24/10/2011 07h40

Polícia Federal

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Sem espaço - Já tem muito tempo que a Prefeitura de Cascavel tenta encontrar uma área para a instalação de uma nova delegacia da Polícia Federal. Onde a PF está localizada hoje, na Rua Paraná, seu pessoal sofre com a falta de espaço para atender todas as necessidades da instituição. Não só para acolher o pessoal e atender o público, mas também para depósito de material, drogas, cigarros e carros apreendidos, por exemplo.

Opção - Os responsáveis andaram conversando, houve a sugestão de alguns locais, mas nenhum foi bem aceito. Nem pela própria Polícia Federal, nem pelos vereadores cascavelenses. Há algum tempo, em conversa com empresários, surgiu a lembrança de um ótimo local para resolver este problema. Uma área de 12 mil metros quadrados, muito bem localizada e que hoje abriga o INCRA em Cascavel.

Onde sobra espaço - Onde fica o INCRA há uma estrutura de pelo menos 30 anos. É uma estrutura deficitária, muito ultrapassada, sem investimentos, com casas antigas e de madeira. Porém é lá que tem o principal: amplo espaço para construir novos prédios.

Pontos a favor - São 12 mil metros que já serviram de depósito para a Receita Federal e a própria Polícia Federal que lá colocaram vários carros e ônibus apreendidos. O terreno já é da União. Isto é um ponto que pode facilitar as coisas. Constrói-se a sede da Polícia Federal num espaço amplo e ainda, no embalo, substitui-se e moderniza-se o espaço antigo do próprio INCRA, dando inclusive melhores condições de trabalho aos seus quase 30 funcionários que estão lá, meio abandonados, num espaço arcaico e ultrapassado.

Uma forcinha política - Aliás, os nossos deputados federais poderiam unir forças nesta possibilidade e conseguir que o governo federal resolva de uma só vez dois problemas. Como diz o velho ditado ?matariam dois coelhos com uma cajadada só?. Mas parece que eles não estão muito a fim desta solução, porque até agora nada foi feito neste sentido.

Razão para se unir - Esta é uma necessidade da cidade. Por esta causa eles poderiam se unir, sem melindres - afinal a idéia não é de nenhum deles, e por esta razão evitaria disputas bobas -, e ainda estariam de fato representando os interesses da cidade. Nada como uma união de esforços para um bem comum, afinal a área está lá disponível, sem custo. Com um pouco de boa vontade podem resolver, e logo.


21/10/2011 07h49

Carro forte

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Carros fortes - Um problema que continua incomodando é a situação dos carros fortes na cidade; assunto que já foi pauta inclusive de sessão da Câmara, mas ficou sem solução. Este é mais um assunto muito sério. Quem não fica inseguro quando um carro destes de transporte de valores se aproxima na calçada? Ou quando fazem aquelas paradas em fila dupla, em cima da calçada, do Calçadão, no estacionamento dos supermercados?

Dinheiro x vida - A impressão que se tem é de que os valores que serão ali coletados são bem mais valiosos que a vida de qualquer um de nós que ficamos constantemente expostos a este absurdo. O carro estaciona a onde bem entende, de dentro daqueles cofres ambulantes saem seguranças com armas de grosso calibre, olhando de um lado e de outro em busca de eventuais assaltantes. Todos se esquecem do mais importante, da minha, da sua vida. Se esquecem da segurança do cliente, do funcionário. Nós que nada temos com a operação, nunca recebemos nenhum treinamento para uma situação de assalto.

Espaço exclusivo - Em respeito a todos, inclusive aos trabalhadores dos próprios carros fortes que ficam sempre na iminência de serem surpreendidos por qualquer bandido, as regras deveriam ser outras. Por exemplo, ter um local exclusivo para efetuar o transporte e a coleta de valores. Espaço seguro para transeuntes e clientes na captação destes valores. Do contrário que corram os riscos eles mesmos com seu dinheiro e não quem não tem nada com o assunto, que está passando pelo carro forte estacionado sem nem prestar atenção naquilo que ocorre no momento. E desatenciosos, sobrar pra nós, porque os bandidos estão cada vez mais ousados e não pensam duas vezes antes de usar algum desavisado como escudo para um assalto. Eu passo cada sufoco quando vou aqui na Cometa do Jovelino tomar uma café e o carro forte esta nas Casas Bahia ou no Ponto Frio. Ë de borrar a Zorba.


15/10/2011 08h33

Povo batalhador

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Constatação - Brasileiro é mesmo muito otimista e pacífico. Mas também batalhador. E trazendo esta constatação aqui para nossa aldeia, eu diria que a população daqui do Oeste está no topo desta lista de cidadãos bravos, lutadores, idealistas.

Estrada do Colono - Apenas para exemplificar, é só a gente dar uma olhada nas lutas constantes da região, nas conquistas e bravejadas. Por quantos anos estamos brigando, discutindo, tentando reverter a situação da Estrada do Colono? Pelo menos uns 20 anos...

Eternas lutas - Por quantos e quantos anos tentamos um Aeroporto decente para a nossa região? Por quanto tempo gritamos alto pela duplicação da BR 277? E mesmo sem ter êxito, continuamos. Oh, povo bom hein, que não cansa de lutar pelos seus ideais!

A parte produtiva - Povo que não se cansa de buscar uma vida melhor, mais digna. Luta vinda de uma região produtiva, que alimenta grande parte deste País, e - sem querer pensar muito grande -, alimenta parte das mesas dos chefões, poderosos que decidem neste Brasil cheio de diferenças. Gente que quer uma vida melhor para esta cidade em plena ascensão como é nossa querida Cascavel...

Força que vem do povo - Aqui onde cultivamos, plantamos e colhemos de tudo. Mas, ao contrário do ditado: plantando dá; aqui nem tudo... É isso mesmo! Vocês já perceberam que quando a situação depende exclusivamente da natureza e da população, tudo caminha bem e se alcança os objetivos? Aqui conseguimos boas safras, graças à terra fértil e à dedicação do nosso homem do campo. Homens que muitas vezes desanimados, frustrados, com as condições climáticas não muito favoráveis, mesmo assim alcançam números recordes de cultivo, variedades invejáveis, ofertas de vagas de trabalho. Tivemos talentos em todos os setores espalhados por esse mundo afora (já tive oportunidade de escrever alguns nomes em edições anteriores).

A porção destrutiva - No entanto a barreira é grande quando falamos da situação política. O poder público só faz é emperrar sonhos. Por esta razão não me parece por acaso que nesta lista de talentos "Made in Cascavel" de gente que se destaca, não temos políticos. Não temos nomes influentes da nossa cidade no Poder Federal, nem no Estadual. Gente que realmente decida, faça acontecer, que nos valorize, que consiga benefícios para uma gente que só faz bem para este País.

Procura-se... - Não temos grupo ou agente político que consiga uma Universidade completa, sem ser como esta parecida a uma colcha de retalhos tal o numero de Campis que possui. Que consigam um Aeroporto decente, numa localização adequada. Um Teatro atualizado, completo, com capacidade para grandes espetáculos. Um Centro de Eventos para abrigar nossa população ávida para grandes eventos, feiras e exposições. Não temos uma Arena para grandes jogos de vôlei, futsal, basquete. Um Autódromo que não seja um retalho, escondido, camuflado - afinal sua gente já mostrou talento de sobra, já nos deu piloto campeão de Stock Car, de Fórmula Truck, Pick Up, Motovelocidade, Kart, e até piloto que guia Ferrari. Não temos um Velódromo, e mesmo sem apoio do Poder Público, nossa gente já mostrou talento ganhando Copa América, Copa da República e várias corridas nacionais. E olha que foram gerações diferentes - da Silva, Ferraro, Delai.

Opostos - Será que é a água daqui? Que azar o nosso não? Pois aqui vale tudo. Qualquer união ou sociedade para se manter no poder. Mas infelizmente não vale tudo - e não há nenhuma união ? quando é para crescer e desenvolver. Como diria o saudoso Darci Israel, nos potentes microfones da rádio Colméia: "eita cascavelãããããããããão".


04/10/2011 13h31

Aeroporto de Foz

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Demanda - O aeroporto de Foz do Iguaçu foi o aeroporto que mais cresceu em número de embarque e desembarque em todo o território nacional nos últimos tempos, ficando à frente, proporcionalmente, de Guarulhos e Congonhas, aeroportos internacionais da grande São Paulo. Aqui, na cidade do oeste paranaense, tivemos nos últimos tempos um aumento substancial em número de voos. Recentemente, por exemplo, o aeroporto recebeu mais a Azul, a Pluna do Uruguai, a BQB também com voos diários para o Uruguai, a Trip que tirou seu voo para Porto Alegre de Cascavel e ainda a LAN que faz a rota dos Estados Unidos via Lima no Peru. Quer dizer muito mais voos além de TAM, GOL, WEBJET e outras menores brasileiras.

Infra-estrutura - Mas, infelizmente não recebeu adequação e melhorias na sua infra-estrutura. Enfim, agora parece que foi liberada uma verba de R$ 65 milhões (muito diferente da mixaria que veio para Cascavel) para o Infraero investir em melhorias e na modernização necessárias.

Ventos da época dos militares - Já na própria construção do terminal que aí está, a pista de pouso e decolagem foi construída com predominância de ventos de traves, ou seja, ventos laterais. Esta decisão foi tomada durante os governos militares, que, na época, tinham a preocupação de que nossas aeronaves, em procedimento de pousos e decolagens, não invadissem território argentino. Agora, faz-se necessária, por questões de segurança, a construção de uma nova pista, sem ventos laterais, já que hoje não existe mais aquela neurose militar de invasão de território alheio.

Terminal - No terminal de passageiros, os problemas são inúmeros. As salas de embarque e desembarque são acanhadas e não atendem as necessidades atuais. Na área de check-in, no período de muito movimento, principalmente no período da tarde, as filas são uma constante afronta aos passageiros que pagam absurdas taxas de embarque, as quais, aliás, deveriam ser revertidos em benefícios para os usuários. Sem falar nas taxas de navegação e estacionamento de aeronaves, pagos pelas companhias aéreas. Nem estou falando de que uma viagem de São Paulo para Foz dura 75 minutos e depois ficamos quase 30 minutos só para tirar as malas, isto as duas e meia da madrugada.

Refrigeração - Há também de se ressaltar o que todo mundo sabe: as altas temperaturas. Todos que utilizam nosso principal aeroporto sentem na pele o quanto é ruim e precário o seu sistema de ar condicionado. O estacionamento para automóveis também não atende a demanda. Não existe espaço suficiente, especialmente coberto. As pessoas se molham na chuva e os carros fritam no sol.

Goteiras - Na parte interna há excesso de goteiras, preços absurdos praticados pelo comércio, somados a falta de túneis (fingers) de acesso as aeronaves para evitar a exposição dos viajantes ao calor, ao frio e a chuva. É um verdadeiro descaso com o usuário. Nem parece que Foz do Iguaçu é o segundo destino mais procurado pelo turista estrangeiro.

Mais demanda - E agora, com o Brasil recebendo Olimpíadas e Copa do Mundo - além de Fórmula Indy e Formula 1 -, mais urgente se faz necessária uma adequação e modernização de toda estrutura aeroportuária preparando-a para o aumento da demanda que certamente acontecerá.

Na pele - Semana passada tive o dissabor de conviver novamente com estes problemas. Fui a Santos transmitir o jogo da Liga Futsal e a irritação que passei no Aeroporto, como diz aquele famoso comercial de TV, não tem preço. Já na chegada não tinha lugar para estacionar. Depois uma fila terrível na alfândega, outra fila no check-in se misturando com outras companhias e depois uma sala de embarque abarrotada. Passou da hora do Infraero resolver isto. De positivo, pelo menos ao fazer o check-in o funcionário da GOL perguntou de onde eu era e depois me disse que era uma pesquisa para saber se eles colocam uma base aqui depois da reforma do aeroporto de Cascavel, ou não. Menos mal. Sonhar não custa nada. E, o de Cascavel se continuar esta demora na reforma vai prejudicar muita gente. Os prejuízos estão se avolumando na rede hoteleira, nos restaurantes , na perda de eventos. Vamos agilizar . As obras estão infelizmente no ritmo de repartição publica. Lentas, muito lentas.


23/09/2011 17h59

A exceção virou regra

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A regra...

Meus caros. Começo hoje citando o dicionário. Segundo ele, quando falamos em regra, estamos falando de uma norma, algo que geralmente acontece ou quase sempre acontece.

A exceção... - A mesma fonte é quem me diz que exceção é quando se exclui de uma regra, de uma lei, princípio ou ordem. Ou seja, uma palavra é praticamente o antônimo da outra...

O paradoxo... - Sendo assim diríamos: como podem significados tão distantes e díspares estarem atualmente separados por uma fina linha, um limite tênue?


De quem é a culpa? - Pensando melhor, digo mal quando expresso desta forma até porque o nosso lindo e rico português nada tem com isso, não é mesmo. Digo bem ao colocar cada macaco no seu galho, porque são os políticos e não a gramática que tenta nos confundir.

Inversão de valores ? É, meus amigos. No meio político a regra virou exceção e a exceção, regra. A regra seria a honestidade; exceção a corrupção. Mas os que vemos no nosso cenário, inclusive local?

Dicionário desatualizado? - A regra seria defender os interesses coletivos. A ressalva seria para os interesses próprios. E nem precisamos de lentes de aumento para detectar a inversão de intenções...

Pela repetição, exceção vira regra - O normal seria proteger o dinheiro público, aplicando-o nas reais necessidades da população. E o que vemos são escândalos reincidentes de malversação do dinheiro público e licitações direcionadas, seres humanos com valores expressos... a malandragem, os desvios, as falcatruas, a propina, todos viraram regra.

Homens e seus valores - Mas estamos falando de outros valores. Como diria o velho ditado popular: "todo homem tem seu preço". No entanto, no caso do meio político, este preço tem "r" e "$" maiúsculos..., embora alguns andem em liquidação.

"Normal"- A corrupção virou notícia rotineira. E apesar do carimbo de ladrão e corrupto não serem nada agradáveis, me parece que o meio do qual falamos aqui já não se importa mais com as consequências desses respingos. Até porque sequer se manifestam para ao menos dar uma explicação mesmo que mixuruca, porém válida na tentativa de reverter os fatos.

Maus exemplos - Vejam a Jaqueline Roriz. A alegação era de que ainda nem era deputada quando recebeu aquela propina flagrada em gravação de vídeo. E ela, na maior cara de pau, rindo, diz pra uma repórter depois de seu julgamento: ser rica e influente tem lá suas vantagens, vejam o caso do DNIT, do Ministério do Turismo. Substituições por gente do mesmo partido e nada mais. Gozam e debocham da nossa cara.

Política pra quem? - Hoje, infelizmente, a exceção virou regra. Quando em sua origem, grega, a palavra política significava: "dos cidadãos, pertencente aos cidadãos". Agora a norma é entrar na política para administrar, não os meus, os seus, os nossos interesses; não os interesses de uma merenda de melhor qualidade, de escolas estruturadas, de saúde referência, de estradas bem cuidadas e com a manutenção merecida pela família do campo, que de lá nos manda o nosso sustento aqui na cidade. Agora a regra é cuidar, zelar, administrar os interesses do poder, pelo poder...

O poder de ser, ter, vencer. O poder de render, multiplicar, comprar. O poder de manipular, direcionar... Enfim, deixo a lista de vaidades e desejos para você, leitor, finalizar.


19/09/2011 18h10

Duplicação da BR 277

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A campanha Duplicação Já da BR 277 teve início em 1986 na TV Tarobá, e foi retomada em fevereiro de 2004 quando a CATVE entrou no ar


Há 25 anos. Logo após eu ter voltado da Copa do Mundo de 1986 onde observei nos Estados Unidos e no México diversas boas estradas e estradas duplicadas que ligavam cidades importantes em algumas regiões, fui trocar uma idéia com o Emir Sfair do Jornal O Paraná. O Emir era assim tipo um guru para assuntos politicos. Me lembro até quando fizemos ao vivo a apuração daquelas eleições das cidades da faixa de seguranca que tinham por uma época seus Prefeitos nomeados. Em Foz, São Miguel, Medianeira, Capanema, Curitiba entre outras. Foi a primeira vez de eleições diretas para Prefeito nestes municipios. O Emir acertou todos que seriam eleitos. Enquanto eu colocava no ar os numeros que recebia daquelas cidades passados por repórteres ao vivo (João Luiz Furtado, Taniclaer Marcon, Alvir entre outros) o Turco discorria sobre o porque dos votos e como ganhariam. Repito não errou nenhum eleito.
Me lembro que o Requiâo foi eleito em Curitiba e lembro tambem do Adolpho Mariano da Costa em Medianeira. Ficamos no ar das 17 horas até a uma da manhã direto. No México trabalhando pra Rede Bandeirantes fui em várias cidades sedes. Fui em Guanajuato, Monterrey, Guadalajara, Puerto Vallarta, Irapuato, cidade do México e outras mais. Nos intervalos maiores, tipo quando o Brasil não jogava por 3 ou 4 dias nós viajavamos para os Estados Unidos. O saudoso Tito Muffato invarávelmente era o motorista e pra nós deixarmos ele dirigir só com estradas duplicadas e boas. Era um pé de chumbo daqueles.
Na volta falei com o Emir sobre a maravilha das estradas e comparei com a dificuldade que tivemos de Cascavel a Foz para ir pegar nossos voôs. Dai surgiu a idéia de uma campanha
pela duplicação. Começamos naquele ano mesmo ali pelo meio de Agosto, logo depois do Fercapo. A campanha pela duplicação da Br 277. Ele no jornal e eu na tv. Em alguns periodos na tv chegamos até a apelar. Certa vez usamos imagens de uma acidente e citavamos os nomes daqueles que foram vitimas fatais. A idéia era chocar mesmo. Chegou ao ponto do Pai de dois deles ir na tv pedir para tirar do ar porque estava muito duro ver. Me lembro bem do Dr.Fernando do Ministério do Trabalho : "Caro Jorge, tire do ar por favor. Minha mulher esta muito chocada com estes anuncios ". Claro que atendemos ele de imediato. O Emir Sfair infelizmente se foi e o jornal parou de fazer a campanha. Sai da emissora em que estava no final de 2003 mas a emissora felizmente, depois de uma pequena paralização, continuou com a campanha da duplicação. O Emir se foi e não viu a duplicação. Eu felizmente já vi acontecer algo. Vi os primeiros 18 quilometros de Foz a Santa Terezinha de Itaipu. Depois os outros 40 km de Santa Terezinha até Medianeira e ainda os 6 km de Cascavel quase á Santa Tereza do Oeste. O Emir e muitos outros que deixaram esta vida justamente por causa da BR 277 não viram mas eu estou vendo mais um pouquinho. Agora o governador Beto Richa autoriza mais 14 quilometros da duplicação de Matelandia a Medianeira. Não é muito mas é um trecho critico, um trecho de muitos acidentes. Meu caro EMIR SFAIR pena que você não esta aqui pra ver mas onde você estiver com certeza deve estar acompanhando e feliz. O povo desta rica região merece. Das nossas campanhas meu amigo, ainda falta a reabertura da Estrada do Colono se concretizar. Eu não sei se vou ver o complemento da duplicação da BR 277 e nem a reabertura da Estrada do Colono mas valeu até aqui a pena lutar. A campanha não é de A ou B e sim de uma região rica , de um povo ordeiro e trabalhador. De gente que planta e alimenta boa parte deste Pais. Para seu bem chegaram nestes ultimos anos novos companheiros, novos veiculos de comunicação e algumas entidades embora tardiamente tambem se envolveram para conscientizar as autoridades desta necessidade . E para que se saiba a gente tambem não irá desistir. Não irá desistir nunca .Enquanto houver vida haverá luta... Então Emir , você não esta mais entre nós mas o seu ponta pé inicial foi fundamental por esta razâo. A coisa tá andando, devagar mas está, então : Valeu companheiro !!!!


16/09/2011 14h38

Batalhão de Fronteira

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Erro - Caros leitores, que todas as semanas me dão a honra de sua leitura. A decisão do governo do Estado de instalar em Marechal Cândido Rondon o Batalhão de Fronteira parece, aos olhos dos entendidos, ter sido um erro de escolha.

Voz especialista - Na Catve, o superintendente da Polícia Federal do Paraná, Dr. José Iegas - que já comandou a Polícia Federal daqui e de Foz do Iguaçu, além de São Paulo - é um deles. Outros comandantes da Polícia Militar, que evidentemente não gostariam que se divulgassem os nomes, também pensam da mesma forma.

Motivos - Cascavel está num entroncamento de quatro rodovias. Possui Aeroporto, batalhão da Polícia Militar e, especialmente, é a sede da 15 Brigada Militar do Exército, tendo ainda mais o Batalhão Logístico do Exército e o 33 Batalhão de Infantaria Motorizado.

Localização estratégica - O Dr. Iegas disse na Catve que se fosse instalado em Cascavel, o Batalhão de Fronteira ficaria postado de frente para as cidades fronteiriças. Facilitaria o deslocamento não só para Guaíra e Foz, mas também para Barracão, outra fronteira com a Argentina.

Aqui e lá - Cascavel, segundo ele, tem mais estrutura logística, mais facilidade de acesso, de comunicação, enfim... Estaria melhor postada. Por outro lado, Marechal Cândido Rondon é uma cidade ordeira, pacata, tranquila. Os níveis de violência são pequenos. Não se ouve falar de assaltos, roubos, tráfico e assassinatos.

Criminalidade - Enquanto que aqui em Cascavel a situação esta crítica. Já estamos perto dos cem assassinatos ; o que dá cerca de 10 por mês, além de roubos, assaltos e tráfico pesado de drogas. Contrabando que tem justamente na cidade, o caminho deste entroncamento que acontece aqui, na BR 277 com a 369, 163, e a 467.

Muito além da fronteira - Logo, seria fundamental a presença física deste Batalhão aqui. Além de monitorar e guardar as fronteiras, também protegeria um dos principais entroncamentos do contrabando, descaminho e do tráfico de drogas. Porque mais dia, menos dia, as cidades pequenas acabarão recebendo "a sobra "de Cascavel; infelizmente a sobra ruim, do mal.

Quantidade x qualidade ? Por estes motivos aqui apresentados, penso que a decisão foi política. E se foi política, como que nossos políticos explicariam esta decisão? Sempre brigamos para eleger o máximo deles para que nos representassem devidamente . Agora estamos com quatro deputados estaduais e cinco deputados federais, sendo que a grande maioria apoiou o atual governo. Vivemos nos gabando disto. "Nunca na história deste país tivemos tantos eleitos". Será que elegemos demais com qualidade de menos? Tomara que não. Tomara que tenha sido apenas um vacilo. Parabéns Marechal Candido Rondon, seus representantes mostraram sua força. Justificaram seus votos.


10/09/2011 11h09

Resumo das quartas-de-final da Liga Futsal 2011

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Jorge Guirado e Geraldo Magela fazem um breve relato dos jogos das quartas-de-final da Liga Futsal 2011, e uma perspectiva das semi-finais


10/09/2011 09h08

Piadas verdadeiras

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KADAFI faz o mesmo há 40 anos, inclusive torturando presos para os Estados Unidos. Agora querem condená-lo por crimes contra a humanidade. Meio tarde não?

10 anos depois dos ataques ao WTC descobriu-se que o machão BUSH, todo poderoso presidente americano não estava na Casa Branca ou no Pentágono, não estava em terra. Estava voando com o Air Force One de lá para cá, de cá para lá, fugindo dos possíveis ataques.

10 anos depois descobriu-se que a maior potência do mundo, que ataca a todos quando quer, que se mete em vários países, para se defender dos ataques terroristas e sem saber ao certo de quem, mandou um caça. Apenas um caça e ainda assim sem munição para numa ação kamikaze do piloto derrubar os "terroristas" batendo no avião em que estavam em sua maioria concidadãos americanos....

Jaqueline Roriz é flagrada em vídeo recebendo propina. Dinheiro para sua campanha em troca de apoio de seu grupo. Eleita. Seus pares da câmara a absolvem porque ela ainda não era deputada. Mas, conseguiu ser pelo apoio financeiro desta propina. Como em 2006 ainda não era "autoridade" eles a absolveram. Ao sair da sessão na Câmara ela diz pra uma repórter/humorista que ser rica e política tem lá suas vantagens na defesa. E, como tem...

Não precisa de mais de 4 dias de chuvas para que cidades do Vale do Itajaí em Santa Catarina tenham problemas. Inundam, desabrigam. Fazem seu povo sofrer. Uma delas a linda Blumenau. O Vale do Itajaí sofre assim de 1980, 81, 82....90, 91, 92...2000, 2001,...2010, 2011. Nada fazem. Só arrecadam e enganam o povo nas eleições com promessas de resolver. O povo é muito ordeiro, bom e pacífico por sorte destes mandatários.....

Nos morros do Rio a Polícia finge que prende, que expulsa o tráfico. Os traficantes fingem que respeitam as UPPs e que não subornam ninguém. É como dizia Vampeta: "O Flamengo finge que paga e nóis finge que joga". E lá se vão bilhões para Maracanã na terceira reforma , bilhões pra Olimpíada, destruição do Autódromo, matam juíza...é o RIO lindo e MARavilhoso....

A Câmara de Cascavel vai votar e os vereadores mesmo depois do assunto estar na boca de toda cidade e da mídia, há mais de 90 dias, não sabem se votam investigação ou cassação. Confusão proposital ou incompetência da oposição? Cala boca mesmo...

A vizinha Toledo tem teatro, parque com piscina popular, esta transformando ginásio em arena multiuso, tem zona rural asfaltada, tem 5 restaurantes populares e paga pelos uniformes escolares com material melhor metade que Cascavel. E lá o dinheiro é do município e aqui é Federal. A população de Cascavel somada é quase 3 vezes maior que a do vizinho. O que a população de Toledo tem que a nossa não tem para merecer esta atenção da Administração Pública?

Em Toledo a zona rural é asfaltada. Sim, é menor que aqui. Aqui quando chove dois dias seguidos, como agora, os alunos não podem ir para a escola e os agricultores não chegam e nem saem de seus sítios, fazendas ou o que seja em razão das estradas intransitáveis.


09/09/2011 11h24

Conflito pessoal

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Muitas vezes o ser humano passa por conflitos. O pior deles sem dúvida é o conflito do seu lado pessoal com o profissional. Já me vi muitas vezes nesta situação ao longo destes muitos anos de trabalho na TV. Confesso não ser uma situação fácil de administrar.

O lado ruim da TV - Na TV você fica exposto por demais. Fica vulnerável, sujeito a muitas críticas, ofensas, maldade. É pau de todo lado. As pessoas se esquecem que atrás de um profissional de comunicação - como de um médico, policial ou o que seja -, está um ser humano. Ser humano sujeito a erros e acertos. Um ser humano que tem emoções, que tem time, amigo; que tem àqueles de quem gosta e também os que não gosta.

Pessoal x profissional - Em exposição, quando você faz uma crítica, muitas pessoas não aceitam separar os dois lados, entendendo que você criticou o lado profissional e não o pessoal. Seja técnico ou jogador; prefeito, vereador ou secretário. Não é nada pessoal. Mas infelizmente sempre levam pro lado pessoal. E quando você fica em conflito entre a sua vida pessoal e sua vida profissional, também não aceitam.

Família... - Confesso que tive este conflito na terça feira no jogo Cascavel x Marechal. Sou de Cascavel. Aqui vivo. Aqui tenho minha família. Reivindico e torço pelo melhor da cidade. O melhor para a cidade será o melhor para meus filhos, minha mulher, para as pessoas que amo.

Parceiros... - Mas, não posso esquecer-me daqueles que me respeitam. Daqueles que me tratam bem. Que tem consideração por mim e pela emissora que visto a camisa. Daqueles que tem consideração pela empresa que eu defendo ao ponto de se deslocarem dirigindo na neblina, na chuva ou numa estrada com muito caminhão, 70 km pra vir e 70 km pra voltar, apenas para participar de um programa de TV. Isto é profissionalismo deles claro; fazem publicidade e promovem seu time, claro; mas também é muito respeito pelo que a gente faz.

Parceiros com nomes - O Marquinhos Xavier, o Eduardo Santana, Renan, Gadeia, Dyego, Marcel, Vitor, Rafael já fizeram isto. Fizeram por mais de uma vez. Eles são profissionais e eles entenderiam perfeitamente que seria normal eu até torcer pra que o Marechal perdesse, afinal de contas, embora a gente dê o maior espaço possível pra eles, o Cascavel é o time de minha cidade.

Apenas um lance de jogo? - Normal. Tenho quase certeza. Mas, meu conflito surgiu num lance do jogo. Valença chutou uma bola. (Pra mim errado, porque chutou no adversário quando poderia ter tocado de lado e fugido da defesa). No contra-ataque o Caça correu pra fazer a jogada em direção ao gol. Aí sai o goleiro Léo Oliveira para fazer a interceptação. Ficou no caminho. Sentiu uma contusão. A princípio falamos da panturrilha. Na verdade uma contusão no joelho. Felizmente não pra caso cirúrgico, mas que tirou dele a chance de disputar uma competição internacional pela Seleção Brasileira, a Copa América na Argentina. Porque do meu conflito?

Meu conflito do jogo - Eu narrava o lance, acima citado, e antes do jogador Caça chegar até a bola eu disse da contusão do Léo. Fiquei constrangido em gritar o gol. Não pela contusão em si, porque o atleta está sujeito a isto, mas pelo Léo Oliveira. Grande goleiro da Seleção Brasileira e gente da maior qualidade. Eu sinceramente fiquei numa situação desconfortável. O Léo já veio de Marechal aqui por mais de uma vez. Trouxe inclusive a esposa. Sempre ficou o programa inteiro. Bom papo, alegre, inteligente, coerente. Estas pessoas são raras, e por serem raras a gente precisa saber preservá-las. Boa e rápida recuperação meu caro LÉO OLIVEIRA. Torço por você... mas, pode voltar a jogar depois do Cascavel x Marechal na semifinal da Liga tá!


Jorge Guirado
A frente da Catve, Jorge está desde 2004, mas essa história começou bem antes. Em 1979, o apresentador tem suas primeiras experiências em televisão com a implantação da TV Tarobá, emissora na qual teve o cargo de diretor geral por 21 anos, lá idealizou em 1994 e realizou até 2003 o Dia da Bondade em Cascavel, Londrina, Foz do Iguaçu e por último em Toledo.

Na filial da Band, criou e colocou no ar vários programas. Apresentou os Programas, Melhor da Rodada e Placar de Opiniões. Sua carreira na Band também inclui a criação e implantação da TV Tarobá de Londrina inaugurada em 1996, a qual dirigiu por sete anos.
As narrações de jogos na afiliada da BAND passam pelos Campeonatos Gaúcho e Paranaense de Futebol, Copa Libertadores da América, Chave Ouro, Sul americano de Seleções de Futsal e Liga Futsal.
Em grandes coberturas da Band, Jorge participou da equipe de produção nas Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994, e ainda, nas Olimpíadas de Los Angeles e Atlanta.
Jorge foi diretor de imagens durante eventos como Stock Car, Fórmula Truck, Carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia, e em três etapas brasileiras do Mundial de Motovelocidade, imagens estas destinadas a Dorna TV, que distribui o sinal das corridas para 180 países.
Com serviços para a Band, SBT, Globo e Espn, durante 20 anos foi diretor de imagens dos Campeonatos Brasileiro de Futebol, Copa dos Campeões, Copa do Brasil, Libertadores da América, Pré-olímpico de Futebol, Liga Mundial de Voleibol e Copa América de Futebol realizada uma no Paraguai e outra na Bolívia.

Dirigiu também as 3 etapas da Fórmula INDY realizadas no Rio de Janeiro com transmissões para ABC e ESPN INT dos EUA, Band e SBT e o Panamericano de Basquetebol em Montevidéu no Uruguai.
Durante cinco anos dirigiu imagens da Fórmula 3 Sul americana para Espn Internacional na Argentina , Uruguai e Brasil, as etapas brasileiras da World Series e da WTCC, entre outras categorias do automobilismo nacional.

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