11/08/2011 15h17

Uniformes

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Ideias e pessoas - Existe uma frase - infelizmente não sei a autoria para dar o devido crédito, mas é a seguinte: "grandes mentes discutem ideias, mentes medianas discutem eventos e mentes pequenas discutem pessoas”. Em Cascavel parece que falta algo no sentido de ideias e projetos. Falta união de forças para conseguirmos tudo que for possível oferecer aos nossos - filhos, família, nossa gente. Conseguir para cidade aquilo que gere frutos, empregos, resultados. É um ganho coletivo.

Guerra - Aqui adversários políticos são na verdade inimigos. Inimigos pessoais. Também concorrentes em atividade afins, num mesmo setor da economia. Se odeiam. Em alguns casos não fazem questão de dissimular; fica escancarado, especialmente aos olhos de quem administra organismos públicos. A conversa é neste tom: "se você liberar, se você ceder, eu vou bater em você, e muito..." E por aí vai. Não importa que isto prejudique pessoas que nada tem com o ciúme, a raiva, a ganância e a arrogância daquele que assim agem. Lamentável. Coisa de pequenas e pobres mentes.



Investigação - Neste episódio da votação do pedido de investigação de irregularidade em compras realizadas pela Prefeitura acompanhamos um festival de absurdos. Manobras e ações políticas que deixaram no ar um cheiro de coisa errada (se é que coisa errada deixa cheiro). Diz o ditado: onde existe fumaça há fogo. Outro diz: quem não deve não teme. Ditados usados para perguntar: se não houve algo irregular porque suspender parte do pagamento?



Apenas um pedido... - Se não existe uma mínima possibilidade de superfaturamento, material impróprio, etc., porque tantas manobras para não permitir passar um simples pedido de investigação? Medo do desgaste? Mas se nada existia seria um salvo conduto, uma prova de que o patrimônio público é bem administrado, ou não? Se não tem medo porque colocar funcionários duas horas e meia antes do início da sessão tomando todas as cadeiras da Câmara? E especialmente porque exonerar secretários que são suplentes de vereador? Medo? Medo de quê, se não houve irregularidade na compra do material escolar? Era só um pedido de investigação!

Joguinho? - Do outro lado; se era só uma investigação porque deixar passar a idéia de que era um pedido de cassação? Foi um erro proposital apenas para manter o assunto na mídia? Foi apenas orquestração política para desgastar o adversário? Parece que não existe preocupação com o interesse público e sim apenas interesse no poder pelo poder.

Câmara - Vereadores do afamado grupo G10 não sabiam nem em que votavam. Ou como diz aquele outro velho ditado, sabiam, mas se fingiram de mortos para ludibriar o coveiro? Afinal, quanto mais confuso melhor para quem é difuso. Será? É lamentável.

Entidades - É triste porque a gente não observa as entidades de classe se manifestarem em favor da cidade. São omissas. E olha que algumas chegam até a fazer campanhas por moralidade, voto útil. Manifestam-se só quando é do interesses delas?

Porque só dos uniformes? - Por outro lado é muito complicado entender que no caso dos uniformes escolares, questão levantada por um vereador que cumpre seu papel constitucional, alguém pegue uma carona para defenestrar o adversário político. Mas ninguém se manifesta sobre um escárnio com a população que é o valor pago pela coleta do lixo. Serviço que em Londrina, 2ª cidade do Estado, custa R$ 8,7 milhões ao ano e entidades cobram da Prefeitura de lá que baixe; e aqui na 5ª cidade do Estado custa R$ 19,1 milhões ao ano, mais que o dobro. Porque se calam? É a pergunta que não quer calar para o G33, afinal, a não ser que eu seja muito ruim de matemática, tudo que foi pago pelos uniformes (com dinheiro federal) não paga um mês da coleta do lixo (dinheiro nosso).
















Jorge Guirado
A frente da Catve, Jorge está desde 2004, mas essa história começou bem antes. Em 1979, o apresentador tem suas primeiras experiências em televisão com a implantação da TV Tarobá, emissora na qual teve o cargo de diretor geral por 21 anos, lá idealizou em 1994 e realizou até 2003 o Dia da Bondade em Cascavel, Londrina, Foz do Iguaçu e por último em Toledo.

Na filial da Band, criou e colocou no ar vários programas. Apresentou os Programas, Melhor da Rodada e Placar de Opiniões. Sua carreira na Band também inclui a criação e implantação da TV Tarobá de Londrina inaugurada em 1996, a qual dirigiu por sete anos.
As narrações de jogos na afiliada da BAND passam pelos Campeonatos Gaúcho e Paranaense de Futebol, Copa Libertadores da América, Chave Ouro, Sul americano de Seleções de Futsal e Liga Futsal.
Em grandes coberturas da Band, Jorge participou da equipe de produção nas Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994, e ainda, nas Olimpíadas de Los Angeles e Atlanta.
Jorge foi diretor de imagens durante eventos como Stock Car, Fórmula Truck, Carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia, e em três etapas brasileiras do Mundial de Motovelocidade, imagens estas destinadas a Dorna TV, que distribui o sinal das corridas para 180 países.
Com serviços para a Band, SBT, Globo e Espn, durante 20 anos foi diretor de imagens dos Campeonatos Brasileiro de Futebol, Copa dos Campeões, Copa do Brasil, Libertadores da América, Pré-olímpico de Futebol, Liga Mundial de Voleibol e Copa América de Futebol realizada uma no Paraguai e outra na Bolívia.

Dirigiu também as 3 etapas da Fórmula INDY realizadas no Rio de Janeiro com transmissões para ABC e ESPN INT dos EUA, Band e SBT e o Panamericano de Basquetebol em Montevidéu no Uruguai.
Durante cinco anos dirigiu imagens da Fórmula 3 Sul americana para Espn Internacional na Argentina , Uruguai e Brasil, as etapas brasileiras da World Series e da WTCC, entre outras categorias do automobilismo nacional.

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