23/09/2011 17h59

A exceção virou regra

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A regra...

Meus caros. Começo hoje citando o dicionário. Segundo ele, quando falamos em regra, estamos falando de uma norma, algo que geralmente acontece ou quase sempre acontece.

A exceção... - A mesma fonte é quem me diz que exceção é quando se exclui de uma regra, de uma lei, princípio ou ordem. Ou seja, uma palavra é praticamente o antônimo da outra...

O paradoxo... - Sendo assim diríamos: como podem significados tão distantes e díspares estarem atualmente separados por uma fina linha, um limite tênue?


De quem é a culpa? - Pensando melhor, digo mal quando expresso desta forma até porque o nosso lindo e rico português nada tem com isso, não é mesmo. Digo bem ao colocar cada macaco no seu galho, porque são os políticos e não a gramática que tenta nos confundir.

Inversão de valores ? É, meus amigos. No meio político a regra virou exceção e a exceção, regra. A regra seria a honestidade; exceção a corrupção. Mas os que vemos no nosso cenário, inclusive local?

Dicionário desatualizado? - A regra seria defender os interesses coletivos. A ressalva seria para os interesses próprios. E nem precisamos de lentes de aumento para detectar a inversão de intenções...

Pela repetição, exceção vira regra - O normal seria proteger o dinheiro público, aplicando-o nas reais necessidades da população. E o que vemos são escândalos reincidentes de malversação do dinheiro público e licitações direcionadas, seres humanos com valores expressos... a malandragem, os desvios, as falcatruas, a propina, todos viraram regra.

Homens e seus valores - Mas estamos falando de outros valores. Como diria o velho ditado popular: "todo homem tem seu preço". No entanto, no caso do meio político, este preço tem "r" e "$" maiúsculos..., embora alguns andem em liquidação.

"Normal"- A corrupção virou notícia rotineira. E apesar do carimbo de ladrão e corrupto não serem nada agradáveis, me parece que o meio do qual falamos aqui já não se importa mais com as consequências desses respingos. Até porque sequer se manifestam para ao menos dar uma explicação mesmo que mixuruca, porém válida na tentativa de reverter os fatos.

Maus exemplos - Vejam a Jaqueline Roriz. A alegação era de que ainda nem era deputada quando recebeu aquela propina flagrada em gravação de vídeo. E ela, na maior cara de pau, rindo, diz pra uma repórter depois de seu julgamento: ser rica e influente tem lá suas vantagens, vejam o caso do DNIT, do Ministério do Turismo. Substituições por gente do mesmo partido e nada mais. Gozam e debocham da nossa cara.

Política pra quem? - Hoje, infelizmente, a exceção virou regra. Quando em sua origem, grega, a palavra política significava: "dos cidadãos, pertencente aos cidadãos". Agora a norma é entrar na política para administrar, não os meus, os seus, os nossos interesses; não os interesses de uma merenda de melhor qualidade, de escolas estruturadas, de saúde referência, de estradas bem cuidadas e com a manutenção merecida pela família do campo, que de lá nos manda o nosso sustento aqui na cidade. Agora a regra é cuidar, zelar, administrar os interesses do poder, pelo poder...

O poder de ser, ter, vencer. O poder de render, multiplicar, comprar. O poder de manipular, direcionar... Enfim, deixo a lista de vaidades e desejos para você, leitor, finalizar.



19/09/2011 18h10

Duplicação da BR 277

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A campanha Duplicação Já da BR 277 teve início em 1986 na TV Tarobá, e foi retomada em fevereiro de 2004 quando a CATVE entrou no ar


Há 25 anos. Logo após eu ter voltado da Copa do Mundo de 1986 onde observei nos Estados Unidos e no México diversas boas estradas e estradas duplicadas que ligavam cidades importantes em algumas regiões, fui trocar uma idéia com o Emir Sfair do Jornal O Paraná. O Emir era assim tipo um guru para assuntos politicos. Me lembro até quando fizemos ao vivo a apuração daquelas eleições das cidades da faixa de seguranca que tinham por uma época seus Prefeitos nomeados. Em Foz, São Miguel, Medianeira, Capanema, Curitiba entre outras. Foi a primeira vez de eleições diretas para Prefeito nestes municipios. O Emir acertou todos que seriam eleitos. Enquanto eu colocava no ar os numeros que recebia daquelas cidades passados por repórteres ao vivo (João Luiz Furtado, Taniclaer Marcon, Alvir entre outros) o Turco discorria sobre o porque dos votos e como ganhariam. Repito não errou nenhum eleito.
Me lembro que o Requiâo foi eleito em Curitiba e lembro tambem do Adolpho Mariano da Costa em Medianeira. Ficamos no ar das 17 horas até a uma da manhã direto. No México trabalhando pra Rede Bandeirantes fui em várias cidades sedes. Fui em Guanajuato, Monterrey, Guadalajara, Puerto Vallarta, Irapuato, cidade do México e outras mais. Nos intervalos maiores, tipo quando o Brasil não jogava por 3 ou 4 dias nós viajavamos para os Estados Unidos. O saudoso Tito Muffato invarávelmente era o motorista e pra nós deixarmos ele dirigir só com estradas duplicadas e boas. Era um pé de chumbo daqueles.
Na volta falei com o Emir sobre a maravilha das estradas e comparei com a dificuldade que tivemos de Cascavel a Foz para ir pegar nossos voôs. Dai surgiu a idéia de uma campanha
pela duplicação. Começamos naquele ano mesmo ali pelo meio de Agosto, logo depois do Fercapo. A campanha pela duplicação da Br 277. Ele no jornal e eu na tv. Em alguns periodos na tv chegamos até a apelar. Certa vez usamos imagens de uma acidente e citavamos os nomes daqueles que foram vitimas fatais. A idéia era chocar mesmo. Chegou ao ponto do Pai de dois deles ir na tv pedir para tirar do ar porque estava muito duro ver. Me lembro bem do Dr.Fernando do Ministério do Trabalho : "Caro Jorge, tire do ar por favor. Minha mulher esta muito chocada com estes anuncios ". Claro que atendemos ele de imediato. O Emir Sfair infelizmente se foi e o jornal parou de fazer a campanha. Sai da emissora em que estava no final de 2003 mas a emissora felizmente, depois de uma pequena paralização, continuou com a campanha da duplicação. O Emir se foi e não viu a duplicação. Eu felizmente já vi acontecer algo. Vi os primeiros 18 quilometros de Foz a Santa Terezinha de Itaipu. Depois os outros 40 km de Santa Terezinha até Medianeira e ainda os 6 km de Cascavel quase á Santa Tereza do Oeste. O Emir e muitos outros que deixaram esta vida justamente por causa da BR 277 não viram mas eu estou vendo mais um pouquinho. Agora o governador Beto Richa autoriza mais 14 quilometros da duplicação de Matelandia a Medianeira. Não é muito mas é um trecho critico, um trecho de muitos acidentes. Meu caro EMIR SFAIR pena que você não esta aqui pra ver mas onde você estiver com certeza deve estar acompanhando e feliz. O povo desta rica região merece. Das nossas campanhas meu amigo, ainda falta a reabertura da Estrada do Colono se concretizar. Eu não sei se vou ver o complemento da duplicação da BR 277 e nem a reabertura da Estrada do Colono mas valeu até aqui a pena lutar. A campanha não é de A ou B e sim de uma região rica , de um povo ordeiro e trabalhador. De gente que planta e alimenta boa parte deste Pais. Para seu bem chegaram nestes ultimos anos novos companheiros, novos veiculos de comunicação e algumas entidades embora tardiamente tambem se envolveram para conscientizar as autoridades desta necessidade . E para que se saiba a gente tambem não irá desistir. Não irá desistir nunca .Enquanto houver vida haverá luta... Então Emir , você não esta mais entre nós mas o seu ponta pé inicial foi fundamental por esta razâo. A coisa tá andando, devagar mas está, então : Valeu companheiro !!!!



16/09/2011 14h38

Batalhão de Fronteira

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Erro - Caros leitores, que todas as semanas me dão a honra de sua leitura. A decisão do governo do Estado de instalar em Marechal Cândido Rondon o Batalhão de Fronteira parece, aos olhos dos entendidos, ter sido um erro de escolha.

Voz especialista - Na Catve, o superintendente da Polícia Federal do Paraná, Dr. José Iegas - que já comandou a Polícia Federal daqui e de Foz do Iguaçu, além de São Paulo - é um deles. Outros comandantes da Polícia Militar, que evidentemente não gostariam que se divulgassem os nomes, também pensam da mesma forma.

Motivos - Cascavel está num entroncamento de quatro rodovias. Possui Aeroporto, batalhão da Polícia Militar e, especialmente, é a sede da 15 Brigada Militar do Exército, tendo ainda mais o Batalhão Logístico do Exército e o 33 Batalhão de Infantaria Motorizado.

Localização estratégica - O Dr. Iegas disse na Catve que se fosse instalado em Cascavel, o Batalhão de Fronteira ficaria postado de frente para as cidades fronteiriças. Facilitaria o deslocamento não só para Guaíra e Foz, mas também para Barracão, outra fronteira com a Argentina.

Aqui e lá - Cascavel, segundo ele, tem mais estrutura logística, mais facilidade de acesso, de comunicação, enfim... Estaria melhor postada. Por outro lado, Marechal Cândido Rondon é uma cidade ordeira, pacata, tranquila. Os níveis de violência são pequenos. Não se ouve falar de assaltos, roubos, tráfico e assassinatos.

Criminalidade - Enquanto que aqui em Cascavel a situação esta crítica. Já estamos perto dos cem assassinatos ; o que dá cerca de 10 por mês, além de roubos, assaltos e tráfico pesado de drogas. Contrabando que tem justamente na cidade, o caminho deste entroncamento que acontece aqui, na BR 277 com a 369, 163, e a 467.

Muito além da fronteira - Logo, seria fundamental a presença física deste Batalhão aqui. Além de monitorar e guardar as fronteiras, também protegeria um dos principais entroncamentos do contrabando, descaminho e do tráfico de drogas. Porque mais dia, menos dia, as cidades pequenas acabarão recebendo "a sobra "de Cascavel; infelizmente a sobra ruim, do mal.

Quantidade x qualidade ? Por estes motivos aqui apresentados, penso que a decisão foi política. E se foi política, como que nossos políticos explicariam esta decisão? Sempre brigamos para eleger o máximo deles para que nos representassem devidamente . Agora estamos com quatro deputados estaduais e cinco deputados federais, sendo que a grande maioria apoiou o atual governo. Vivemos nos gabando disto. "Nunca na história deste país tivemos tantos eleitos". Será que elegemos demais com qualidade de menos? Tomara que não. Tomara que tenha sido apenas um vacilo. Parabéns Marechal Candido Rondon, seus representantes mostraram sua força. Justificaram seus votos.



10/09/2011 11h09

Resumo das quartas-de-final da Liga Futsal 2011

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Jorge Guirado e Geraldo Magela fazem um breve relato dos jogos das quartas-de-final da Liga Futsal 2011, e uma perspectiva das semi-finais



10/09/2011 09h08

Piadas verdadeiras

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KADAFI faz o mesmo há 40 anos, inclusive torturando presos para os Estados Unidos. Agora querem condená-lo por crimes contra a humanidade. Meio tarde não?

10 anos depois dos ataques ao WTC descobriu-se que o machão BUSH, todo poderoso presidente americano não estava na Casa Branca ou no Pentágono, não estava em terra. Estava voando com o Air Force One de lá para cá, de cá para lá, fugindo dos possíveis ataques.

10 anos depois descobriu-se que a maior potência do mundo, que ataca a todos quando quer, que se mete em vários países, para se defender dos ataques terroristas e sem saber ao certo de quem, mandou um caça. Apenas um caça e ainda assim sem munição para numa ação kamikaze do piloto derrubar os "terroristas" batendo no avião em que estavam em sua maioria concidadãos americanos....

Jaqueline Roriz é flagrada em vídeo recebendo propina. Dinheiro para sua campanha em troca de apoio de seu grupo. Eleita. Seus pares da câmara a absolvem porque ela ainda não era deputada. Mas, conseguiu ser pelo apoio financeiro desta propina. Como em 2006 ainda não era "autoridade" eles a absolveram. Ao sair da sessão na Câmara ela diz pra uma repórter/humorista que ser rica e política tem lá suas vantagens na defesa. E, como tem...

Não precisa de mais de 4 dias de chuvas para que cidades do Vale do Itajaí em Santa Catarina tenham problemas. Inundam, desabrigam. Fazem seu povo sofrer. Uma delas a linda Blumenau. O Vale do Itajaí sofre assim de 1980, 81, 82....90, 91, 92...2000, 2001,...2010, 2011. Nada fazem. Só arrecadam e enganam o povo nas eleições com promessas de resolver. O povo é muito ordeiro, bom e pacífico por sorte destes mandatários.....

Nos morros do Rio a Polícia finge que prende, que expulsa o tráfico. Os traficantes fingem que respeitam as UPPs e que não subornam ninguém. É como dizia Vampeta: "O Flamengo finge que paga e nóis finge que joga". E lá se vão bilhões para Maracanã na terceira reforma , bilhões pra Olimpíada, destruição do Autódromo, matam juíza...é o RIO lindo e MARavilhoso....

A Câmara de Cascavel vai votar e os vereadores mesmo depois do assunto estar na boca de toda cidade e da mídia, há mais de 90 dias, não sabem se votam investigação ou cassação. Confusão proposital ou incompetência da oposição? Cala boca mesmo...

A vizinha Toledo tem teatro, parque com piscina popular, esta transformando ginásio em arena multiuso, tem zona rural asfaltada, tem 5 restaurantes populares e paga pelos uniformes escolares com material melhor metade que Cascavel. E lá o dinheiro é do município e aqui é Federal. A população de Cascavel somada é quase 3 vezes maior que a do vizinho. O que a população de Toledo tem que a nossa não tem para merecer esta atenção da Administração Pública?

Em Toledo a zona rural é asfaltada. Sim, é menor que aqui. Aqui quando chove dois dias seguidos, como agora, os alunos não podem ir para a escola e os agricultores não chegam e nem saem de seus sítios, fazendas ou o que seja em razão das estradas intransitáveis.



09/09/2011 11h24

Conflito pessoal

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Muitas vezes o ser humano passa por conflitos. O pior deles sem dúvida é o conflito do seu lado pessoal com o profissional. Já me vi muitas vezes nesta situação ao longo destes muitos anos de trabalho na TV. Confesso não ser uma situação fácil de administrar.

O lado ruim da TV - Na TV você fica exposto por demais. Fica vulnerável, sujeito a muitas críticas, ofensas, maldade. É pau de todo lado. As pessoas se esquecem que atrás de um profissional de comunicação - como de um médico, policial ou o que seja -, está um ser humano. Ser humano sujeito a erros e acertos. Um ser humano que tem emoções, que tem time, amigo; que tem àqueles de quem gosta e também os que não gosta.

Pessoal x profissional - Em exposição, quando você faz uma crítica, muitas pessoas não aceitam separar os dois lados, entendendo que você criticou o lado profissional e não o pessoal. Seja técnico ou jogador; prefeito, vereador ou secretário. Não é nada pessoal. Mas infelizmente sempre levam pro lado pessoal. E quando você fica em conflito entre a sua vida pessoal e sua vida profissional, também não aceitam.

Família... - Confesso que tive este conflito na terça feira no jogo Cascavel x Marechal. Sou de Cascavel. Aqui vivo. Aqui tenho minha família. Reivindico e torço pelo melhor da cidade. O melhor para a cidade será o melhor para meus filhos, minha mulher, para as pessoas que amo.

Parceiros... - Mas, não posso esquecer-me daqueles que me respeitam. Daqueles que me tratam bem. Que tem consideração por mim e pela emissora que visto a camisa. Daqueles que tem consideração pela empresa que eu defendo ao ponto de se deslocarem dirigindo na neblina, na chuva ou numa estrada com muito caminhão, 70 km pra vir e 70 km pra voltar, apenas para participar de um programa de TV. Isto é profissionalismo deles claro; fazem publicidade e promovem seu time, claro; mas também é muito respeito pelo que a gente faz.

Parceiros com nomes - O Marquinhos Xavier, o Eduardo Santana, Renan, Gadeia, Dyego, Marcel, Vitor, Rafael já fizeram isto. Fizeram por mais de uma vez. Eles são profissionais e eles entenderiam perfeitamente que seria normal eu até torcer pra que o Marechal perdesse, afinal de contas, embora a gente dê o maior espaço possível pra eles, o Cascavel é o time de minha cidade.

Apenas um lance de jogo? - Normal. Tenho quase certeza. Mas, meu conflito surgiu num lance do jogo. Valença chutou uma bola. (Pra mim errado, porque chutou no adversário quando poderia ter tocado de lado e fugido da defesa). No contra-ataque o Caça correu pra fazer a jogada em direção ao gol. Aí sai o goleiro Léo Oliveira para fazer a interceptação. Ficou no caminho. Sentiu uma contusão. A princípio falamos da panturrilha. Na verdade uma contusão no joelho. Felizmente não pra caso cirúrgico, mas que tirou dele a chance de disputar uma competição internacional pela Seleção Brasileira, a Copa América na Argentina. Porque do meu conflito?

Meu conflito do jogo - Eu narrava o lance, acima citado, e antes do jogador Caça chegar até a bola eu disse da contusão do Léo. Fiquei constrangido em gritar o gol. Não pela contusão em si, porque o atleta está sujeito a isto, mas pelo Léo Oliveira. Grande goleiro da Seleção Brasileira e gente da maior qualidade. Eu sinceramente fiquei numa situação desconfortável. O Léo já veio de Marechal aqui por mais de uma vez. Trouxe inclusive a esposa. Sempre ficou o programa inteiro. Bom papo, alegre, inteligente, coerente. Estas pessoas são raras, e por serem raras a gente precisa saber preservá-las. Boa e rápida recuperação meu caro LÉO OLIVEIRA. Torço por você... mas, pode voltar a jogar depois do Cascavel x Marechal na semifinal da Liga tá!



03/09/2011 11h39

Pré-jogo entre Cascavel e Florianópolis pela Liga Futsal 2011

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Jorge Guirado e Geraldo Magela fazem um bate papo descontraído sobre o jogo desta tarde



03/09/2011 08h32

Onde está o erro?

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Sociedade assustada - Assusta-nos ver a marginalidade na rua. Assusta-nos ver a criminalidade nos noticiários... Especialmente, a banalidade dos motivos...

Violência nas escolas - Pior que tudo isso, é ver esses atos dentro da escola. Escola que nós como filhos aprendemos que é nossa segunda casa. E hoje como pais, repassamos o amor, respeito e consideração que devemos ter com o local que consideramos extensão do nosso lar.

Apenas na lembrança - Lembro-me até hoje das temidas sextas, por exemplo... Dia em que cantávamos, mesmo contra a vontade, o hino nacional, o hino da bandeira e até o hino da cidade. Os momentos obrigatórios de reflexão e oração das aulas de religião, dos minutos de sermões que eram incompatíveis com o tempo do relógio, durando as vezes uma verdadeira eternidade!

Ontem inútil... ? Enfim, poderia ficar aqui listando todos os deveres e obrigações que nos eram repassados na escola e que mesmo não concordando, na época, mesmo não gostando ou sei lá o quê, tínhamos o compromisso de fazer e fazer bem feito.

...hoje essencial - De lá para cá, é claro, se passou algum tempo, passaram-se alguns anos... Mas que abismo é esse que separa o meu tempo de escola aos tempos atuais? O mundo só evoluiu em tecnologia, em ofertas de bens de consumo, no acesso à informação? E no respeito às pessoas, ao patrimônio público, ao chefe, ao professor e ao diretor? Será que este mesmo mundo regrediu?

Batata quente - Respeito esse que hoje os pais estão impetrando aos educadores a responsabilidade a eles designada... Notícias de vandalismo, agressão, violência dentro das escolas nos deixam ainda mais inconformados do que o normal...

Socorro - Chegamos a tal ponto que precisamos pedir socorro à capital do estado para resolver os nossos conflitos que infelizmente fugiram ao controle de qualquer comunidade meramente escolar.

Bandidos? - Somos obrigados a convocar o socorro de autoridades públicas para lidar com crianças, adolescentes que perderam a noção do limite - se é que um dia o tiveram -; e por que perderam essa noção, esses jovens hoje dominam erroneamente os seus pais...

Limites - E essa queda de braço vai desde a fúria de adolescentes inconsequentes que buscam mostrar por meio de atos tão deprimentes como vandalismo, drogas, bebidas até a ingenuidade de um bebê que chora e faz birra quando não alcança o esperado. Todos somos dotados de vontades, sonhos e desejos. Mas é preciso dosar cada passo, cada ato. E como fazer isso?

Cadê o manual - Será que teremos de buscar nos antigos um manual, uma cartilha, um vídeo de orientação? Sinceramente, trabalhando em televisão e assustado vendo o que ocorre, já estou pensando em pedir ao meu pai e a minha mãe para gravarem um vídeo mostrando como fazer, afinal de contas não nasci em berço de ouro.

Faltou recurso, mas não educação - Bem ao contrário, nasci na Vila Nova em Londrina, estudei em colégio público, amassei barro, comi poeira, passei muitas vezes por debaixo da catraca por não ter dinheiro para pagar a passagem, e quando não mais conseguia passar por debaixo da catraca, pelo tamanho, ia para o colégio á pé. Nem por isto briguei na escola. Sempre respeitei meus professores, diretores e colegas de classe e hoje vivo feliz com a vida sem nenhuma frustração por deixar de ter algo naquela época...



02/09/2011 15h07

Susto

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Olha, hoje passei por uma sensação muito estranha. Estávamos na sala em três, batendo um papo amistoso sobre tv e jornal, de repente comecei a sentir um tremor. Olhei e ninguém se manifestou. O Zé Antonio apenas deslocou a cadeira, olhando pra trás. Reginaldo que participava da roda nada. Nem se manifestou.

Eram quase 11 horas. Outra vez um tremor, senti forte. O quadro da parede balançou. O tv de plasma deslocou. Pensei comigo: na primeira vez imaginei que fosse a cadeira sentindo o peso do corpinho de 130 quilos. Fiquei quieto para não me atazanarem. Eis que surge a primeira dama correndo. : "sentiram o tremor ?" "O prédio tremeu. Lá no jornalismo mexeu tudo". Daí eu me encorajei e disse que sim. Havia sentido. Senti também uma alegria a de que não era a cadeira reclamando do corpinho.

O Zé Antonio também confirmou. Disse que até tinha mexido a cadeira por desconforto. Que sensação estranha. Fico imaginando quem mora na Califórnia (EUA), no Japão, no México, no Chile, lugares onde é habitual este acontecimento. Na Copa de 1986 estive no México por mais de dois meses, lá acompanhei a destruição que causou. Lá vi uma Igreja, a de Guadalupe toda rachada, prédios destruídos, casas. Lá fui num abrigo da Cruz Vermelha onde estavam os órfãos do terremoto. Era muita criança.

O medo e o silêncio num pequeno tremor sentido em Cascavel, oriundo de 6,4 graus na Argentina faz a gente pensar na terra abençoada e de tão poucas catástrofes vivemos. Precisamos cuidá-la melhor.



31/08/2011 13h18

Liga Futsal 2011

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Lendo o regulamento da LIGA FUTSAL observei que um dos artigos diz textualmente que os jogos de Santos, Corinthians e São Paulo não podem receber torcedores que não os destas equipes, ou seja, jogos de uma torcida só. Isto para evitar arruaças, brigas enfim violência em geral. Ponto para a organização da LIGA, pois já que os torcedores não se conscientizam que uma praça esportiva é para se divertir tem mesmo é que impedir o acesso dos brigões.

No mesmo regulamento está definido que os ginásios para receberem semifinal e final devem comportar 3 mil torcedores, com laudo aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Já que o CASCAVEL vai muito bem no campeonato isto pode ser uma preocupação. O time está classificado para as quartas-de-final devendo decidir com Santos ou Marechal uma das vagas para a semifinal. Se passar, e como está jogando tem boas chances de avançar, irá perder um de seus trunfos que é o "CALDEIRÃO" da Neva.

Para Cascavel e Marechal não se enfrentarem nas quartas-de-final basta que o Marechal ganhe em casa do desclassificado Suzano e que o Cascavel ao menos empate em casa com o Florianópolis. Ambos serão os primeiros de sua Chave e pegarão os segundos de cada uma delas. Se passarem teremos a inédita presença de duas equipes Paranaenses nas semifinais.

Pelo regulamento a final entre os dois será impossível. Enfrentam-se numa das semifinais. Se confirmadas em quadra, a expectativa é que as quartas-de-final (mata-mata) sejam entre Joinville x Marechal, Orlândia x Carlos Barbosa, Corinhians x São José e Santos x Cascavel. Em caso de resultados iguais (dois empates ou uma vitória de cada um) a decisão se dará em período suplementar com dois tempos de 5 minutos. Se persistir empate haverá disputa em pênaltis.

Se a expectativa acima se confirmar as segundas equipes decidirão em casa no jogo de volta.

O Campeão da LIGA Futsal leva R$ 80 mil em prêmio, o segundo R$ 40 mil, além de troféus e medalhas.



Jorge Guirado
A frente da Catve, Jorge está desde 2004, mas essa história começou bem antes. Em 1979, o apresentador tem suas primeiras experiências em televisão com a implantação da TV Tarobá, emissora na qual teve o cargo de diretor geral por 21 anos, lá idealizou em 1994 e realizou até 2003 o Dia da Bondade em Cascavel, Londrina, Foz do Iguaçu e por último em Toledo.

Na filial da Band, criou e colocou no ar vários programas. Apresentou os Programas, Melhor da Rodada e Placar de Opiniões. Sua carreira na Band também inclui a criação e implantação da TV Tarobá de Londrina inaugurada em 1996, a qual dirigiu por sete anos.
As narrações de jogos na afiliada da BAND passam pelos Campeonatos Gaúcho e Paranaense de Futebol, Copa Libertadores da América, Chave Ouro, Sul americano de Seleções de Futsal e Liga Futsal.
Em grandes coberturas da Band, Jorge participou da equipe de produção nas Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994, e ainda, nas Olimpíadas de Los Angeles e Atlanta.
Jorge foi diretor de imagens durante eventos como Stock Car, Fórmula Truck, Carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia, e em três etapas brasileiras do Mundial de Motovelocidade, imagens estas destinadas a Dorna TV, que distribui o sinal das corridas para 180 países.
Com serviços para a Band, SBT, Globo e Espn, durante 20 anos foi diretor de imagens dos Campeonatos Brasileiro de Futebol, Copa dos Campeões, Copa do Brasil, Libertadores da América, Pré-olímpico de Futebol, Liga Mundial de Voleibol e Copa América de Futebol realizada uma no Paraguai e outra na Bolívia.

Dirigiu também as 3 etapas da Fórmula INDY realizadas no Rio de Janeiro com transmissões para ABC e ESPN INT dos EUA, Band e SBT e o Panamericano de Basquetebol em Montevidéu no Uruguai.
Durante cinco anos dirigiu imagens da Fórmula 3 Sul americana para Espn Internacional na Argentina , Uruguai e Brasil, as etapas brasileiras da World Series e da WTCC, entre outras categorias do automobilismo nacional.

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