De ti, criatura, não esperaria outra coisa que não fosse este clichê de almanaque de férias. Sinto teu cheiro mesmo antes da tua existência factual coruja insolente! Pois escute a si mesma e optarás pela aniquilação.

Sim, sim! Aniquilação de si. Por essa não esperavas, não é? Estás sempre aí dissimulada, sempre a dar ordens e querer que me adapte.Te escondes apenas, não sai.Nada entendes mesmo. A tua limitação não mensurada espanta a ti mesma. Credo! Não minta grande tola! Tua imaginação já me revelou teus segredos, tu não tens sequer a capacidade da admiração, por isso tens esses sapatos tão lustrosos.

Pisas com segurança no alto de nada! É por isso também que cuidas tão bem das mãos decerto! Para tocar no inexistente. Vê patética como te alimentas de insanidades? Sim, nunca admitirás! Estou farto do teu bem-estar dependente! Por que não te deitas naquela rede falaciosa? Talvez uma ideia lhe caia! Ultimamente elas fogem de ti como o diabo da cruz. Produza, produza, produza. Estas são as irmãs de Medusa.

Olhaste para ela e faz tempo. Agora o que és? És pedra! Ainda se fosse pedra quieta. Pedra no sapatoaté não seria tão ruim. Mas és esta pedra, esta pedra morta, a pedra descartada, a pedra que não foi atirada, a pedra que não estava no caminho. És pedra imutável!
Queres um escultor quando dizes produza? É isto? Quer que me transforme e te dê forma? Porque eu o faria, se nasceste inerte? Para que formar aquilo que me atormenta?Não, não, não existirás pela minha vontade! Estarei de vigília, pois foste tu mesma quem levou meu sono. Nosso, nosso, nosso... Ah, pare com isso! Acaso os sonhos também eram nossos?

Foste tu ignota quem disse produza algo. Eu fiz a miséria, a bomba, o homem que busca comida revirando as lixeiras. Foste tu quem disse produza, antes de existirem as lixeiras!E querias mais.Chegamos então aos tribunais de justiça! Agora foges? Ação esperada do teu feitio hipócrita. Bem sabes que te caçarei! Queres produção? Pois bem, produzirei uma ruína.

A tua ruína será minha maior produção. Disforme e fedorenta! Serás exibida e não receberás aplausos, não receberás, fique certa.Teu gozo será a putrefação desmedida que quisestes ver produzida. Toma e beba! Coma. Cheira!Olha!Esta é a minha mais perfeita produção! As outras coisas foram apenas coisas. Isto és tu, mente, instrumento do caos! Estrumente seria mais apropriado! Assim te revelo. Não mais passarás sem ser notada.Não mais ficarás envaidecida.Tudo o que produzistes ficará eternamente gravado em ti! Esta é minha produção. Querias? Aí está.

O autor deste trabalho - Deonir Luís Kurek (Diko) - é leonino. É filho de sapateiro como foi Bachelard. Usa cabelos longos como John Lennon usava. Acredita que Deus é árvores e montes e sol e luar como Alberto Caeiro acreditava. E sua biografia se resume a ser um pedaço de um pedacinho de uma parte de um pedaço.




07/07/2017 11h13

Saúde: Município vai redistribuir 38 AIHs paradas - por Laís Laíny

Autorizações de internamento estavam represadas desde 2015 em Rondon

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Está em fase de análise no CMS (Conselho Municipal de Saúde) de Cascavel a redistribuição de 38 AIHs (Autorizações de Internamentos Hospitalares) que estava paradas há dois anos.

Um achado da Secretaria de Saúde em tempos que há tantas pessoas precisando e um leito hospitalar.

Essas vagas estavam represadas desde que o Hospital Filadélfia, de Marechal Cândido Rondon, parou de atender. Cascavel tinha 38 AIHs para esta unidade e desde que as portas do hospital se fecharam, as vagas ficaram paradas.

O presidente do CMS, Antonio Vieira Martins, diz que o CMS vai deliberar sobre a redistribuição dessas vagas, que poderão ser utilizadas para casos de cirurgia geral ou qualquer outra situação que demande internamento.

A decisão do conselho, em concordância com a Secretaria de Saúde, é que 28 AIHs sejam repassadas a um hospital de Nova Aurora e outras 10 para Corbélia.

"O Município de Cascavel fez uma busca e achou essas AIHs que não estavam sendo usadas. É uma discussão que o conselho vai fazer", afirma Antonio.

A votação final dessa proposta será dia 17 de julho, às 17h30, em reunião do Conselho, no auditório da Prefeitura de Cascavel.



06/07/2017 16h14

Oeste: Metade dos deputados já diz recusar denúncia contra Temer

Por Laís Laíny

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Se o andamento da denúncia de crime de corrupção passiva contra o presidente da República, Michel Temer, dependesse da dos deputados federais da região oeste, a tendência seria pela suspensão do processo e manutenção do peemedebista no cargo.

O blog conversou com os seis deputados federais da região: Alfredo Kaefer, Frangão (PMDB), Dilceu Sperafico (PP), Fernando Giacobo (PR), Evandro Roman (PSD) e Nelson Padovani (PSDB).

Metade deles já disse ter o voto definido: contra a investigação. A outra metade ainda está em cima do muro, não quer revelar o voto ou vai esperar o parecer da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A CCJ deve iniciar o rito da denúncia na segunda-feira (10) mas discussão na prática deve começar somente na quarta-feira (12).

Para que o STF (Supremo Tribunal Federal) dê sequência a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, são necessários votos de 342 dos 514 deputados. A denúncia de corrupção passiva contra Temer e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures tem como pano de fundo a gravação feita pelo empresário Joesley Batista e também as imagens de Loures carregando uma mala de R$ 500 mil.

Veja a resposta de cada deputado sobre o voto e sobre o que pensa a respeito das denúncias contra Michel Temer.

"O meu voto hoje seria contrário à aceitação. A denúncia tem consistência direta, mas indícios sobre isso aqui É a mesma coisa que dizer que não consigo provar nada contra você mas tenho convicção de que deve. São fatos que têm que ser consideração mas o julgamento moral e ético não é de minha competência. Tenho que fazer um julgamento político. Agora, aparecendo novas situações que levam a comprovações, não terá o que fazer", Evandro Roman (PSD).


"Ainda não me defini. Estou aguardando orientações do partido e não li toda a denúncia. Vou a defesa e vou formular meu voto. Politicamente afastar o presidente é ruim para o país. Se realmente o que está na denúncia for consistente, o caminho mais correto é o presidente renunciar", Fernando Giacobo (PR).


"Em princípio, meu voto é contrário a abertura do processo. As denúncias não têm consistência e não estou convencido que a gravação não foi armação pela forma que foi feito. Os bandidos estão soltos no Estados Unidos", Dilceu Sperafico (PP).


"Sou contra o andamento. Agora temos um presidente que trouxe as reformas que ninguém tinha coragem de entregar à sociedade: previdência, trabalhista, terceirização, o Refis. Sobre a denúncia, isso é caso de polícia. Caso do Supremo, do Judiciário resolver", Nelson Padovani (PSDB).


Alfredo Kaefer (PSL). Não quis revelar o voto mas acredita que o Temer já tem mais que os 342 votos mínimos necessários para não receber a denúncia.


Segundo a assessoria de Frangão (PMDB), ele está aguardando a posição da CCJ para se posicionar.




05/07/2017 15h32

Também "há fumaça" no transporte escolar rural -por Laís Laíny

Na troca de governo não ficou nenhum documento que comprove a fiscalização

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A lista de suspeitas envolvendo a forma como a Secretaria de Educação de Cascavel vem sendo conduzida só aumenta. Os contratos do transporte escolar rural são a bomba-relógio da vez. A resposta a um requerimento aprovado pela Câmara de Vereadores revela indícios de ausência de registros na medição do contrato e divergências entre os quilômetros rodados e os valores pagos.

"Algumas linhas apresentam discrepância em relação ao que se está sendo pago", consta no documento entregue ao vereador Paulo Porto (PCdoB), proponente do requerimento.

Não foram especificados números. Resposta que depende da finalização de um relatório que constará a medição de todas as linhas executadas. Duas empresas prestam o serviço: RF Oliveira, a Transpaula, que fornece 43 ônibus e a Transtusa, que disponibiliza 34 veículos.

Outro detalhe é o sumiço de documentos. Na troca de governo, não ficou qualquer rastro que comprove o acompanhamento a rodagem dos ônibus.

?Não temos conhecimento de que maneira a fiscalização era realizada nos anos anteriores bem como não encontramos no setor documentos que comprovem acompanhamento das linhas e eventuais fiscalizações realizadas?.

A resposta da Secretaria de Educação também deixar evidência pagamentos de linhas não executadas que foram regularizados somente este ano.

"Tiveram informações distorcidas sobre linhas que estavam sendo pagas que deixaram de ser realizadas, porém, a empresa justificou que a quilometragem paga no ano de 2017 está correta".

Oras, só agora está correta? Antes estava errada?

A resposta definitiva depende da apresentação de um relatório. Tudo será sendo confrontado e será colocado em pratos limpos.

"O setor de Transporte da Secretaria Municipal de Educação está realizando medições para confrontar com os números de quilômetros percorridos pela empresa apresentados e pagos mensalmente".

PREJUÍZOS DO PASSADO

É bom lembrar que os contratos milionários de transporte escolar já foram denunciados pelo MP (Ministério Público) por causar um rombo de R$ 25.186.900,03 nos cofres da Secretaria de Educação.

Uma ação civil pública oferecida em 2015 pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público revelou do monopólio do serviço, segundo a acusação do MP com a conivência do ex-prefeito Edgar Bueno (PDT) e do ex- secretário de Educação, Valdecir Nath.

Esta ação tramita em segredo de Justiça.




02/07/2017 18h01

Pausa para um Café - Meu Mar

A canção é da artista cascavelense Tays Villaca que foi lançada mês passado

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A Pausa para um Café deste domingo é musical. A canção é da artista cascavelense Tays Villaca que foi lançada mês passado.

Com instrumental que remete a um ambiente calmo e praiano, melodia e letra têm uma pegada romântica e mística.

Como a própria compositora define: é um música que "fala de Iemanjá, do mar, de amor".

"Meu Mar" integra um trabalho de estudo que Tays começou ano passado com o projeto Banda de uma Preta Só.

Esse single continua o trabalho de estudo do Afrobeat, que iniciei ano passado com o projeto da Banda de uma preta só.

Aqui no blog você confere a música no Youtube, mas está disponível em todas as plataformas digitais.



01/07/2017 08h29

Fux quer respostas da Câmara e do prefeito em 10 dias - por Laís Laíny

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Saiu ontem (30) o primeiro despacho do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, sobre a ação questiona a censura o debate de gênero nas escolas cascavelenses.

O, ainda, procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ingressou com uma ação pedindo a nulidade do artigo da lei 6.496/2015 aprovada em Cascavel que veda o assunto no ambiente escolar.

O trecho com a legalidade questionada diz:

"Parágrafo único. Além das diretrizes previstas nos incisos de I a X deste artigo, fica vedada a adoção de políticas de ensino que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo "gênero" ou "orientação sexual".

Seis cidades no Brasil foram alvo de questionamentos de Janot.

Após a notificação, a Câmara de Vereadores e o prefeito Leonaldo Paranhos (PSC), terão dez dias para prestarem informações a Fux.

"(...) Ex positis, considerando a relevância da matéria, adoto, por analogia, o rito do art. 12 da Lei nº 9.868, de 10 de novembro de 1999, e determino: (i) requisitem-se as informações definitivas, a serem prestadas no prazo de 10 dias, à Câmara Municipal de Cascavel e ao Prefeito do Município de Cascavel; (ii) após, remetam-se os autos, sucessivamente, ao Advogado-Geral da União e ao Procurador-Geral da República, para que se manifestem no prazo de 5 dias. Publique-se. Intime-se."

Na petição inicial, Janot diz que a lei aprovada em Cascavel é discriminatória.

"A ampla proibição da Lei 6.496/2015, que abrange identidade, ideologia e orientação de gênero, além de imprecisa, é discriminatória, porquanto violadora da laicidade do estado e dos direitos fundamentais à igualdade, à liberdade de ensino e de aprendizado, à proteção contra censura e à liberdade de orientação sexual".

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Laís Laíny
Sou jornalista formada pela Univel em Cascavel e completo em agosto de 2017, 11 anos de trabalho na imprensa de Cascavel.

Tenho 30 anos, natural de Assis Chateaubriand (PR), 20 deles vivendo em Cascavel.

Trabalhei no jornal A Voz do Paraná e em 2006
fui contratada pelo Jornal Hoje/O Paraná, onde trabalhei por oito anos, boa parte deles na editoria de Política.

Também trabalhei como editora de política do Portal CGN, gerente de Comunicação da Câmara de Vereadores de Cascavel e na assessoria de imprensa do HUOP (Hospital Univeristário do Oeste do Paraná).

Durante um ano e meio, também escrevi para o meu blog, LaisLainy.com, abordando assuntos ligados à política, cultura e questões sociais.

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