10/09/2011 11h09

Resumo das quartas-de-final da Liga Futsal 2011

Compartilhe


Jorge Guirado e Geraldo Magela fazem um breve relato dos jogos das quartas-de-final da Liga Futsal 2011, e uma perspectiva das semi-finais



10/09/2011 09h08

Piadas verdadeiras

Compartilhe


KADAFI faz o mesmo há 40 anos, inclusive torturando presos para os Estados Unidos. Agora querem condená-lo por crimes contra a humanidade. Meio tarde não?

10 anos depois dos ataques ao WTC descobriu-se que o machão BUSH, todo poderoso presidente americano não estava na Casa Branca ou no Pentágono, não estava em terra. Estava voando com o Air Force One de lá para cá, de cá para lá, fugindo dos possíveis ataques.

10 anos depois descobriu-se que a maior potência do mundo, que ataca a todos quando quer, que se mete em vários países, para se defender dos ataques terroristas e sem saber ao certo de quem, mandou um caça. Apenas um caça e ainda assim sem munição para numa ação kamikaze do piloto derrubar os "terroristas" batendo no avião em que estavam em sua maioria concidadãos americanos....

Jaqueline Roriz é flagrada em vídeo recebendo propina. Dinheiro para sua campanha em troca de apoio de seu grupo. Eleita. Seus pares da câmara a absolvem porque ela ainda não era deputada. Mas, conseguiu ser pelo apoio financeiro desta propina. Como em 2006 ainda não era "autoridade" eles a absolveram. Ao sair da sessão na Câmara ela diz pra uma repórter/humorista que ser rica e política tem lá suas vantagens na defesa. E, como tem...

Não precisa de mais de 4 dias de chuvas para que cidades do Vale do Itajaí em Santa Catarina tenham problemas. Inundam, desabrigam. Fazem seu povo sofrer. Uma delas a linda Blumenau. O Vale do Itajaí sofre assim de 1980, 81, 82....90, 91, 92...2000, 2001,...2010, 2011. Nada fazem. Só arrecadam e enganam o povo nas eleições com promessas de resolver. O povo é muito ordeiro, bom e pacífico por sorte destes mandatários.....

Nos morros do Rio a Polícia finge que prende, que expulsa o tráfico. Os traficantes fingem que respeitam as UPPs e que não subornam ninguém. É como dizia Vampeta: "O Flamengo finge que paga e nóis finge que joga". E lá se vão bilhões para Maracanã na terceira reforma , bilhões pra Olimpíada, destruição do Autódromo, matam juíza...é o RIO lindo e MARavilhoso....

A Câmara de Cascavel vai votar e os vereadores mesmo depois do assunto estar na boca de toda cidade e da mídia, há mais de 90 dias, não sabem se votam investigação ou cassação. Confusão proposital ou incompetência da oposição? Cala boca mesmo...

A vizinha Toledo tem teatro, parque com piscina popular, esta transformando ginásio em arena multiuso, tem zona rural asfaltada, tem 5 restaurantes populares e paga pelos uniformes escolares com material melhor metade que Cascavel. E lá o dinheiro é do município e aqui é Federal. A população de Cascavel somada é quase 3 vezes maior que a do vizinho. O que a população de Toledo tem que a nossa não tem para merecer esta atenção da Administração Pública?

Em Toledo a zona rural é asfaltada. Sim, é menor que aqui. Aqui quando chove dois dias seguidos, como agora, os alunos não podem ir para a escola e os agricultores não chegam e nem saem de seus sítios, fazendas ou o que seja em razão das estradas intransitáveis.



09/09/2011 11h24

Conflito pessoal

Compartilhe


Muitas vezes o ser humano passa por conflitos. O pior deles sem dúvida é o conflito do seu lado pessoal com o profissional. Já me vi muitas vezes nesta situação ao longo destes muitos anos de trabalho na TV. Confesso não ser uma situação fácil de administrar.

O lado ruim da TV - Na TV você fica exposto por demais. Fica vulnerável, sujeito a muitas críticas, ofensas, maldade. É pau de todo lado. As pessoas se esquecem que atrás de um profissional de comunicação - como de um médico, policial ou o que seja -, está um ser humano. Ser humano sujeito a erros e acertos. Um ser humano que tem emoções, que tem time, amigo; que tem àqueles de quem gosta e também os que não gosta.

Pessoal x profissional - Em exposição, quando você faz uma crítica, muitas pessoas não aceitam separar os dois lados, entendendo que você criticou o lado profissional e não o pessoal. Seja técnico ou jogador; prefeito, vereador ou secretário. Não é nada pessoal. Mas infelizmente sempre levam pro lado pessoal. E quando você fica em conflito entre a sua vida pessoal e sua vida profissional, também não aceitam.

Família... - Confesso que tive este conflito na terça feira no jogo Cascavel x Marechal. Sou de Cascavel. Aqui vivo. Aqui tenho minha família. Reivindico e torço pelo melhor da cidade. O melhor para a cidade será o melhor para meus filhos, minha mulher, para as pessoas que amo.

Parceiros... - Mas, não posso esquecer-me daqueles que me respeitam. Daqueles que me tratam bem. Que tem consideração por mim e pela emissora que visto a camisa. Daqueles que tem consideração pela empresa que eu defendo ao ponto de se deslocarem dirigindo na neblina, na chuva ou numa estrada com muito caminhão, 70 km pra vir e 70 km pra voltar, apenas para participar de um programa de TV. Isto é profissionalismo deles claro; fazem publicidade e promovem seu time, claro; mas também é muito respeito pelo que a gente faz.

Parceiros com nomes - O Marquinhos Xavier, o Eduardo Santana, Renan, Gadeia, Dyego, Marcel, Vitor, Rafael já fizeram isto. Fizeram por mais de uma vez. Eles são profissionais e eles entenderiam perfeitamente que seria normal eu até torcer pra que o Marechal perdesse, afinal de contas, embora a gente dê o maior espaço possível pra eles, o Cascavel é o time de minha cidade.

Apenas um lance de jogo? - Normal. Tenho quase certeza. Mas, meu conflito surgiu num lance do jogo. Valença chutou uma bola. (Pra mim errado, porque chutou no adversário quando poderia ter tocado de lado e fugido da defesa). No contra-ataque o Caça correu pra fazer a jogada em direção ao gol. Aí sai o goleiro Léo Oliveira para fazer a interceptação. Ficou no caminho. Sentiu uma contusão. A princípio falamos da panturrilha. Na verdade uma contusão no joelho. Felizmente não pra caso cirúrgico, mas que tirou dele a chance de disputar uma competição internacional pela Seleção Brasileira, a Copa América na Argentina. Porque do meu conflito?

Meu conflito do jogo - Eu narrava o lance, acima citado, e antes do jogador Caça chegar até a bola eu disse da contusão do Léo. Fiquei constrangido em gritar o gol. Não pela contusão em si, porque o atleta está sujeito a isto, mas pelo Léo Oliveira. Grande goleiro da Seleção Brasileira e gente da maior qualidade. Eu sinceramente fiquei numa situação desconfortável. O Léo já veio de Marechal aqui por mais de uma vez. Trouxe inclusive a esposa. Sempre ficou o programa inteiro. Bom papo, alegre, inteligente, coerente. Estas pessoas são raras, e por serem raras a gente precisa saber preservá-las. Boa e rápida recuperação meu caro LÉO OLIVEIRA. Torço por você... mas, pode voltar a jogar depois do Cascavel x Marechal na semifinal da Liga tá!



03/09/2011 11h39

Pré-jogo entre Cascavel e Florianópolis pela Liga Futsal 2011

Compartilhe


Jorge Guirado e Geraldo Magela fazem um bate papo descontraído sobre o jogo desta tarde



03/09/2011 08h32

Onde está o erro?

Compartilhe


Sociedade assustada - Assusta-nos ver a marginalidade na rua. Assusta-nos ver a criminalidade nos noticiários... Especialmente, a banalidade dos motivos...

Violência nas escolas - Pior que tudo isso, é ver esses atos dentro da escola. Escola que nós como filhos aprendemos que é nossa segunda casa. E hoje como pais, repassamos o amor, respeito e consideração que devemos ter com o local que consideramos extensão do nosso lar.

Apenas na lembrança - Lembro-me até hoje das temidas sextas, por exemplo... Dia em que cantávamos, mesmo contra a vontade, o hino nacional, o hino da bandeira e até o hino da cidade. Os momentos obrigatórios de reflexão e oração das aulas de religião, dos minutos de sermões que eram incompatíveis com o tempo do relógio, durando as vezes uma verdadeira eternidade!

Ontem inútil... ? Enfim, poderia ficar aqui listando todos os deveres e obrigações que nos eram repassados na escola e que mesmo não concordando, na época, mesmo não gostando ou sei lá o quê, tínhamos o compromisso de fazer e fazer bem feito.

...hoje essencial - De lá para cá, é claro, se passou algum tempo, passaram-se alguns anos... Mas que abismo é esse que separa o meu tempo de escola aos tempos atuais? O mundo só evoluiu em tecnologia, em ofertas de bens de consumo, no acesso à informação? E no respeito às pessoas, ao patrimônio público, ao chefe, ao professor e ao diretor? Será que este mesmo mundo regrediu?

Batata quente - Respeito esse que hoje os pais estão impetrando aos educadores a responsabilidade a eles designada... Notícias de vandalismo, agressão, violência dentro das escolas nos deixam ainda mais inconformados do que o normal...

Socorro - Chegamos a tal ponto que precisamos pedir socorro à capital do estado para resolver os nossos conflitos que infelizmente fugiram ao controle de qualquer comunidade meramente escolar.

Bandidos? - Somos obrigados a convocar o socorro de autoridades públicas para lidar com crianças, adolescentes que perderam a noção do limite - se é que um dia o tiveram -; e por que perderam essa noção, esses jovens hoje dominam erroneamente os seus pais...

Limites - E essa queda de braço vai desde a fúria de adolescentes inconsequentes que buscam mostrar por meio de atos tão deprimentes como vandalismo, drogas, bebidas até a ingenuidade de um bebê que chora e faz birra quando não alcança o esperado. Todos somos dotados de vontades, sonhos e desejos. Mas é preciso dosar cada passo, cada ato. E como fazer isso?

Cadê o manual - Será que teremos de buscar nos antigos um manual, uma cartilha, um vídeo de orientação? Sinceramente, trabalhando em televisão e assustado vendo o que ocorre, já estou pensando em pedir ao meu pai e a minha mãe para gravarem um vídeo mostrando como fazer, afinal de contas não nasci em berço de ouro.

Faltou recurso, mas não educação - Bem ao contrário, nasci na Vila Nova em Londrina, estudei em colégio público, amassei barro, comi poeira, passei muitas vezes por debaixo da catraca por não ter dinheiro para pagar a passagem, e quando não mais conseguia passar por debaixo da catraca, pelo tamanho, ia para o colégio á pé. Nem por isto briguei na escola. Sempre respeitei meus professores, diretores e colegas de classe e hoje vivo feliz com a vida sem nenhuma frustração por deixar de ter algo naquela época...



02/09/2011 15h07

Susto

Compartilhe


Olha, hoje passei por uma sensação muito estranha. Estávamos na sala em três, batendo um papo amistoso sobre tv e jornal, de repente comecei a sentir um tremor. Olhei e ninguém se manifestou. O Zé Antonio apenas deslocou a cadeira, olhando pra trás. Reginaldo que participava da roda nada. Nem se manifestou.

Eram quase 11 horas. Outra vez um tremor, senti forte. O quadro da parede balançou. O tv de plasma deslocou. Pensei comigo: na primeira vez imaginei que fosse a cadeira sentindo o peso do corpinho de 130 quilos. Fiquei quieto para não me atazanarem. Eis que surge a primeira dama correndo. : "sentiram o tremor ?" "O prédio tremeu. Lá no jornalismo mexeu tudo". Daí eu me encorajei e disse que sim. Havia sentido. Senti também uma alegria a de que não era a cadeira reclamando do corpinho.

O Zé Antonio também confirmou. Disse que até tinha mexido a cadeira por desconforto. Que sensação estranha. Fico imaginando quem mora na Califórnia (EUA), no Japão, no México, no Chile, lugares onde é habitual este acontecimento. Na Copa de 1986 estive no México por mais de dois meses, lá acompanhei a destruição que causou. Lá vi uma Igreja, a de Guadalupe toda rachada, prédios destruídos, casas. Lá fui num abrigo da Cruz Vermelha onde estavam os órfãos do terremoto. Era muita criança.

O medo e o silêncio num pequeno tremor sentido em Cascavel, oriundo de 6,4 graus na Argentina faz a gente pensar na terra abençoada e de tão poucas catástrofes vivemos. Precisamos cuidá-la melhor.



31/08/2011 13h18

Liga Futsal 2011

Compartilhe


Lendo o regulamento da LIGA FUTSAL observei que um dos artigos diz textualmente que os jogos de Santos, Corinthians e São Paulo não podem receber torcedores que não os destas equipes, ou seja, jogos de uma torcida só. Isto para evitar arruaças, brigas enfim violência em geral. Ponto para a organização da LIGA, pois já que os torcedores não se conscientizam que uma praça esportiva é para se divertir tem mesmo é que impedir o acesso dos brigões.

No mesmo regulamento está definido que os ginásios para receberem semifinal e final devem comportar 3 mil torcedores, com laudo aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Já que o CASCAVEL vai muito bem no campeonato isto pode ser uma preocupação. O time está classificado para as quartas-de-final devendo decidir com Santos ou Marechal uma das vagas para a semifinal. Se passar, e como está jogando tem boas chances de avançar, irá perder um de seus trunfos que é o "CALDEIRÃO" da Neva.

Para Cascavel e Marechal não se enfrentarem nas quartas-de-final basta que o Marechal ganhe em casa do desclassificado Suzano e que o Cascavel ao menos empate em casa com o Florianópolis. Ambos serão os primeiros de sua Chave e pegarão os segundos de cada uma delas. Se passarem teremos a inédita presença de duas equipes Paranaenses nas semifinais.

Pelo regulamento a final entre os dois será impossível. Enfrentam-se numa das semifinais. Se confirmadas em quadra, a expectativa é que as quartas-de-final (mata-mata) sejam entre Joinville x Marechal, Orlândia x Carlos Barbosa, Corinhians x São José e Santos x Cascavel. Em caso de resultados iguais (dois empates ou uma vitória de cada um) a decisão se dará em período suplementar com dois tempos de 5 minutos. Se persistir empate haverá disputa em pênaltis.

Se a expectativa acima se confirmar as segundas equipes decidirão em casa no jogo de volta.

O Campeão da LIGA Futsal leva R$ 80 mil em prêmio, o segundo R$ 40 mil, além de troféus e medalhas.



27/08/2011 08h51

Meus caros,

Compartilhe


Cascavel tem talentos e destaques. Profissionais de diversos setores que fazem sucesso em outros lugares. No esporte lembramos Davi Muffato, campeão brasileiro de Stock Car; também Diogo Pachenki, campeão brasileiro de Stock Car Light e de Pick Up. Jaime Mello é um cascavelense privilegiadíssimo, afinal ganha para correr na Europa e nos EUA num carro que é o sonho de qualquer mortal: a Ferrari. Fábio Peasson, campeão brasileiro de motovelocidade, meio esquecido e com falta de patrocínios, mas não menos talentoso. Ângelo Giombelli, tricampeão brasileiro de Stock Car que nos trouxe estrutura e equipe comandada pelo saudoso Giba. Pedro Muffato há muito tempo é referência do automobilismo e ainda hoje, com seus 70 anos, corre na Fórmula Truck. Nossos ciclistas Renan e Renato Ferraro, a família Delai de outrora, e hoje o campeoníssimo Nilceu Aparecido dos Santos. Cascavel tem Juliano Beletti, campeão da Liga dos Campeões da Europa pelo maior time do mundo, o Barcelona; campeão inglês pelo Chelsea; do Brasil pelo Fluminense, e do Mundo pela seleção brasileira. Além destes destaques esportivos, há talentos no setor artístico. Quem não se lembra das primeiras coelhinhas da Playboy: Dulce Neves (antes Miss CDL) e Sueli Pereira dos Santos, musa do arremesso de dardo. Também Viviane Bordin e Vanessa Sato, filha de um dos nossos antigos juízes, Jorge Sato. Temos profissionais de TV de primeira linha que trabalham em Olimpíadas, Copa do Mundo, Mundial de Clubes, Libertadores da América, Liga Mundial de Vôlei, Fórmulas Indy e Fórmula 1. Quem não se lembra do Sérgio Cunha, formado aqui e que foi dirigir o Faustão por muito tempo na Globo, também os desfiles de Carnaval, novelas e hoje está no SBT dirigindo a Marília Gabriela e o Raul Gil. E o Élcio Domingos, hoje supervisor do Recnov - um dos maiores centros de TV do mundo, criado pela Rede Record no Rio para produzir shows e novelas. Cascavel exportou Luiz Carlos Largo para os americanos da ESPN, onde lá ficou por anos e hoje empresta seu talento para a ESPN Brasil em São Paulo. Não podemos nos esquecer de nossa maior estrela Olga Bongiovanni, esta talentosa conterrânea por adoção e opção pessoal, que depois de passar pela Band e Rede TV agora está na TV Gazeta, muito forte em São Paulo e que pode ser sintonizada pelo satélite ou no canal 52 UHF por sinal aberto. A apresentadora Thais Beleze que empresta seu talento a todos os paranaenses pelas telas da RPC em Curitiba. Os talentos de Cascavel não param por aí. As fotos da Formula 1 e de outras categorias importantes são produzidas por este monstro que é o Sérgio Sanderson. As fotos da Fórmula Truck por Orlei Silva. Não custa lembrar que imagens da Fórmula Truck pela Band, da Stock Car pela Globo, da Montana pela Rede TV, da Porsche pelo Canal Internacional Speed da Fox, que o Mundial de Turismo WTCC para a Euro Sports, o mundial de Motocross para o mundo, todos são realizadas por cascavelenses como José Teixeira, Dinho, Polaco, Alex, Oldemar, Nardeli, Juliano, Marlus, Ayala, José Neri, Celso, Robson. Cito alguns profissionais para representar outros tantos criativos e competentes que preencheriam mais de uma página. São eles que fazem os principais eventos para as emissoras brasileiras e para o mundo. Por pelo menos uns 15 anos eles foram quase os únicos a rodar a América do Sul, transmitindo corridas, futebol, basquete, vôlei e até rugby. São cameras-man, editores, técnicos, diretores de imagem. Talentos de nossa terra. Talento que supera até a autofagia reinante nestas bandas. Quem tem talento supera qualquer obstáculo. Até a falta de reconhecimento. Gente que nada fez por esta cidade é homenageado pela Camara de Vereadores. Lembraram até do Lugo, mas não lembram de nossos talentos. Bom ! querer o que desta Camara que só tem talento para dizer amém ao Paço Municipal e manter segredos inconfessáveis?



25/08/2011 13h03

Presente de grego

Compartilhe


Caros leitores. Nem sempre ganhar uma obra reinvidicada há tempos é o mais difícil. Muitas vezes brigamos anos e anos por algo de que precisamos, que vai facilitar ou melhorar a vida da população, e ganhamos na realidade um presente de grego.

Hospital, PAC, agora UPA - Vocês se lembram do Hospital da Criança? Onde era o PAC I e que virou UPA. Pois é. Depois de prontinho - ainda como Hospital da Criança - precisava colocá-lo em funcionamento e aí é que veio o grande abacaxi, por sinal muito difícil de descascar. Ele é um bom exemplo local de presente grego. Tanto que o Hospital (ou PAC ou UPA) é o que é hoje, ou seja, não atende como deveria atender a população que dele precisa.

Teatro de Cascavel - O exemplo mais recente é o nosso tão sonhado Teatro Municipal. A obra está lá, praticamente pronta, mas sem expectativa de uso. Está assim porque tem uma segunda fase que deve custar nada mais nada menos do que sete milhões de reais.

Só a casca - Isto tudo porque apesar da estrutura do prédio estar concluída, a parte interna do teatro, ainda está longe de ficar pronta. É preciso fazer as instalações de cenotécnica, iluminação cênica, sistema de som, sistema de vídeo, paisagismo, climatização, poltronas, enfim, tudo aquilo que é necessário para receber apropriadamente shows e peças teatrais, para receber um evento. Aquilo que é necessário para funcionar de fato uma casa de espetáculos.

Sem projeto - A Prefeitura não entregou nem o projeto da segunda etapa que estava prometido para julho, talvez para não considerá-lo concluído e ter de pagar à Construtora o valor final.

Sem continuidade - Também é interessante notar que toda obra iniciada por uma administração enfrenta grandes dificuldades de conclusão quando cai numa administração que a sucede, principalmente quando estas são partidariamente adversárias. Ocorre em todas as administrações. Em todo lugar. Muitas obras, anseio de uma comunidade, sofrem esta dificuldade de continuidade.

Birra política - Às vezes porque o novo mandatário que assume não concorda com o que está sendo feito. Outras vezes simplesmente para não dar moral para quem começou e não terminou, ou ainda por birra, por capricho mesmo. É impressionante. Os interesses da comunidade que se lixem. Vira um teatro mesmo. Um verdadeiro festival de máscaras, de fingir e interpretar porquês...

Lei de continuidade - Será que não haveria uma forma de quem hoje fiscaliza e legisla de criar leis para impedir isto? Quem sabe: o administrador só poderá começar uma obra se tiver recursos e tempo hábil para concluí-la. Ou: o gestor deve entregar as obras completas e em condições de uso imediato até o final do seu mandato. O mandatário não poderá deixar para seus sucessores a conclusão.

Mexendo no bolso - Se assim não o fizer estará sujeito a multas e processos de responsabilidade. Enfim, terá de botar a mão no bolso. Penso que este seria um bom caminho de por fim ao desperdício do dinheiro, ao desprezo e abandono, ao fim de obras públicas emperradas e inacabadas. Quem sabe assim os gestores públicos poderão ter mais respeito com o dinheiro de nossos impostos.



22/08/2011 14h06

Contingência

Compartilhe


Meus caros. A BR 277 continua matando. Agora em Guarapuava. 11 mortos e 14 feridos. Mortes violentas por uma estrada de muito fluxo de veículos e sem duplicação, mas também pela irresponsabilidade de alguns motoristas. Além destas mortes pela estrada em si e pela imprudência agora surge um outro problema. Nesta passarela que liga Cascavel a Foz do Iguaçu e a Capital onde vemos desfilar a morte e o perigo. A Insatisfação com o trecho é de conhecimento de todos e, por isto, esta é uma bandeira constante nas campanhas eleitorais.

Tráfego intenso - O fluxo de veículos que trafega pela BR 277 no trecho entre Cascavel e Foz tem picos de quase mil carros por hora. Num dia tranquilo, são 200 veículos por hora, o que já não é pouco. É muita gente disputando o mesmo espaço e abusando das ultrapassagens e da velocidade.

Valores dos pedágios - Como se não bastasse a rodovia por si só que já tem suas peculiaridades de violência, ainda há a contribuição dos responsáveis pela tão questionada exploração do trecho. Daqui até Foz são duas praças de pedágio: R$ 7,50 na praça de Céu Azul e R$ 9,80 na praça de São Miguel do Iguaçu. Então gastamos R$ 17,30 para chegar a Foz e mais o mesmo para voltar a Cascavel, num total de R$ 34,60.

Ruim e pior - Até não gostamos, mas temos admitido a situação, afinal é inegável que as condições de pista, sinalização e manutenção são melhores com do que sem o pedágio, pois se ficasse para o Estado - embora os altos valores do IPVA -, as condições seriam piores.

Fila na praça - Mas o que não dá para tolerar é pagar - e pagar bem - e ainda ser obrigado a ficar um tempão em fila porque as praças muitas vezes operam apenas com uma cancela. Apenas uma funciona, e aí, invoque a santa paciência para enfrentar a fila.

À noite, fila e medo - No entanto, à noite, o problema se agrava, pois além da fila tem o medo. O usuário é obrigado a contar com a sorte. As praças de pedágio são visadas para assalto e eu nem sei por que, pois divulgam sempre que o faturamento é pouco.

Assalto no SAU - E agora tem este pessoalzinho que gosta de assaltar e maltratar as pessoas. Eles ficam na espreita no SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário), próximo às cancelas, para agirem. Na última semana, uma família passou o maior sufoco no banheiro. Para assaltar, marginais já chegaram agredindo com violência exacerbada. O homem foi agredido e mesmo sob os gritos de sua esposa, eles não foram ajudados. O cidadão de bem foi levado para uma estrada vicinal e passou o maior sufoco. Por Deus, está a salvo...

Falta de segurança - Acontece que não se vê um santo vigia para dar segurança aos que trafegam e são obrigados a parar para pagar o pedágio. As concessionárias não oferecem nenhuma segurança. É um absurdo. Uma afronta e um risco à vida se você tiver de parar no pedágio depois das oito da noite. Vai ficar exposto à violência e à criminalidade porque nem todas as cancelas funcionam e também porque não existe pessoal e segurança.

Preço e serviço - Quem paga bem quer serviço bom. Os preços já são altos, então que se dê pelo menos agilidade com a disponibilidade de passagem por todas as cancelas. Ou vão esperar que ocorra outro caso como o citado? Ano passado já houve outro crime desta estirpe. Era bom que a concessionária tornasse mais fácil a vida do usuário sem necessariamente comprar o VIA FÁCIL.

















Jorge Guirado
A frente da Catve, Jorge está desde 2004, mas essa história começou bem antes. Em 1979, o apresentador tem suas primeiras experiências em televisão com a implantação da TV Tarobá, emissora na qual teve o cargo de diretor geral por 21 anos, lá idealizou em 1994 e realizou até 2003 o Dia da Bondade em Cascavel, Londrina, Foz do Iguaçu e por último em Toledo.

Na filial da Band, criou e colocou no ar vários programas. Apresentou os Programas, Melhor da Rodada e Placar de Opiniões. Sua carreira na Band também inclui a criação e implantação da TV Tarobá de Londrina inaugurada em 1996, a qual dirigiu por sete anos.
As narrações de jogos na afiliada da BAND passam pelos Campeonatos Gaúcho e Paranaense de Futebol, Copa Libertadores da América, Chave Ouro, Sul americano de Seleções de Futsal e Liga Futsal.
Em grandes coberturas da Band, Jorge participou da equipe de produção nas Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994, e ainda, nas Olimpíadas de Los Angeles e Atlanta.
Jorge foi diretor de imagens durante eventos como Stock Car, Fórmula Truck, Carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia, e em três etapas brasileiras do Mundial de Motovelocidade, imagens estas destinadas a Dorna TV, que distribui o sinal das corridas para 180 países.
Com serviços para a Band, SBT, Globo e Espn, durante 20 anos foi diretor de imagens dos Campeonatos Brasileiro de Futebol, Copa dos Campeões, Copa do Brasil, Libertadores da América, Pré-olímpico de Futebol, Liga Mundial de Voleibol e Copa América de Futebol realizada uma no Paraguai e outra na Bolívia.

Dirigiu também as 3 etapas da Fórmula INDY realizadas no Rio de Janeiro com transmissões para ABC e ESPN INT dos EUA, Band e SBT e o Panamericano de Basquetebol em Montevidéu no Uruguai.
Durante cinco anos dirigiu imagens da Fórmula 3 Sul americana para Espn Internacional na Argentina , Uruguai e Brasil, as etapas brasileiras da World Series e da WTCC, entre outras categorias do automobilismo nacional.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14




COPYRIGHT CATVE.TV | 2011 - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS MOBILE READY