24/05/2017 14h07

Caso Seibert: Ex-vereador paga o preço de fazer e falar demais

"Vamos recorrer até o STJ se precisar", diz defesa do ex-parlamentar

Compartilhe


O ex-vereador de Cascavel, Mario Seibert, falou e fez tudo o que quis quando exercia o mandato parlamentar. Falava demais no plenário, em entrevistas, desafiava autoridades que o contrariavam e, agora, paga o preço no Judiciário.

Esta semana ele foi condenado em primeira instância a devolver R$ 182.470,36, sobre o antigo caso da van que ele usava para transportar pacientes para atendimentos de saúde. Como ele usava assessores da Câmara como motoristas, a Justiça concordou com o Ministério Público de que a prática era eleitoreira e trouxe danos ao erário. Mesmo que estivesse revestida de boa intenção em ajudar doentes, a prática foi considerada improba.

Além da fundamentação feita pela Promotoria que levou o juiz Eduardo Villa Coimbra Campos a decidir pela condenação, há um ingrediente implícito nessa história toda: Seibert também paga por ter desafiado Ministério Público e Judiciário.

Em 2012, quando Seibert foi denunciado e uma liminar o impediu de continuar usando a van, ele subiu na tribuna da Câmara e fez duas críticas às autoridades, inclusive com palavras de baixo calão. Na sessão de 4 de junho de 2012, Seibert disse: "Não é Justiça, nem a imprensa que paga meu salário nessa merda da Câmara".

Tempos antes, ele também já havia demonstrando desdém às denúncias que apareciam. Ele afirmou, à época, estar "cagando e andando" para os fatos denunciados contra ele. Seibert, assim como outros vereadores, também foi acusado e já condenado nas instâncias iniciais por manter funcionários fantasmas na Casa.

Seibert está condenado, além da devolução do dinheiro, à proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais e também à suspensão dos direitos políticos por cinco anos.

VAMOS RECORRER

O advogado de defesa de Mario Seibert, Moacir Vozniak, discorda de decisão judicial. Ele considera que não houve prejuízo algum aos cofres públicos e que vai recorrer da decisão.

"Ele não desviou dinheiro. Vou recorrer e tenho a esperança de reverter. Vamos até o STJ [Superior Tribunal Justiça] se precisar", afirma o advogado.

O passo agora é subir o caso ao TJ (Tribunal de Justiça). Longe da vida pública, embora tenha cogitado um candidatura a vereador ano passado, Mário Seibert tem levado uma vida simples, segundo Vozniak.

Ele diz que Seibert não tenho R$ 180 mil para devolver e está trabalhando como entregador em loja de móveis em Cascavel.

Veja aqui a íntegra da decisão contra Mário Seibert


23/05/2017 18h33

MP dá sequência em investigação sobre aluguel do Procon

Ano passado, a Secretaria de Educação, supostamente, usou a verba do Fundeb de forma

Compartilhe


A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público vai dar sequência à investigação sobre pagamento feito pela Secretaria de Educação de um imóvel usado pelo Procon.

Segundo documento assinado pelo promotor de Defesa do Patrimônio Público, Sérgio Machado, é necessário apurar o fato pois há suspeita de ilegalidade nos pagamentos. A denúncia foi feita este ano pelo vereador Paulo Porto (PCdoB).

"Trata-se do pagamento de aluguel do imóvel situado à Rua Rio de Janeiro, 704 ? Cascavel/PR, enquanto apenas o Procon ocupou o espaço, tal fato deverá ser apurado por esta especializada em procedimento próprio", escreveu o promotor.

Os valores que saíram das contas do Fundeb chegaram a R$ 43.925,31. Como as verbas deste fundo só podem ser usadas na Educação, a suspeita é de desvio de finalidade.

Um empenho que deixa o rastro do pagamento é de abril de 2016, assinado pelo ex-prefeito, Edgar Bueno (PDT) e refere-se a pagamento do aluguel na época em que o Procon funcionava na Rua Rio de Janeiro.

O álibi da Secretaria de Educação para fazer os pagamentos é que no prédio também funcionava a sede do CAP (Centro de Apoio Pedagógico às Pessoas Cegas) e do CAS (Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de Atendimento às pessoas com Surdez).

Devido a este e outros problemas, o Conselho do Fundeb reprovou as contas da Educação referente a 2016.






23/05/2017 16h15

Câmara convoca engenheiro responsável pela reforma do Estádio

Por Laís Laíny

Compartilhe


O engenheiro civil responsável pela reforma do Estádio Olímpico de Cascavel está sendo chamado pela Câmara de Vereadores a dar explicações sobre os problemas na obra.

Jefferson Maciel Valcanover, servidor da Secretaria de Obras, foi convocado pela Comissão de Viação, Obras Públicas e Urbanismo a comparecer à Câmara na sessão da terça-feira que vem, 30 de maio. Um requerimento aprovado hoje (23) oficializa a convocação.
Inaugurada este ano, a obra está envolta em problemas.

A arquibancada coberta está cheia de goteiras. Em recente inspeção pela Comissão de Viação foi constatado que foram colocadas 3.600 cadeiras. Diferente do previsto inicialmente, que era colocar assentos em toda a arquibancada, mas uma falha no projeto impede que isso seja feito. O gramado é outro ponto questionado.

Este ano o Estádio passou por uma vistoria da CGU (Controladoria Geral da União).

Foram investidos na obra quase R$ 7 milhões.




22/05/2017 18h26

Vereador Jaime Vasatta agora é PODEMOS - por Laís Laíny

Compartilhe


A mudança na nomenclatura do PTN (Partido Trabalhista Nacional) para Podemos vai afetar o mandato de um vereador em Cascavel. Jaime Vasatta, eleito duas vezes pelo PTN, agora faz parte do partido Podemos, abreviado como PODE. Vasatta diz que ainda não houve uma reunião ou comunicado oficial da direção estadual do partido.

Marivaldo Miguel dos Santos, presidente do agora Podemos, explica que Vasatta não poderá deixar a sigla, mesmo não concordando com a mudança, caso contrário, perde o mandato.

"Ele tem que continuar porque é o mesmo partido, mas com novo nome. O TSE homologou a troca na quinta-feira e estamos aguardando para atualizar a parte de documentação", diz Marivaldo.

Nacionalmente, o Podemos teve duas adesões importantes. Os senadores Alvaro Dias e Romário já anunciaram a filiação na sigla. Até então, eles estavam filiados no PV e PSB, respectivamente.

Também há rumores de que Osmar Dias pode se filiar ao Podemos.




22/05/2017 12h28

Crise? Aliados se rebelam contra o Paço Municipal - por Laís Laíny

Queixa é de falta de respostas práticas a requerimentos e indicações

Compartilhe


O namoro entre a base aliada na Câmara de Vereadores de Cascavel e o Paço Municipal está em crise. Hoje (22) teve até lavação de roupa suja em público, na sessão da Câmara de Vereadores. A reclamação é clara, após cinco meses de governo e de indicações e requerimentos, as respostas do Executivo estão aquém das demandas dos parlamentares.

O coro foi puxado por quem a Casa não se esperava: Misael Junior (PSC). Ele ergueu a voz ao falar dos problemas de tráfego na Rua Jacarezinho. A fala encorajou Mauro Seibert (PP), Damaceno Junior (PSDC) e Roberto Parra (PMDB) a engrossar o coro. Desta lista, apenas Seibert não é da base.

"Já vi vários vereadores das outras legislaturas debatendo o problema. Fui na Cettrans e me disseram: "esse ano vai sair algo pra resolver o problema de acidentes, para diminuir as mortes", pois ocorreram as mortes lá. Eu também fui visitar o secretário de Obras, Jorge Lange, e eu pedi que quando fizessem algo que avisassem os vereadores mas pedi: "Faça algo que algo bom, algo que reduza acidente".

A administração colocou uma lombada na Rua Jacarezinho. Medida inócua, segundo Misael.

"Sabe o que colocaram? Um quebra-mola na frente do colégio, onde já tem um quebra-mola do lado. E sabe quem que avisaram? Levanta a mão quem avisaram?", questionou o parlamentar, em tom de reclamação por ter sido comunicado.

No fim do discurso ele mandou um recado claro à administração:

"Chega da Câmara levar a voz da população ao Executivo e o Executivo nada fazer. Quando colocamos indicação e oficio, é porque temos um grupo de pessoas que nos leva a reivindicação".

Mauro Seibert também se queixou de um pedido não atendido na Rua Rio da Paz. Há quase dois meses uma criança de sete anos foi atropelada na via e ele solicitou um radar ou uma placa de 40 km/, mas não foi atendido.

"Foram lá sem ordem, sem ligar para vereador que somos nós que damos explicações aos empresários do local. Uma câmera para multar quem passa na faixa conseguiram, agora diz quem nem cola para colocar tachões tem. Tem algo mal explicado".

Damaceno Junior (PSDC), que é da base, também reclamou.

"O governo tem que respeitar quando o vereador fizer um requerimento. O governo está deixando a desejar pois a gente pede as coisas e elas não estão acontecendo".

A queixa de Parra, do PMDB, é de que todos os pedidos feitos por ele à Cettrans, por exemplo, foram negados.

"Fiz uns 10 ou 20 requerimento para a Cettrans mas a resposta é sempre que não dá, que não tem dinheiro. Essa Cettrans está complicado".

Para tentar colocar panos quentes, o líder da base aliada Alécio Espínola (PSC), usou o discurso que a gestão Paranhos vem adotando: a culpa é do governo passado.

"Nada ficará sem ser atendido. Essa é determinação do Paranhos nas reuniões que acontecem às 7h30 o primeiro tema é a Câmara de Vereadores. Mas pegamos um município com sérios problemas, existem inúmeros casos que precisam ser resolvidos".

O recado dos vereadores está dado. Ou o Executivo discute a relação e faz sua parte ou teremos divórcio à vista.




19/05/2017 16h24

O fracasso do mutirão de cirurgias eletivas - por Laís Laíny

65% dos procedimentos contratados não foram realizados

Compartilhe


O mutirão de cirurgias eletivas anunciado ano passado, de longe, não cumpriu seu objetivo. Era de encher os olhos: R$ 6 milhões destinados a tirar quase 6 mil pessoas da fila de cirurgias oftalmológicas, ginecológicas, urológicas, ortopédicas e até plásticas.

Tudo perfeito, não fosse um pequeno detalhe: os pacientes não foram encaminhados aos procedimentos. Dos 5.891 contratados, ao custo de R$ 1 mil cada, apenas 2.034 foram realizados. A maioria dos contratos já venceu e sobraram 3.857 cirurgias sem fazer. Isso representa 65% de casos não encaminhados.

A coluna teve acesso a um relatório, cuja autenticidade foi confirmada pelo secretário de Saúde, Rubens Griep. Os números também foram endossados pelo diretor da 10ª Regional de Saúde, Miroslau Bailak. Este, inclusive, assegurou que por pouco Cascavel não perdeu os R$ 4,8 milhões que o Estado tinha reservado ao mutirão. Os outros R$ 1,2 milhão saíram dos cofres municiais.

Uma articulação política entre Regional de Saúde e a atual gestão da Prefeitura de Cascavel garantiu que o convênio fosse prorrogado. Para a realização do mutirão, foi feito um chamamento público e cinco clínicas foram habilitadas. Todas elas fizeram menos cirurgias que o programado. Na tabela é possível constatar que na maior das especialidades o total de procedimentos realizados foi de zero.

Nenhum dos dois gestores atribuem culpa às clínicas contratadas.

SEM TRIAGEM
Pela lógica, não havia como dar errado. Havia pacientes, dinheiro, clínicas contratadas e médicos. O que falhou no mutirão?

Os dois gestores da saúde concordam: a Prefeitura deveria mas não encaminhou o total de pacientes. Os contratos foram mal elaborados e não houve um planejamento para realizar as cirurgias.

"O mutirão foi proposto pelo governo do Estado para tentar sanar um problema crônico que existe. Havia uma fila de 6 mil pessoas e com base nela foram elencados os procedimentos que ficariam em uma margem razoável de custo dentro de R$ 1 mil. Em cima dessa fila não houve triagem, não foi feito um refinamento para saber se todas essas pessoas ainda moravam em Cascavel ou se já tinham feito os procedimentos", explica Rubens.

Segundo ele, hoje o total de pessoas precisando de cirurgia é de 2.538. Questionado porque deu sequência em um contrato assim, ele respondeu:

"Eu não podia mexer em um contrato já assinado. O fato é que os serviços não estavam sendo realizados. Agora eu tenho a necessidade de chamar os prestadores e propor um novo mutirão e fazer uma nova tratativa. Meu compromisso é para que a gente não no problema que aconteceu".
Rubens estima que era possível ter finalizado o mutirão em um prazo de cinco ou seis meses, contados a partir de maio do ano passado quando foi feito o convênio.

De maio a dezembro do ano passado foram realizadas 1.744 cirurgias. Este ano, nos primeiros meses, foram feitos 563.

SEM CRITÉRIO

Miroslau Bailak disse ontem à coluna que a ideia da Prefeitura de Cascavel, ano passado, era zerar a fila de catarata mas quis aproveitar os recursos para fazer outros procedimentos.

Nisso, forçaram para que outras cirurgias fossem feitas, mesmo que a especialidade fosse diferente da clínica contratada. Resultado, a maioria dos procedimentos não foi feita.

"Chamaram os prestadores e resolveram: Como tinham um monte de gente, e a que tinha fila forte era de catarata, definiram que para fazer, teria que incluir outras especialidades. Por isso que aparecem clínicas de oftalmologia com cirurgia de ginecologia e urologia", disse Miroslau.

O diretor da Regional afirma esta decisão levou o mutirão ao fracasso.

"A prefeitura errou ao exigir que fizessem outras cirurgias".

Outro agravante foi que a Prefeitura de Cascavel demorou a conseguir certidões negativas exigidas pelo Estado para firmar o convênio.

"Demorou a prefeitura a conseguir a negativa e não tinha como pagar nada. As clínicas começaram a fazer as cirurgias e não recebiam. A prefeitura resolveu a questão das negativas, o dinheiro estava lá para ser pago por produção. Mas os contratos e o convênio terminaram".

Cascavel não perdeu o recurso pois a atual gestão, junto com a Regional de Saúde, conseguiu a prorrogação.

NÚMEROS

O documento recebido pelo blog mostra que a oftalmologia dominou o total das 2.034 cirurgias. Foram 1.669 procedimentos, abaixo do que estava programado: 2.420.

Para ortopedia estavam programados 140 pacientes. Nenhum foi operado. O mesmo aconteceu com a urologia. Ao todo, estavam previstas cirurgias oftalmológicas, plásticas, de otorrino, ginecológicas, ortopedia, urologia cirurgia geral e vascular.

Clique aqui e veja o documento.



18/05/2017 11h12

Cascavelenses vão às ruas por renúncia de Temer e eleições diretas

Protesto está marcado para as 18h desta sexta-feira (19)

Compartilhe


O terremoto que desde ontem (18) abala a política nacional, com epicentro no presidente Michel Temer (PMDB), não passará em branco também em Cascavel.

Pela renúncia de Temer e por eleições diretas, está marcado um protesto para amanhã (19), a partir das 18h, o Fora Temer Cascavel. Será no Calçadão da Avenida Brasil, em frente a Catedral.

A organização é dos movimentos estudantis e da Frente Brasil Popular, que congrega vários movimentos sociais. Desde que iniciou o processo de impeachment, a Frente tem se mobilizado de forma suprapartidária a defesa da democracia e o repúdio a condução de Temer à Presidência da República.

Os manifestantes que vão para a rua amanhã são contra as eleições indiretas, em que os senadores escolham o novo presidente.

"O objetivo é exigir a renúncia imediata do Temer e exigir que o Congresso convoque eleições diretas porque entendemos que as indiretas serão piores neste cenário. Entendemos que os senadores não têm condição moral de escolher o novo presidente da República pois muitos estão envolvidos em esquema de corrupção e vão escolher alguém para protegê-los", afirma Danielle Braz, que está na organização do protesto.

Um evento no Facebook foi criado para convocar a população a participar.




15/05/2017 14h57

TCE notifica Semed a trocar professores temporários por concursados

Por Laís Laíny

Compartilhe


A partir de 2018 a Prefeitura de Cascavel não poderá contratar professores temporários para atuar na rede municipal. Uma notificação do TCE (Tribunal de Contas do Estado) à Seed (Secretaria Municipal de Educação) estabelece que até o início do ano que vem todos os profissionais contratados em Processo Seletivo sejam substituídos por concursados. Prática que vem sendo adotada há vários anos pela administração.

A informação foi repassada em primeira mão pela secretária de Educação, Marcia Baldini, no Programa Bate Rebate de sexta-feira (12). A determinação do TCE deve impactar na troca de 470 professores que hoje atuam como celetistas, isso é, são contratados pelo regime CLT e por tempo determinado.
Baldini diz que a ordem será do TCE será acatada.

"Tivemos uma falta muito grande de profissionais em janeiro pois tínhamos um grande número de contratos vencendo mas isso vai acabar porque fomos notificados pelo TCE. [...] Vamos fazer um concurso este ano, vamos chamar todos os aprovados e substituir pelos contratados. Senão passar [o total de professores], vamos fazer outro concurso".

De acordo com a secretária, o fim de vários contratos resultou na falta de centenas de professores no início do ano.

"Iniciamos um processo seletivo em janeiro e para a educação infantil chamamos 125 professores, temos uma rechamada de mais 12 e agentes de apoio chamamos 76".

Além deles, segundo Marcia, serão convocados no começo de junho mais 130 agentes de apoio e outros 50 estarão em processo de chamamento.
A secretária também assumiu o compromisso de chegar no fim do primeiro semestre sem faltar mas também sem sobrar professores.



12/05/2017 12h08

Em Cascavel, vai ter Refic - por Laís Laíny

Segundo a Secretaria de Finanças, 50 mil contribuintes devem algum tributo municipal

Compartilhe


Segundo a Secretaria de Finanças, 50 mil contribuintes deve algum tributo municipal.

O contribuinte que está em dívida com a Prefeitura de Cascavel terá uma chance de se regularizar nos próximos meses.

Segundo a Secretaria de Finanças, 50 mil contribuintes deve algum tributo municipal e o objetivo será atrair os inadimplentes a resolver a situação.

A definição dos critérios e formas de pagamento está em fase de análise para posterior envio à Câmara de Vereadores.

Já é sabido que, além de pessoas físicas, muitas empresas devem impostos e os maiores devedores de Cascavel são os bancos. O cerco se fechará para eles também?




11/05/2017 18h41

Disque-denúncia 181 em Cascavel será reativado, anuncia vereador

Compartilhe


A viagem dos vereadores de Cascavel a Curitiba esta semana rendeu a confirmação da retomada do atendimento do disque-denúncia 181 em Cascavel.

Os vereadores Roberto Parra (PMDB), Pedro Sampaio (PSDB), Policial Madril (PMB) e Alécio Espínola (PSC) foram a capital paranaense para articular a retomada do atendimento. Parra concedeu entrevista ao Papo Reto, no Portal Catve e confirmou que o serviço será reativado.

No fim de abril o Governo do Estado decidiu suspender os atendimentos do 181 no interior para centralizá-los em Curitiba. Os seis atendentes de Cascavel eram servidores comissionados e foram exonerados e a alegação do governo é que o MP (Ministério Público) determinou que fosse feito concurso público.

Segundo Parra, o chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, disse que os telefonemas ao 181 serão atendidos por um policial até que seja feito o processo seletivo e será retomado nos próximos dias. O maior volume de denúncias recebidas é de tráfico de drogas.

"Tivemos uma conversa franca com o Rossoni e entrou em contato com o comando para colocar um policial para fazer os atendimentos", afirmou o vereador.

Também foram a Curitiba e participaram desta articulação os vereadores

Assista aqui o Programa Papo Reto com a entrevista na íntegra


Laís Laíny
Sou jornalista formada pela Univel em Cascavel e completo em agosto de 2017, 11 anos de trabalho na imprensa de Cascavel.

Tenho 30 anos, natural de Assis Chateaubriand (PR), 20 deles vivendo em Cascavel.

Trabalhei no jornal A Voz do Paraná e em 2006
fui contratada pelo Jornal Hoje/O Paraná, onde trabalhei por oito anos, boa parte deles na editoria de Política.

Também trabalhei como editora de política do Portal CGN, gerente de Comunicação da Câmara de Vereadores de Cascavel e na assessoria de imprensa do HUOP (Hospital Univeristário do Oeste do Paraná).

Durante um ano e meio, também escrevi para o meu blog, LaisLainy.com, abordando assuntos ligados à política, cultura e questões sociais.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10




COPYRIGHT CATVE.TV | 2011 - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS MOBILE READY

Maio Amarelo