09/07/2012 07h21

Mais um perigo na 277

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Alerta com vermelho sangue - Hoje quero utilizar este espaço para fazer um alerta a todos que trafegam pela 277 no sentido Foz a Cascavel, trecho que por causa das inúmeras tragédias deu a rodovia o codinome de "rodovia da morte". Se não bastasse o perigo das curvas, ultrapassagens, pontos cegos, os abusos dos motoristas que pegam o volante e irresponsavelmente desafiam a vida deles e dos outros na rodovia, agora também é iminente o perigo de trafegar tarde da noite...

Correr ou não correr, eis a questão - Eu mesmo já levei o maior susto ao trafegar de madrugada e ter como companheiros de estrada personagens mal intencionados. Tive de acelerar para fugir do perigo e ao mesmo tempo, acelerando, correr risco de acidente. É um dilema.

Velozes, furiosos e mal intencionados - Nesta semana encontrei pela manhã um dileto amigo, bastante assustado, num Hotel em Foz do Iguaçu e que não estava ali por acaso... Foi obrigado a dormir em Foz por causa da ação dos marginais que pelo visto seguem o mesmo plano e roteiro daqueles que me seguiram por muitos quilômetros.

Com todos os perigos de um voo... - Existem dois voos que chegam a Foz do Iguaçu durante a madrugada, por volta de uma e quarenta, quase duas horas. Parece que não, mas é uma opção razoável quando você está em outras regiões como Norte, Nordeste, Sudeste e Planalto Central, e destas regiões se desloca até São Paulo (centro de todas as conexões) e de lá até Foz.

...o perigo está mesmo é na rodovia - O horário, embora ruim, favorece as conexões. Muita gente daqui de nossa região se utiliza destes voos por causa das conexões. O problema é que depois do voo você está cansado, "sonado", mas ainda tem de pegar uma estrada com cerca de 150 quilômetros e daí vêm os riscos.

Olheiros no aeroporto - Os bandidos ficam de "bituca", acompanhando placas dos carros para identificar seu destino e movimentação de malas e pertences. Organizados, rapidamente passam a informação pra frente. Parte da quadrilha já espera na rodovia, e quando o passageiro pega a estrada, na madrugada, solitário, com pouquíssimo trânsito na rodovia, ficará à mercê da companhia desagradável dos marginais...

Perseguição cinematográfica, perigo real - Meu amigo estava com a família numa caminhonete, provavelmente o principal interesse alvo dos marginais, já que no Paraguai as caminhonetes são facilmente comercializadas. Passou um sufoco. Perseguido, empurrado por outra caminhonete com dois elementos tentando tirá-lo da pista. Felizmente teve sorte e habilidade para conseguir um retorno embora na contramão e fugir dos marginais, voltando para Foz do Iguaçu, onde dormiu.

Utilidade pública - A exemplo dessa narrativa, conheço outras histórias parecidas, por isso fica o alerta: desceu no Aeroporto de Foz de madrugada, não pegue a estrada, fique por lá mesmo.

Estado e instituições não dormem - Mas cá prá nós. Uma rodovia com duas estruturas de pedágio uma em Santa Tereza e outra e Santa Terezinha (santos pedágios), dois controles de Policia Rodoviária Federal - sendo uma em Foz e outra em Céu Azul -, não seria o caso de juntos criarem um monitoramento da estrada? Afinal são apenas 130 quilômetros, nada impossível de se dividir entre quatro estruturas. Os usuários agradecem.



29/06/2012 21h31

A nossa Avenida Brasil

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Ficção e realidade - A vida real às vezes se confunde com a ficção e, muitas vezes, serve de inspiração ou modelo para quem faz a ficção, especialmente as novelas do horário nobre. Embora algumas novelas "viajem na maionese".

"Grossa" estampa - Quem não se lembra daquela maluca da novela anterior do horário nobre, a tal de Teresa Cristina? Esbanjava dinheiro e sacanagem. Comprava todos que sabiam seu segredo.Claro, tem muitas semelhanças com pessoas que encontramos no dia a dia, mas cá pra nós, a novela trazia situações muito difíceis de acontecer na vida real.

Verossimilhança - Os robalos eram perfeitamente justificáveis, cenas muito parecidas com situações de traições e luxúrias que estão por aí. Já a renda nunca justificada de fortunas que eram gastas ao bel prazer, além de ações ridículas e inexplicáveis das personagens, afastava o enredo da semelhança à vida real.

A ruindade na realidade - Apesar de ser ficção, vá lá... As novelas mostram também muito do que existe de verdade nesse mundão de meu Deus. Tem gente que na intimidade é mesmo todo aquele "absurdo" retratado ali. Gente ruim na essência. Gente do mal, dissimulada, falsa, que só pensa em vantagem e especialmente sacanear alguém.

A política desnuda as pessoas - A política partidária é muito parecida com isto. Vejam o que ocorre na cidade por conta da formação das chapas para estas eleições municipais. Tem gente conversando desde o final da eleição para Governador em 2010, justificando o grupo unido para elegê-lo, dizendo que iriam continuar para eleger o Prefeito de Cascavel, esquecendo-se do égo, do interesse pessoal de cada um. Fato que sempre fica acima de qualquer outro interesse.

Colcha de retalhos - Todos se diziam unidos num firme propósito de vencer o atual Prefeito, acompanhamos a divulgação de inúmeras reuniões de G10, G11, G12, seis lá quantos Gs. Mas agora, no frigir dos ovos, a coisa não é bem assim. É um puxa pra cá, e outro puxa prá lá. Fofocas, simulações, papo furado, exageradas especulações... Este vai com aquele, aquele vai com este. Fulano será vice de cicrano. Aquele vai fechar com este porque este fez isto, por aquele, e blábláblá. Impressionante: é uma colcha de retalhos e como disse antes prevalecendo a individualidade.

Asnos voam - Sempre ouvi dizer que política é a arte da traição e da sacanagem, desde que se leve vantagem. Já ouvi Senador dizer que em política só não viu cavalo voar. Mas, por silogismo, acho que cavalo voa sim, porque asno é muito parecido com cavalo e voa. Não voa?

Tipos egocêntricos - Na política, aliás, como na vida, a gente sempre observa os tipos: malandro, o esperto, o "lóque", o trouxa, o aproveitador e o folgado, àquele que engana todo mundo e só mama, só curte. Tem aqueles que se acham a última bolacha do pacote, outros o gás da Coca-Cola, e assim vai. Um espetáculo de "eus".

Personagens personificados na vida real - Voltando ao comparativo da novela, aplicando à política, dá pra gente pensar bem e ao final destas "articulações", quem sabe identificar para a população quem são nas curvas e calçadão de nossa Avenida Brasil os Tufãos da vida, os Nilos, Lelécos, as Carminhas, as Ninas, os Maxs e porque não os Adautos. Dá não?

Política novelesca - Seria, penso eu, como diz o poeta, a novela da vida real da nossa aldeia. Sucesso de público e bilheteria. E como temos artistas bons por aqui quando o assunto é política local! Precisaria de muitas linhas para identificá-los. O povo é enganado como nas novelas, pena que nem sempre o final seja tão feliz quanto os da Janete Clair, Aguinaldo Silva, Glória Peres, Dias Gomes e outros menos votados.



25/06/2012 09h21

Lados da mesma cidade

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Santa Catarina, rogai... - Lendo os jornais da última semana observei um problema sério que vem ocorrendo com um dos hospitais mais tradicionais de Cascavel. O Hospital Santa Catarina hoje passa por sérios problemas de ordem financeira. Além da constante falta de medicamentos está faltando o básico para comprar material de higiene, inclusive papel toalha. Além de que muito recentemente já teve até a energia elétrica cortada.

Preces por patrocínio - O Hospital, que não atende particulares, tem várias pendências trabalhistas e depende unicamente do SUS, além de um convênio com a Prefeitura para atender parte do UPA II, já que perdeu o convênio do SAS (Serviço de Atenção à Saúde) do Governo do Estado.

Hospital sem médicos? - Má gestão administrativa e financeira, troca de donos, falta de investimento; tudo isto infelizmente levou o Santa Catarina a ficar nesta situação lamentável em que se encontra. A situação é tão complicada que há quatro meses a instituição está sem pagar salários para os seus médicos.

Fechar hospital é luxo - Hoje, grande parte da verba que entra no Hospital, cerca de R$ 50 mil por mês, vai diretamente para pagar parte de dívidas trabalhistas. Esperam seus colaboradores mais diretos que o Governo não espere o hospital fechar, prejudicando ainda mais e exclusivamente a população carente, para depois tentar salvá-lo.

Bom e ruim: lados da mesma moeda - É até contraditório numa cidade referência em atendimento médico ter situações como essa do Santa Catarina no atendimento público. Até porque caminhando num sentido bem inverso surgem novas realidades hospitalares de Cascavel. Muito boas, por sinal. Uma iniciativa puxando a outra; e puxando para o lado positivo.

Saindo da UTI - Outro hospital antigo da cidade, o Hospital São Lucas, ao invés de fim teve um recomeço. Com a administração da FAG tomou oxigênio e foi praticamente ressuscitado. Adquirido há pouco tempo pela família Gurgacz, o Hospital se moderniza e, paralelamente a isto, coloca-se como sustentação para o Curso de Medicina da Faculdade Assis Gurgacz.

São Lucas - O Hospital, reinaugurado este mês, criou salas de aula, auditório e completa biblioteca para que seus alunos de Medicina possam usufruir, além de estarem acompanhados por uma equipe médica do mais alto nível em diversas áreas de especialização. Alunos conviverão também com a última geração de equipamentos de hemodinâmica, ressonância magnética, tomografia e raio X, além de UTIs de primeiro mundo, completo laboratório de análises e Centro de Imagens de fazer inveja a grandes centros hospitalares do País.

Saldo positivo - Somando-se ao São Lucas, embalados e inspirados por ele, temos outros hospitais particulares, indo pelo mesmo caminho, também ampliando suas instalações e modernizando-se. Sinal de que não é verdade o que dizem por aí que hospital só dá prejuízo; com boa administração e investimento é possível se manter e até crescer.

Estrutura e profissionais - Enquanto alguns crescem, outros cambaleiam. Melhor que todos estivessem muito bem em cada uma de suas especializações. Seria bom para todos desta região que cresce a cada dia por si só, que conta com modernos equipamentos e profissionais gabaritados para atender sua gente. Melhor que hospitais modernos será o ganho que teremos com essa gente nova aprendendo e recebendo aqui, em casa, o melhor da principal indústria que ganhamos com o crescimento universitário: a Indústria do Conhecimento.



19/06/2012 11h49

Propriedades do asfalto

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Para complementar meu comentário sobre as reformas do Autódromo de Cascavel, recorro a uma informação do jornalista Luciano Monteiro postada em seu BLOG

CASCAVEL - Asfaltamento está entre os zilhões de assuntos sobre os quais não entendo patavinas. Mais fácil seria contar aqueles que compreendo de alguma forma, que meu amigo Sérgio Rodrigues contabilizaria nos dedos de uma mão.

Enfim, tratei há pouco da questão da reforma do autódromo de Cascavel e, durante a preparação do texto postado, pus-me em dúvida sobre a viabilidade de haver caminhões na pista, no caso os da Fórmula Truck, poucos dias depois da conclusão de um trabalho.

E, na dúvida, o melhor é perguntar. Vasculhando na internet, localizei os contatos do professor Bruno Almeida de Castro, que gerencia a empresa mineira Pattrol, especializada em pavimentação e traçados. E a ele recorri.

As explicações do professor Bruno , para minha própria surpresa, corroboram o que me disse o prefeito Edgar Bueno. "Não há tempo de cura para concreto betuminoso, o mais popular "asfalto"?, atestou.

A Pattrol, que tem sua sede em Belo Horizonte, nada tem a ver com as obras no autódromo cascavelense. "Acredito que, em um autódromo, devem estar aplicando CBQU", arriscou o professor Bruno, na sigla que identifica o concreto betuminoso usinado a quente. "Ele usa o CAP (cimento asfáltico de petróleo) como ligante para assegurar a "integridade" da massa asfáltica", dissertou. Esse material tem aplicação a temperaturas que variam, em escala decrescente, de 165 a entre 115 e 120 graus centígrados. "Abaixo dessa temperatura, a massa se torna estável e não necessita de tempo de cura", continuou.

O principal parâmetro para se mensurar a qualidade de uma massa asfáltica aplicada, segundo a aula do professor Bruno, é a análise do grau de compactação. "O grau de compactação ideal é de 98% em relação à referência estabelecida pelo Ensaio Marshall de dosagem da mistura", antecipou, citando o que equivaleria, em termos leigos, ao projeto da massa asfáltica. E a qualidade da massa", perguntei. "Se seu interesse for esse, questione o projeto da mistura ou massa asfáltica e o grau de compactação obtido pelo ensaio de testemunhos extraídos da pista", orientou, indicando o caminho das pedras - o trocadilho chulo é por minha conta. (Luciano Monteiro)



16/06/2012 08h43

Autódromo

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"À gosto" da Truck - As obras de revitalização do Autódromo de Cascavel - na verdade quase uma reconstrução -, continuam aceleradas. Não podia ser diferente uma vez que o prefeito assumiu, diante da presidência e do diretor de operações da Fórmula Truck, compromisso de entregar o Autódromo pronto para a corrida no dia 5 de agosto. Como haverá treinos dias 3 e 4, a estrutura da categoria deverá ser montada com pelo menos dez dias de antecedência, donde se conclui que o Autódromo deve estar pronto lá pelo dia 25 de julho. Prazo provável de ser cumprido uma vez que no meio desta semana já apresentaram in loco o modelo de estrutura do primeiro box. Sendo aprovado pelo responsável, rapidamente se farão todos os vinte e sete previstos, já que as fundações estão prontas.

Aprendendo com o erro dos outros - Também a pista está sendo alargada e em alguns trechos sendo reconstruída desde a base que foi retirada, mesmo com dúvida se haveria tempo para a "cura" do asfalto. Já houve problema parecido em Londrina quando depois da reforma na pista o asfalto se soltou todo com a passagem dos carros; situação que chegou a interromper treinos. Lá, ano passado, alegaram justamente que não houve tempo para "curar" o asfalto novo. Se estamos a menos de 50 dias para a primeira corrida será que haverá tempo? Dizem que será utilizado um novo produto do tipo "cura acelerada". Vamos aguardar.

Prioridade é subjetiva - Muitos estão criticando a obra, dizendo ser eleitoreira e que existem outras prioridades para investir o valor hoje investido lá. Mas como escrevi aqui em outra ocasião, cada um pensa de um jeito, cada um estabelece uma prioridade, e cá prá nós, cada qual conforme seu interesse.

Está no sangue - Penso que o Autódromo é importante para a cidade. Tá no sangue desta metrópole. Afinal, Cascavel começou a ser conhecida no Brasil em muito pelo seu Autódromo. Cidade que fica longe dos grandes centros, do eixo Rio/São Paulo e que se hoje, ou há pouco tempo era de difícil acesso, especialmente por via aérea, imagine nos anos 1970? E a cidade foi vista e notada exatamente pela promoção das corridas que aqui receberam Nelson Piquet, Barrichelo, Kanaan entre outros. Aqui já houve corridas sul-americanas, nacionais de várias categorias, e aqui nasceu a mais popular delas, exatamente aquela que virá reinaugurar o Autódromo: a Fórmula Truck.

Experiência pessoal - Transmitindo corridas por todo Brasil, Argentina e Uruguai, acompanhei e observei o interesse que este esporte desperta na população. O interesse é grande, especialmente em cidades do porte de Cascavel. Algumas categorias por interesse de patrocinadores preferem correr apenas em grandes centros, mas Cascavel (menor) leva uma vantagem por estar próximo ao centro de compras que é o Paraguai e a Argentina, além do atrativo das Cataratas e Itaipu. Isto sempre mexeu com o interesse daqueles que participam, sejam pilotos, patrocinadores, equipes e familiares. Hoje, soma-se a tudo isso a oportunidade de acesso mais fácil com voos regulares (espera-se, sejam mantidos) que facilitarão o deslocamento desta gente que virá trabalhar ou assistir as corridas.

Outros eventos - Além da Fórmula Truck, espera-se para Cascavel ainda neste ano o Moto1000GP, categoria promovida pelo campeoníssimo Gilson Scudeler; a GT categoria de turismo que envolve os carros dos sonhos de consumo de qualquer mortal como Ferraris e Lamborghinis, e ainda a Top Series que também envolvem Ferraris, Porsches, Lamborghinis e protótipos, só que numa corrida de Endurance, de maior duração. E quem sabe numa das manhãs de Setembro, ainda, uma STOCK CAR.

Promoter - Quer dizer: se tudo se confirmar, com cinco meses para terminar o ano teremos pelo menos 4 corridas. Tendo o Autódromo, o que se fará necessário é um grupo ou um líder que busque eventos no País e no exterior. Não fiquemos esperando cair dos céus, porque a concorrência está grande. Muitas cidades revitalizaram seus Autódromos (Guaporé, Santa Cruz do Sul, Goiânia, Caruaru).

Turismo esportivo - Se darão votos, não sei, e nem me interessa, mas sei que será muito bom para a divulgação da cidade que voltará a ser boa noticia na mídia especializada e em alguns dos principais veículos de comunicação do País. Muito bom para hotéis, restaurantes, bares, lanchonetes, shopping, pois além de pilotos, equipes, familiares, patrocinadores, com certeza o deslocamento de muita gente da região para ver e torcer. Ou alguém tem duvidas disto?



11/06/2012 09h32

Paciência tem limite

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Devagar, quase parando - Em ritmo de tartaruga; assim poderíamos classificar a maioria dos serviços públicos, ou não? (Estou aberto a nossas perspectivas se alguém conseguir provar o contrário). As notícias em relação às filas e tempo de espera são diárias e o brasileiro, cá entre nós, é paciente ao extremo.

Quem espera, sempre cansa - Brasileiro espera para conseguir vaga na creche, na escola, na fila do banco, casa popular... Fila, espera, fila, espera... É um ritmo alucinadamente lento. É de passar raiva, pra não dizer outra coisa!

Previdência sem providência - No INSS, por exemplo, quem precisa de uma perícia para auxílio doença tem que esperar pelo menos três meses. Tempo excessivo até para nós, seres saudáveis, quem dirá para quem está doente, necessitando de auxílio.

Crescemos no setor privado, estacionamos no público - O agendamento das perícias está sendo feito somente para o mês de agosto. Motivo: grande demanda e falta de peritos. Em Cascavel são realizadas 160 perícias por dia. Convenhamos, um número bem elevado. E lógico, com um número bastante reduzido de servidores é impossível dar conta de tantos atendimentos.

Cidade que cresce precisa de mais servidores - A boa notícia é que onze novos peritos foram nomeados no último concurso e serão distribuídos na regional, portanto Cascavel será contemplada. No entanto, depois de anos e anos de espera, agregar onze novos peritos é um número muito pequeno diante da necessidade. Até porque os onze novos servidores serão para atender toda a região, e só a cidade de Cascavel precisaria muito mais do que este número.

Paliativo - Mas já é um alento, pois com os novos peritos o tempo de espera deverá cair para uns 15 dias. Obviamente não é muito, mas já ajuda. Neste "meio tempo" o beneficiário até recebe o valor retroativo à consulta a partir da data que está na fila, mas enquanto isso, como faz para sobreviver? Como se recuperar de uma doença, se a maioria delas se tornam psicossomáticas diante da preocupação com as contas a pagar. É difícil, não?

INSS x Plano de saúde - Infelizmente nossas autoridades não estão nem ai para os problemas da população. Tem gente que não recolhe para os cofres do INSS há muito tempo, no entanto também têm aqueles que recolhem e nenhum beneficio recebem; como tem muita gente que recolhe por ser obrigado por estar registrado numa empresa, mas que nunca usou o benefício e nem usará, pois se obriga a ter um plano de saúde para um melhor atendimento.

Paciente, duas vezes - Os problemas com as filas de espera não param aí. Quem precisa de uma cirurgia de catarata enfrenta situação semelhante. Para fazer o procedimento pelo SUS é preciso esperar meses, às vezes mais de um ano. Só aqui em Cascavel cerca de 300 pessoas estão à espera do procedimento que é realizado por duas clínicas particulares. Até quando minha gente? Até quando toda essa passividade?



04/06/2012 09h20

PF e Carros Fortes

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Sem espaço - Já tem muito tempo que a Prefeitura de Cascavel tenta encontrar uma área para a instalação de uma nova delegacia da Polícia Federal. Onde a PF está localizada hoje, na Rua Paraná, seu pessoal sofre com a falta de espaço para atender todas as necessidades da instituição. Não só para acolher o pessoal e atender o público, mas também para depósito de material, drogas, cigarros e carros apreendidos, por exemplo.

Opção - Os responsáveis andaram conversando, houve a sugestão de alguns locais, mas nenhum foi bem aceito. Nem pela própria Polícia Federal, nem pelos vereadores cascavelenses. Há algum tempo, em conversa com empresários, surgiu a lembrança de um ótimo local para resolver este problema. Uma área de 12 mil metros quadrados, muito bem localizada e que hoje abriga o INCRA em Cascavel.

Onde sobra espaço - Onde fica o INCRA há uma estrutura de pelo menos 30 anos. É uma estrutura deficitária, muito ultrapassada, sem investimentos, com casas antigas e de madeira. Porém é lá que tem o principal: amplo espaço para construir novos prédios.

Pontos a favor - São 12 mil metros que já serviram de depósito para a Receita Federal e a própria Polícia Federal que lá colocaram vários carros e ônibus apreendidos. O terreno já é da União. Isto é um ponto que pode facilitar as coisas. Constrói-se a sede da Polícia Federal num espaço amplo e ainda, no embalo, substitui-se e moderniza-se o espaço antigo do próprio INCRA, dando inclusive melhores condições de trabalho aos seus quase 30 funcionários que estão lá, meio abandonados, num espaço arcaico e ultrapassado.

Uma forcinha política - Aliás, os nossos deputados federais poderiam unir forças nesta possibilidade e conseguir que o governo federal resolva de uma só vez dois problemas. Como diz o velho ditado "matariam dois coelhos com uma cajadada só". Mas parece que eles não estão muito a fim desta solução, porque até agora nada foi feito neste sentido.

Razão para se unir - Esta é uma necessidade da cidade. Por esta causa eles poderiam se unir, sem melindres - afinal a idéia não é de nenhum deles, e por esta razão evitaria disputas bobas -, e ainda estariam de fato representando os interesses da cidade. Nada como uma união de esforços para um bem comum, afinal a área está lá disponível, sem custo. Com um pouco de boa vontade podem resolver, e logo.

Carros fortes - Outro problema que continua incomodando é a situação dos carros fortes na cidade; assunto que já foi pauta inclusive de sessão da Câmara, mas ficou sem solução. Este é mais um assunto muito sério. Quem não fica inseguro quando um carro destes de transporte de valores se aproxima na calçada? Ou quando fazem aquelas paradas em fila dupla, em cima da calçada, do Calçadão, no estacionamento dos supermercados?

Dinheiro x vida - A impressão que se tem é de que os valores que serão ali coletados são bem mais valiosos que a vida de qualquer um de nós que ficamos constantemente expostos a este absurdo. O carro estaciona a onde bem entende, de dentro daqueles cofres ambulantes saem seguranças com armas de grosso calibre, olhando de um lado e de outro em busca de eventuais assaltantes. Todos se esquecem do mais importante, da minha, da sua vida. Se esquecem da segurança do cliente, do funcionário. Nós que nada temos com a operação, nunca recebemos nenhum treinamento para uma situação de assalto.

Espaço exclusivo - Em respeito a todos, inclusive aos trabalhadores dos próprios carros fortes que ficam sempre na iminência de serem surpreendidos por qualquer bandido, as regras deveriam ser outras. Por exemplo, ter um local exclusivo para efetuar o transporte e a coleta de valores. Espaço seguro para transeuntes e clientes na captação destes valores. Do contrário que corram os riscos eles mesmos com seu dinheiro e não quem não tem nada com o assunto, que está passando pelo carro forte estacionado sem nem prestar atenção naquilo que ocorre no momento. E desatenciosos, sobrar pra nós, porque os bandidos estão cada vez mais ousados e não pensam duas vezes antes de usar algum desavisado como escudo para um assalto.



28/05/2012 07h32

Cascavel mais próxima do mundo

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Viagem mais "curta" - Nesta semana falava com o Luiz Carlos Largo e ele - que se criou aqui, mas depois foi trabalhar nos Estados Unidos, onde ficou por mais de cinco anos na ESPN Internacional, agora está na ESPN Brasil em São Paulo - disse-me estar muito feliz com a possibilidade, agora real, de estar mais vezes próximo a sua família que aqui vive.

Com alternativas - "Antes eu tinha muita dificuldade em ir para Cascavel. Como a folga é curta, tinha que pegar voo para Foz e depois ir de carro para Cascavel. Perdia muito tempo, cansava muito e, por isso, acabava não indo. Agora ficou bem fácil. Com estas três opções de companhias aéreas posso ir com mais frequência ver minha família".

Estar lá sem ausentar-se daqui - Falo do Largo para citar só um exemplo das vantagens adquiridas por pessoas comuns, empresários, artistas, com a oferta de voos de empresas aéreas concorrentes para Cascavel. Hoje você sai daqui num voo das 6 ou 7 da manhã, passa o dia em Curitiba, seja em exames médicos ou mesmo a trabalho, e volta no meio da noite sem prejudicar em nada sua rotina de vida e de trabalho. Sem causar prejuízos por sua ausência na cidade.

Cascavel, conexão aérea - Esta semana fui ao Aeroporto buscar um amigo e tive o prazer de ver descendo em nosso aeroporto os atletas que participarão da Taça Brasil de Ginástica em Toledo. Atletas renomados, olímpicos, entre eles a campeoníssima Daiane dos Santos.

Mais voos, mais negócios, maior visibilidade - Traduzindo em miúdos, isto quer dizer que ofertas de voos em nosso Aeroporto também servirão, em muito, para atender as cidades do entorno de Cascavel. Não só para as atividades esportivas, mas para negócios. Quem antes tinha que descer em Foz e andar 140 quilômetros de carro numa estrada perigosa hoje encontra muito mais facilidade descendo em Cascavel.

Bendita seja a concorrência - Sem considerar ainda a significativa baixa nos preços das passagens em razão da concorrência. Hoje você vai e volta para Curitiba e São Paulo por menos da metade dos valores pagos anteriormente só para ir. Um ganho considerável para os cascavelenses. Isto me lembra das Faculdades. Antes os Pais mandavam seus filhos para estudarem em cidades maiores por falta delas. Hoje temos várias opções e alunos estão vindo de fora para cá. Houve uma inversão. No caso do vôos, empresários estavam indo embora pelas dificuldades de transporte. Hoje estão ficando.

A parte do Poder Público - Tanto a chegada de Daiane como o testemunho de Largo nos diz que tudo isso é muito bom para a cidade. E a Prefeitura não deve parar de investir e estimular a área. Deve melhorar ainda mais a infraestrutura de nosso Aeroporto, melhorar salas de embarque, desembarque, entrega de malas e banheiros. Não podemos perder nenhum destes voos e ainda, se possível, ter outros.

O futuro chega mais rápido pelo ar - Logo precisaremos de mais. Afinal a cidade cresce no ritmo das aeronaves, com muita velocidade, e merece estar "aberta" ao mundo o que só é possível se houver acesso viável a ela, transporte digno e de qualidade.

Dizem que alegria de pobre dura pouco - preocupante a informação desta segunda-feira do anúncio de fusão entre TRIP e AZUL. Isto por certo vai tirar os horários que eram da TRIP ( a que melhor nos atendia) , já que a empresa vai funcionar como AZUL pois seus acionistas terão 80 % das ações da nova empresa..

Pendências estruturais - Portanto, que nossas autoridades se empenhem ainda mais na conclusão das obras de alargamento da pista e de conseguirem o famoso caminhão de bombeiros para evitar que ações, por outros interesses, acabem frustrando e interrompendo esta nova e fantástica realidade de transporte aéreo Cascavelense e consigam trazer para cá pelo menos o Boeing da GOL para substituir a provável perda dos horários hoje oferecidos pela TRIP.



18/05/2012 07h15

A moradia e seus detalhes

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Contingência - O déficit habitacional em todo o País não é novidade para ninguém. Casa própria, ainda que modesta, até pouco tempo - e ainda hoje -, é quase um artigo de luxo. Só em Cascavel, por exemplo, 14 mil pessoas esperam na fila pelo benefício da casa própria, impulsionados na esperança pela publicidade de programas do governo federal focados nesta questão.

Se há demanda, vira promessa política - Todos nós também sabemos que, por ser um sonho do brasileiro, a questão da moradia é um dos maiores motes de campanhas eleitorais (e não será diferente neste ano). Todos os candidatos prometem construir muitas casas - seja candidato a governador, presidente da República ou prefeito. É impressionante como prometem e depois não dão a mínima para esta real necessidade da população.

Compromisso omitido - Normalmente, no afoito de conquistar eleitores, a promessa é de entregar milhares; no entanto o que acontece no final do mandato (quando acontece) é a construção de poucas dezenas de moradias. Os problemas, porém, não param nas promessas não cumpridas.

Vende-se - Quando estas casas prometidas em campanhas se tornam realidade, aparece outro grave problema, fato que também não é mais novidade para ninguém: a prática de venda das casas repassadas por espertalhões, que sabe-se lá como, conseguem mais de uma casa nestes programas habitacionais.

Burlando o sistema - Aliás, um esquema a ser investigado, uma vez que para o cidadão comum, geralmente àquele que efetivamente precisa do benefício, que segue as regras e a burocracia, é uma dificuldade ser contemplado. Mas os "espertos" parecem ter vantagens. E como obtém a moradia com certa facilidade, imediatamente a vende para obter lucro fácil.

Passível de punições - Isso não acontece por falta de critérios. A regra é clara: beneficiados pelo programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, por exemplo, não podem comercializar, entregar, nem alugar o imóvel; regras que não impedem que as proibições aconteçam. A negociação é mais comum do que se pensa. E qual a punição? Teoricamente, quem desobedece não poderia participar novamente de outro programa do tipo. Em teoria...

Reportagem - Na semana que passou a CATVE denunciou que alguns moradores do Parque dos Ipês, no bairro Santa Cruz, estariam sendo investigados pela possível venda de imóveis recebidos através de programas governamentais. As moradias são negociadas por 6, 7, 8 mil reais. Gente que não quer garantir um teto, mas sim lucrar com o processo de falta de moradias. Gente malandra e de má fé que tripudia em cima dos mais humildes, explorando-os, cobrando por algo que não poderiam vender, aproveitando do desespero de quem precisa, às vezes desesperadamente, de um lugar digno para viver com sua família.

Mais rigor - Passou da hora de acontecer uma punição exemplar para estes espertalhões. E não deve ser lá tão difícil descobrir como conseguem burlar o sistema, pois se tudo é feito por cadastro e inscrições, algum rastro fica. Como acontece o esquema desta facilidade deve estar por aí, nos registros. De outro lado, o Tribunal de Contas do Estado ou da União também deveriam penalizar àqueles que prometem moradias para o povo e que, infelizmente e habitualmente, não cumprem.



14/05/2012 07h20

Cascavel com oposição sem consenso

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Nem só de partidarismo vive a política - Meus caros, hoje escrevo sobre algo que felizmente não é lá muito minha praia. Embora sempre ouça que o maior analfabeto é o analfabeto político, reconheço que não transito muito bem na política partidária. Não que eu não goste de política, porque todos nós fazemos política a toda hora no dia a dia. No relacionamento, nas tratativas profissionais, no apoio a algumas causas e em ações que fazemos. Apenas não vivo a política de partidos.

Sem tolerância para trairagem - O que a gente percebe nos acontecimentos na lida da política partidária é que todos os dias há muita trairagem, muito disse-que-disse, briga de egos, gente sendo usada até sem saber.

Ossos do ofício - Desde que me conheço como um profissional do meio de comunicação (e faz bastante tempo) já passaram diversos políticos pela minha sala, seja por meio de meus convites ou de convites de responsáveis por programas de TV e mais recentemente rádio.

Repertório - Já recebi Mário Covas, Ulisses Guimarães, Maluf, Fernando Collor, Fernando Henrique, Lula por muitas vezes, Leonel Brizola, Álvaro Dias, Requião, Lerner, José Richa, Ney Braga, Beto Richa, Esperidião Amin, Magno Malta, Valdir Raup, enfim candidatos e eleitos à presidência da República, candidatos e eleitos a governador, deputados, senadores, enfim gente do mais alto quilate da política partidária brasileira, dos menos até os mais votados.

Sobre candidatos e vices - Então já ouvi e presenciei de tudo. Queixas, reclamações, acordos, elogios, críticas e demonstração de apreço e também de ciúmes. Uma das coisas que sempre rolou nestas conversas de sala e antessala é a de que para ser candidato ou para ser vice de candidato tem de ter essencialmente votos, dinheiro e apoios para gerar espaço de TV . A ordem das "qualidades" não importa.

Disputa pelo apoio do governador - Para estas próximas eleições a prefeito de Cascavel, tenho presenciado uma série de manifestações sobre a importância do apoio do governador do Estado e que este condicionou o apoio se houver um nome de consenso do grupo que o apoiou nas últimas eleições e que lhe garantiu uma vitória maiúscula aqui na região não só contra o adversário direto, mas contra o atual prefeito que era o principal cabo eleitoral de seu adversário. Mas o que está acontecendo?

Sem consenso - Acontece o que parece inevitável em nossa cidade antropofágica: está difícil unidade em torno de um nome de consenso, embora neste momento de pré-convenção partidária, muito das articulações políticas e do que se divulga podem ser mera especulação. Enquanto isso, o grupo que apoiou o governador sofre com a vontade e a possibilidade, devido ao segundo turno, de ter muitos candidatos. Pelo menos quatro nomes manifestam este interesse e objetivo.

Entre o sonho e o profissionalismo - Tem gente inclusive que já disse que não abre mão. Alguns deles têm dinheiro, mas não têm voto. Outros não têm tempo de TV e rádio. Outro não tem nenhum nem outro, mas tem o sonho. Impossível que políticos profissionais não tenham uma pesquisa de economia interna para avaliar suas possíveis candidaturas e baseados nisto agir com bom senso e deixar a disputa para quem realmente tem bala na agulha para encarar, não dar vexame e facilitar para o adversário de maior força..

Efeito colateral do segundo turno - Se não tivermos candidatos de qualidade - seja de possibilidades financeiras para não morrer na praia, seja de propósitos coletivos e não egocêntricos -, de que adiantou brigar tanto por este segundo turno? De que adiantará termos o segundo turno se os políticos da cidade não tiverem SIMANCOL? De que adiantará termos o segundo turno se os políticos da cidade estão todos de coturno para um combate autofágico? Se agirem assim, voltados para o próximo nariz, a reeleição parece que esta caindo no colo do atual mandatário diante desta "Torre de Babel", dai serão mais quatro anos de choros e lamurias . Será que, ou por falta de assunto ou do que fazer e sem propostas factíveis é o que na verdade querem?



Jorge Guirado
A frente da Catve, Jorge está desde 2004, mas essa história começou bem antes. Em 1979, o apresentador tem suas primeiras experiências em televisão com a implantação da TV Tarobá, emissora na qual teve o cargo de diretor geral por 21 anos, lá idealizou em 1994 e realizou até 2003 o Dia da Bondade em Cascavel, Londrina, Foz do Iguaçu e por último em Toledo.

Na filial da Band, criou e colocou no ar vários programas. Apresentou os Programas, Melhor da Rodada e Placar de Opiniões. Sua carreira na Band também inclui a criação e implantação da TV Tarobá de Londrina inaugurada em 1996, a qual dirigiu por sete anos.
As narrações de jogos na afiliada da BAND passam pelos Campeonatos Gaúcho e Paranaense de Futebol, Copa Libertadores da América, Chave Ouro, Sul americano de Seleções de Futsal e Liga Futsal.
Em grandes coberturas da Band, Jorge participou da equipe de produção nas Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994, e ainda, nas Olimpíadas de Los Angeles e Atlanta.
Jorge foi diretor de imagens durante eventos como Stock Car, Fórmula Truck, Carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia, e em três etapas brasileiras do Mundial de Motovelocidade, imagens estas destinadas a Dorna TV, que distribui o sinal das corridas para 180 países.
Com serviços para a Band, SBT, Globo e Espn, durante 20 anos foi diretor de imagens dos Campeonatos Brasileiro de Futebol, Copa dos Campeões, Copa do Brasil, Libertadores da América, Pré-olímpico de Futebol, Liga Mundial de Voleibol e Copa América de Futebol realizada uma no Paraguai e outra na Bolívia.

Dirigiu também as 3 etapas da Fórmula INDY realizadas no Rio de Janeiro com transmissões para ABC e ESPN INT dos EUA, Band e SBT e o Panamericano de Basquetebol em Montevidéu no Uruguai.
Durante cinco anos dirigiu imagens da Fórmula 3 Sul americana para Espn Internacional na Argentina , Uruguai e Brasil, as etapas brasileiras da World Series e da WTCC, entre outras categorias do automobilismo nacional.

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