13/04/2012 22h04

Máquina x Gente

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Cettrans adverte: andar pode fazer muito mal à saúde - A morte da estudante Kathlin Oliveira do Nascimento de 14 anos atropelada na manhã da última quarta-feira (11) em frente ao colégio municipal Artur Carlos Sartori, no bairro Santa Felicidade, nos instiga a falar sobre a falta de segurança para os pedestres. Pela tragédia e pelas circunstâncias: uma estudante assassinada no trânsito em frente ao portão da escola.

Organizar veículos... - O trânsito caótico de Cascavel tem obrigado o Poder Público a investir em melhorias. Até acho que estão de certa forma fazendo o possível, aquilo que alcançam fazer. Estão aí os binários para melhor distribuir o tráfego; a sincronização dos semáforos para dar mais fluidez, destravando, facilitando o tráfego; os radares para conter os pés de chumbo e proporcionar de certa forma um trânsito mais seguro e menos violento.

Ser humano x máquina - Mas todas essas medidas priorizam aqueles que por lei já são considerados o lado mais forte do trânsito. É como se as tentativas de organizar o trânsito fossem focadas nas "máquinas", e talvez por isso com resultados mais rápidos. Quando focaremos nas pessoas?

Organizar pessoas... - Talvez pela maior dificuldade em lidar com pessoas (em relação às máquinas) é que os pedestres parecem ser abnegados nas ações de trânsito. Mas ruas e avenidas não são apenas para automotores. Pergunto: e para os pedestres e ciclistas, o que vem sendo feito? Afinal, pedestres, ciclistas, carroças, cavalos e carros dividem o mesmo espaço... Uso democrático? Nem tanto!

Ecologicamente correto? Nem pensar - Democrático seria fazer um planejamento contemplando quem utiliza meios alternativos aos veículos para trabalhar, passear, se locomover, optando por um estilo de vida mais saudável, menos poluente, ou ainda por falta de opção. Democrático seria criar espaços seguros, para quem não quer ou não pode utilizar veículos automotores como meio de transporte. Seria garantir o direito de ir e vir de todos, independentemente da sua condição, opção ou limitação.

Na essência, trânsito é feito de pessoas e não de meios de transporte - Claro que a irresponsabilidade, somada à má formação de condutores de veículos, tem uma grande parcela de culpa em acidentes como este que vitimou a estudante (se não for a maior parte). Daí questionarmos sobre onde está o foco das medidas para melhor o trânsito: nas máquinas ou nas pessoas? Mas também de forma geral a deficiência não está apenas na cidade, no trânsito ou nas pessoas.

Papel aceita tudo - Há também deficiência em quem planeja, estuda o trânsito; nos projetos engenhosos que funcionam apenas no papel e se tornam fracassos na prática. Planejamentos devem pensar num todo e para prazos imediatos e futuros. Mas sabe-se lá por quais motivos não estamos alcançando todos no trânsito, ou então não estamos entendendo aquilo que pensam ou deveriam pensar àqueles que foram destacados pela sociedade para fazerem isso. Não precisam pensar muito basta viajar um pouco para Londres, Washington DC, entre outros lugares, até mesmo Brasilia.



30/03/2012 23h20

Duzentos mil, e daí?

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Novo cenário - Ufa! Que alívio! Agora é oficial... Já temos eleitores suficientes para um segundo turno nas eleições 2012 aqui em Cascavel... O novo cenário passou a ser desenhado na última quinta-feira quando o estudante do colégio Eleodoro Mateus Souza da Luz fez o seu título...

Simbolicamente, mas não menos importante - Ele, mesmo tão jovem, foi peça fundamental nesta nova etapa do processo político do nosso município, já que alcançamos o tão sonhado número de 200 mil eleitores. Ele, claro, foi escolhido simbolicamente para representar o número 200 mil, porém não deixa de ser importante, isto porque o jovem representa aqueles alunos da rede estadual de ensino que fizeram Cascavel chegar a este número. Jovens capitaneados por Diogo Tamoio do Núcleo de Educação, este um leão para conseguir novos eleitores..

Conquista no sexagenário ano de existência - Agora, vale ratificar que estes algarismos não são meramente números, dígitos, siglas... Atingir a meta de 200 mil eleitores justamente aos 60 anos de emancipação é um marco na história de Cascavel.

Saudável incerteza - Os nossos personagens do cenário político, por exemplo, terão que repensar suas estratégias eleitorais. Todas as possíveis previsões até aqui realizadas caem por terra. Surge um novo quadro.

A busca dos 50% mais 1 - Mesmo aqueles que estavam no início da fila e que em tese tinham certo favoritismo, pela histórica faixa dos 30 e poucos porcento da preferência do eleitorado, vão ter uma caminhada um pouco mais difícil e terão também que começar lá do fim da fila e trabalhando para um eleitorado diferente com número significativo de jovens. Diferente de outros tempos.

VALEU ... e como valeu o empenho! Valeu a conscientização, principalmente dos jovens que foram os protagonistas dessa luta! Valeram as campanhas!

Pela maioria - Graças a esta juventude mobilizada, a estes jovens que atenderam ao apelo de toda nossa sociedade, Cascavel agora faz parte do seleto grupo de cidades do Paraná - grupo formado por Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e agora Cascavel - que poderá ter o segundo turno como garantia de que a cidade será sempre governada por um representante escolhido em votos pela maioria.

E daí cara pálida? - E daí que o município terá mais visibilidade, mais mídia, mais atenção das autoridades.

Cascavel passa a despertar a importância para quem não dava muita bola para esta metrópole do oeste do Paraná, que apenas reconheciam ser a "Cidade do Futuro". Agora somos "do Presente".

Jovens são mais expertos do que aparentam - Queiram ou não, a possibilidade do segundo turno traz um aprofundamento do debate político. Até porque este pessoal, estes jovens que fizeram lá seus títulos, com certeza não irão permitir servirem apenas de massa de manobra para atender as vontades de uma oposição ávida em tirar do trono o atual mandatário impedindo sua reeleição. Com certeza irão exercer com plenitude seu direito conquistado sem ficar encabrestados.

AGORA é esperar para ver se realmente na votação haverá necessidade de dois turnos ou alguém leva no primeiro. A gente vai logo saber, Outubro esta próximo e que falem as urnas......



24/03/2012 08h39

O Prefeito e o MP

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Dimensionamentos e distorções - Nos últimos meses venho acompanhado uma avalanche de questões sobre a administração municipal em Cascavel. Por certo tempo isto vinha apenas de alguns setores da nossa imprensa. Sem crítica, pois sabemos que uns fazem diferente dos outros, que alguns têm mais envolvimento político e outros menos. Mas é justamente por causa desta diferença que ficou possível identificar quando se está por influência ideológica, quando existe ou não exagero.

Autocrítica - Não digo que inventam ou criam algo que não existe, mas podem carregar nas tintas, exagerar. Acho que é até normal, pois cada um sabe da responsabilidade e das consequências que tem com seus comentários. Sabe o que pode atingir ou não. Não sei se consegui me explicar sem exagerar?

A força do discurso está na legitimidade do falante - Pois bem. Enquanto esta situação estava, digamos assim, nesta imprensa oposicionista, na boca e nas ações de um ou dois vereadores de oposição, até vá lá, pois era possível dizer: "isto é coisa da oposição". Mas agora quem está se movimentando, denunciando é o Ministério Público Estadual.

As peças do xadrez se movimentaram? - Aquele mesmo Ministério Público que o Chico Menin e o Salazar sempre diziam que protegia o atual prefeito. Se protegia, agora não protege mais? Afinal esta denúncia sobre a Secretaria de Obras veio do MP. O impedimento da compra e distribuição dos netbooks veio da Juíza, atendendo pedido do MP e do Observatório Social, outro que era tido como alinhado ao Paço.

Número de mágica, ilusão de ótica - O Observatório, lembram leitores, se omitiu no tão propalado caso dos Uniformes Escolares, caso que gerou até um confuso pedido de impeachment que no fim alguns vereadores nem sabiam o que estavam votando. Ou sabiam e fingiram não saber, para confundir a plateia? Este mesmo Observatório agora parece que não está mais alinhado. Ou nunca esteve e apenas foi omisso na denúncia? Vai saber...

Folha inchada - Tem também o caso dos cargos comissionados que o Ministério Público pede para exonerá-los e acabar. Já tinha também este encaminhamento relativo aos comissionados na Câmara Municipal de Vereadores.

Cada qual com sua obrigação - O Ministério Público Estadual me parece muito sério enquanto instituição, embora formado por homens como nós, seres humanos falíveis, que podem cometer erros. Ao contrário dos exageros de alguns veículos ou comunicadores que exageram por partidarismo, penso eu que o MP não tem interesse e envolvimento político partidário.

Errar pela ação e não pela omissão - Podem errar, mas, errar por avaliação, por dedução ou ação, mas não para ajudar ou prejudicar alguém por questões políticas partidárias. Por esta razão podem estar tanto certos como errados. Não são donos da verdade absoluta. Lá em Londrina, por exemplo, o judiciário não acatou o pedido do Ministério Público em acabar com os cargos comissionados na Câmara. Prova de que não são infalíveis é que o Ministério Público não leva todas as vantagens na Justiça.

Enquanto isto - lá pelos lados da Camara de Vereadores , nada vêem , nada ouvem e nada sabem...

Fiscalização faz parte - Não seria o caso do Prefeito Municipal Edgar Bueno ao invés de reunir a imprensa em coletivas ou usar espaços da imprensa em entrevistas ao vivo para atacar o MP, que reunisse seu primeiro escalão para pedir levantamentos, averiguações, auditorias e depois ir até ao MP e apresentar suas razões para mostrar que está certo? Ou o Prefeito e seus assessores, ao contrário de nós pobres mortais, são infalíveis?



19/03/2012 09h49

Jet Ski

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Irresponsabilidade pode ser crime - Meus caros leitores, temos acompanhado nos últimos dias noticiários sobre acidentes com Jet Skis, ou como quer uma empresa específica: acidentes com motos aquáticas. Existe muita falta de cuidado e muita irresponsabilidade especialmente por parte de pais, filhos e responsáveis, já que erroneamente a prática é quase sempre vista como uma ?brincadeira?.

Mais rigor - Fora daqui, especialmente nas praias mais frequentadas do litoral paulista, houve acidentes com mortes. E a situação nacional está tão grave que até legislação e regras para obter Carteira de Arrais para conduzir embarcações vai mudar a partir de 02 de Julho. Haverá necessidade de aulas práticas e continua a obrigatoriedade de no mínimo 18 anos para obter a habilitação.

E eu com isso? - Infelizmente, penso que aqui pertinho de nosso nariz temos uma situação parecida muito próxima de acontecer. E quando acontecer poderá ser com gente conhecida. Aí haverá comoção e muito comentário. Haverá tristeza e, claro, surpresas extremamente negativas. Nada de agouro. É uma questão de probabilidade.

Hobby é coisa séria - Hoje na região do Lago de Salto Caxias, distante 70 km de Cascavel, num lugar aprazível, conhecido por todos como Marinas, existe muito trânsito de embarcações. Sejam barcos médios, pequenos, às vezes belos veleiros, e especialmente muito Jet Ski. Nada contra ter momentos de lazer, desde que sejam respeitadas todas as medidas de segurança.

Brinquedinho de criança - No caso dos Jets, estes são pilotados em sua grande maioria por menores de 18 anos e em alguns casos, como vejo com meus próprios olhos, por crianças. Crianças sim. Menores de 15, 12 anos são crianças. Com ou sem o conhecimento de seus pais, eles barbarizam nas águas do Lago. Excesso de velocidade, manobras radicais e total falta de conhecimento de como proceder ao encontrar um obstáculo e, especialmente, como proceder ao encontrar ou cruzar com outra embarcação.

Arma potente - O Jet Ski ou moto aquática não possui freio. Somado as marolas naturais da água pelo movimento de lanchas e do próprio equipamento, ele fica incontrolável. Os Jets na sua maioria são de 1.100 cilindradas, ou seja, muito potentes. Com excesso de velocidade e pelo movimento das águas é difícil até de um adulto controlar. Imaginem, então, uma criança.

Inocentes pagam pelos culpados - Existe especialmente nos feriados um volume assustador de embarcações. Claro, também lá estão pessoas habilitadas, experientes e conhecedoras das regras e das leis de navegação que estão apenas fazendo seu passeio ou se divertindo com a família. Mas estes também estão sob risco ao se depararem com crianças pilotando em alta velocidade e ainda, por vezes, puxando outras crianças em boias, bananas ou wakes.

Antes que a tragédia bata a nossa porta - Os responsáveis deveriam se ater a estas notícias de acidentes que vem acontecendo em outras localidades e tomar uma medida urgente. Sei que não é fácil. Tenho filhos e negar-lhes algo que outros fazem, especialmente aquilo que eles presenciam que outros fazem. É uma tarefa dura. Tem de ser muito firme para não ser ruim para com os seus, mas se não fizermos pode acontecer o pior. Melhor pecar pela rigidez do que chorar uma tragédia.

Bate na madeira - Deus queira e me poupe de presenciar e ter de divulgar uma tragédia envolvendo amigos ou familiares. Mas, infelizmente, corremos este risco se nada for feito para corrigir o que está, obviamente e visivelmente errado.



12/03/2012 08h54

Violência nas ESCOLAS

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A luz vermelha acendeu - Meus caros leitores. Infelizmente nos últimos tempos a violência envolvendo nossa juventude está demais. Ultrapassou todos os limites. Afinal, o que está acontecendo com nossa meninada? Há quem diga: falta do que fazer. Seria este o motivo? Violência gratuita, apenas para aparecer, para ficar bem com os amigos? A violência está demais entre aqueles que são o nosso futuro.

Um quadro ainda pior - Não estamos nem falando daquelas mortes ou agressões por tráfico ou uso de drogas, até porque estas já estão fora do controle faz muito tempo e sobejamente por culpa de um estado omisso, sem programas eficientes de combate às drogas e sem tratamento de dependentes.

Alguém se acostuma com a violência? - A violência entre estes, envolvidos em tráfico ou uso de drogas, por mais incrível que possa parecer, já é tolerada pela sociedade. A sociedade parece que nem se assusta mais, ou se cala; enfim fecha os olhos e faz de conta de que não é com ela.

Bestódromos - Não estamos nem comentando sobre aquela juventude dos bobódromos, onde se destrói o patrimônio público, agridem pessoas que por acaso ali passam. Bobódromos como aquele que tinha ali no Lago e que antes foi da Praça da Bíblia. Ou naquele da Avenida FAG ou noutro que havia na Avenida Brasil perto de uma distribuidora de bebidas.

Brincadeira? - Nem falamos daquela "brincadeira" que agora se formou no inacabado Contorno Oeste, onde jovens se unem para baderna, algazarras e roletas russas na famosa fina. Tirar fina de um veículo, de outro, acabou trazendo morte, isto porque não tivemos conhecimento de acidentes que renderam "apenas" machucados.

Violência nas escolas - Estamos falando da violência nas escolas meus caros. Local de aprendizagem, de adquirir conhecimento, cultura e educação na verdadeira acepção da palavra. Infelizmente, elas estão de volta. Já houve assassinato, tentativa de assassinato, agressões a diretores, a professores e agora alunas se unem para agredirem outra. Tudo filmado e exposto na net.

A única certeza - O que está acontecendo? É má formação em casa? É falta de cultura e respeito com o semelhante pelas dificuldades da vida? Ciúme do sucesso e crescimento do outro? Frustração por não conseguir o mesmo? Má influencia de televisão, novelas, filmes? Ou são ruins por serem mesmo, por achar bonito? Talvez nunca saibamos a causa. A única certeza é que algo tem de ser feito.

Pré-quadrilha - Tem de ser feito porque em algumas escolas de Cascavel se criou uma organização. Pasmem uma "organização" chamada VIDA LOUCA que é um grupo de moleques da mesma faixa etária que andam sempre em gangue e com ramificações em várias escolas. Atuam no mesmo modus operandi na área central. Roubam tênis, bonés, dão chutes em outros alunos, tapas na orelha, simplesmente por dar. Bulling? Isto já beira a criminalidade.

Deboche - Quando flagrados são punidos com suspensões, cumprem, maneram a ação por um tempo e depois voltam a agir, pois não custa nada mais que uns dias de aula, fato que até os agrada. Um verdadeiro absurdo.

Vigilância constante - Está na hora de aumentarem o efetivo da Patrulha Escolar que hoje, segundo informações, é formada por apenas por dois soldados da PM. E esta Patrulha precisa agir com maior vigor também na área central, antes que algo de pior aconteça, pois a violência, meus caros, está mesmo é descambando.



07/03/2012 07h43

Calçadas

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Binário é paliativo - Numa cidade onde temos tantos veículos, sejam de duas ou quatro rodas, nossas vias infelizmente não foram planejadas para suportarem o volume do tráfego que temos. Vejam que ainda hoje, depois de tantos anos sendo, digamos que municipalizados, para organizar melhor o fluxo de veículos está sendo preciso mexer nos sentidos das ruas, o que é extremamente complicado, não só para os motoristas, mas para moradores, comerciantes, etc.

Densidade veicular - Em dezembro os números do Detran fecharam em mais de 170 mil veículos, sendo 36 mil motos ou motonetas. Dados referentes somente aos emplacamentos feitos na cidade, agora imagine a quantidade de veículos de outras cidades da região que por aqui circulam!

"Intrânsito" de pedestres - E não são somente os motorizados que sofrem com as ruas mal planejadas. A situação também está muito ruim para os pedestres. Somada às ruas ruins para o tráfego de veículos, temos as calçadas péssimas para o trânsito da população.

Estamos "descalçados"... - Nossas calçadas estão terríveis para circular - e olha que não falo somente sobre os bairros (onde simplesmente muitas ruas nem existem, quanto mais calçadas). Falo também do Centro da cidade, aqui perto do "olho administrativo", onde gestores poderiam tropeçar em obstáculos, cambalear em buracos de calçadas (se andassem a pé).

...e esburacados - Mas se parece ser "normal" que pedestres sejam renegados no trânsito de qualquer cidade, de pequeno a grande porte, o que dizer sobre nossas ruas. No Centro elas estão esburacadas, algumas bloqueadas por paus, pedras, lixo. Os buracos precisam entrar na fila, à espera de serem tapados. Impossível transitar.

Proposta de solução - Ali na frente do Tuiuti, tem buraco, árvore e ponto de ônibus que juntos impedem o trânsito de pedestres. A Prefeitura, se não tem condições ou capacidade de exigir e fiscalizar deveria quem sabe dar um incentivo para que os proprietários de residências e pontos comerciais ou lotes vazios fizessem ou corrigissem suas calçadas. Quem sabe um benefício, como desconto especial em impostos, motivasse os donos. Todos sabemos que a sociedade capitalista adora uma vantagenzinha quando vai pagar alguma coisa, ainda mais quando se trata de impostos. Com boas calçadas teremos também mais segurança para os pedestres, uma cidade mais limpa e mais bonita.



29/02/2012 11h49

Infrator de Trânsito desafia Inteligência Humana

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No Brasil, em 2003, o trânsito já destruía mais vidas humanas do que a guerra do Vietnã, câncer e AIDS. Já havia mais vítimas do que a população de 287 dos 90,43% municípios(Almanaque Abril - Brasil 2003, p. 168). O impacto social e econômico dos acidentes de trânsito na área urbana, era tão trágico; sobretudo, pela dor, sofrimento e perda da qualidade de vida das vítimas, familiares e a própria sociedade, que só em 2001 geraram custos na ordem de R$.5,3 bilhões ao preço de 04/2003 (Ipea-05/2003).

De 2003 a 2012, o aumento na frota de veículos, infratores e impacto econômico em acidentes de trânsito é geométrico; enquanto, o espaço físico das vias terrestres urbanas e rodoviárias cresce em progressão aritmética. Quantas vítimas e sonhos foram destruídos nesse período? Se continuar no atual campo de batalha?

Qual o remédio para tantos desafios da inteligência humana no trânsito? Encontrar-se-á uma solução na Ciência do Direito, da Medicina Psiquiátrica, da Psicologia, da Educação, da Cultural; ou leis com penalidades mais severas, multas elevadas, prisões sem direito á fiança; processos de habilitações com mais rigor para obter a habilitação?

A vida humana é o bem supremo. E a integridade psicofísica, muitas vezes, mutilada para sempre? Sem medir as consequências, os infratores continuam desafiando à lei e autoridades; destruindo vidas e sonhos, não só das vítima e veículos envolvidos; mas também familiares, inclusive do próprio protagonista; tudo numa fração de minuto impensado.

Por que tantos erros, muitos, sem possibilidade de correção no trânsito? Num acidente todos perdem. Se o ator do cenário trágico deve saber distinguir a conduta certa e a errada ao dirigir seu veículo; por que, então, não cumprir espontaneamente a lei, que nada custa? O trânsito em condição segura é um direito de todos. Violar normas jurídicas pode resultar em crime, com graves consequências ao infrator.

Os condutores e pedestres sabem qual a diferença entre crime de dolo eventual e o de culpa consciente no trânsito? No crime de dolo eventual, cuja competência para julgar é do Tribunal do Júri, o motorista agente não só prevê o resultado danoso como também o aceita como uma das alternativas possíveis de acontecer. Já no crime de culpa consciente, o agente não quer o resultado nem assume deliberadamente o risco de produzi-lo, apesar de sabê-lo possível, acredita sinceramente poder evitá-lo, o que não acontece por erro de cálculo ou na execução.

No crime de dolo direto o agente de acidente de trânsito, quer o resultado; na modalidade do crime culposo, ato voluntário, conduta contrária ao dever definido na lei de trânsito, o agente dá causa ao resultado por imprudência, que é praticada por ação; negligência, forma omissiva, deixar de cumprir o dever; imperícia, não saber dirigir ou ignorância na arte de dirigir o veículo.

Pode-se fazer algo para alcançar condições mais seguras no trânsito?

Sim, o que não se deve é continuar no campo de conflito; os infratores facínoras matando mais do que muitas doenças graves; condenando inocentes à pena de morte e executando-os; as vítimas entrando com a vida, a integridade psicofísica, submetendo-as a conseqüências dramáticas.

Premissa conclusiva: há que se cumprir espontaneamente a lei, prevenir acidentes, salvar vidas humanas e criar condição segura na tribuna nobre do convívio pacífico no trânsito; mais fraternidade entre as pessoas nas vias terrestres do Brasil. É o Estado Democrático de Direito, que tem, entre seus fundamentos, a dignidade humana.

Altamiro J. dos Santos, é jurista, advogado e especialista em Direito de Trânsito
altamirojsantos@uol.com.br



27/02/2012 10h20

Cettrans / Ações nas escolas

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Caro Jorge, como vai?

A propósito da sua coluna no portal da CATVE, escrevo-lhe para compartilhar as ações em curso na Cettrans.

Estamos com programação já em andamento da Campanha Volta às Aulas, que dá o ponta pé inicial desta modalidade de atividade (cronograma anexo que inclui aproximadamente 50 das escolas/colégios do Município - de um total de aproximadamente 130 instituições, onde fazem parte instituições públicas municipais e estaduais, incluindo os CMEIS, e particulares, incluindo pré-escolas até faculdades/universidades).

Nesta Campanha Volta as Aulas/2012, foram elencadas instituições de ensino para atendimento pelas equipes da Cettrans, de acordo com critérios de:
- maior demanda de alunos;
- maior movimento de veículos e pedestres, principalmente as da região central e bairros centrais;
- instituições que haviam previamente nos solicitado, sendo que em alguns casos, com solicitação de sinalização da área escolar, o que ainda não iniciamos.

O ideal é fazer em todas, porém tenho dificuldades com o baixo efeito de Agentes de Trânsito.

Com o pessoal e estrutura atuais (em torno de 26 agentes colaborando mensalmente - programação mensal de no mínimo 02 em gozo de férias, 01 desenvolvendo atividades no EstaR, e 03 desenvolvendo atividades no Setor de Fiscalização Eletrônica, além de eventuais afastamentos por licença médica), reduzidos para uma demanda de atendimentos sempre crescente, bem como 05 veículos nem sempre disponíveis (no dia de hoje estamos com apenas 02 veículos em circulação - 01 Fiesta e 01 Montana), não conseguimos atender a contento todos os eventos e programações que à Cettrans são requeridos, visto a distribuição dos Agentes em escalas de revezamento, que inclui ainda as folgas.

De toda forma, após esse primeiro momento da Campanha Volta as Aulas, como todos os anos é feito, haverá continuidade na presença da Cettrans nas instituições de ensino, com as Operações Escola, onde é desenvolvido basicamente atividades de presença e orientação junto a comunidade escolar.

Quanto ao Colégio Marista (minhas duas filhas lá estudam!), conheço a situação daquele local, pois acompanhei desde o início o pedido de aprovação à Prefeitura, da excelente idéia de execução do túnel ligando as 2 áreas daquela conceituada instituição de ensino, que disponibilizou, como nunca outra empresa particular assim o fez em Cascavel, grande área interna para estacionamento de veículos, para o trânsito destes e para a parada coberta para embarque e desembarque de seus alunos, sejam estes transportados por seus pais ou por meio do transporte escolar, proporcionando antes de qualquer coisa, segurança para que aqueles que lá optaram em estudar, fazendo o inverso da quase totalidade de empresas que resolvem se instalar em nossa cidade: chamando para si, a responsabilidade, como pólo atrativo de tráfego, de retirar das vias públicas o problema do trânsito em seus arredores. O próprio Irmão Lauro já esteve em reunião aqui depois que assumi, falando dessas mazelas que assolam o entorno!

Quero retomar neste e em alguns outros locais um retorno ao trabalho típico do Policial Messias, famoso orientador dos usuários de trânsito das décadas de 70 e 80. No entanto, essa talvez utopia hoje mais atrapalhará do que resolverá os problemas, e explico:

Ocorre que, como alguns habitantes de Cascavel ainda se comportam como se aqui fosse uma grande fazenda iluminada, com muitos dos que nela habitam fazendo com que as vias públicas sejam extensões de suas propriedades, esta excelente oportunidade de resolvermos um dos grandes gargalos no trânsito da área central, principalmente em horários de pico, não vingou.

E não vingou também porque o poder público se acovardou diante das pressões, das críticas, dos argumentos de que o acesso a área interna do Colégio gera atrasos, tira os condutores, principalmente pais e motoristas de veículos do transporte escolar, de seus itinerários, proporcionando aumento no tempo dos deslocamentos, gastos desnecessários de combustíveis, etc.. Preferem parar em filas duplas, triplas, preferem estacionar em vagas destinadas aos veículos do transporte escolar, preferem resolver os seus problemas, mesmo que esta solução venha a criar problemas para os demais usuários das vias, preferem de tudo, menos fazer a sua parte. E quando a Cettrans vai até este local (e foram inúmeras as vezes), aí mais uma vez criticam, xingam, se indignam, fazendo-nos crer que todo o investimento ali depositado foi em vão.

Alguns usuários querem de tudo, mas não aceitam ser orientados (pois o seu tempo é precioso, vão se atrasar, eles são superiores aos "guardinhas", esta ação gerará mais tumultos no trânsito). Tampouco eles podem ser autuados quando necessário. A impressão que se tem é que querem que a Cettrans esteja lá para orientar os motoristas, desde de que não seja eles. Os "guardinhas" devem trabalhar apenas para fazer o trânsito fluir, para que as vagas de estacionamento sejam reservadas para o momento que lá chegarem e nelas possam estacionar tranquilamente. Mais ainda: se estas vagas não estiverem disponíveis, eles querem ter o direito de se autoconcederem o poder de estacionar/parar irregularmente, sem infortúnios, sem atrapalhos, sem incômodos, sem multas.

O trabalho a ser desenvolvido no Colégio Marista e em vários outros locais com o mesmo tipo de problema, não tem muito segredo, deve ser feito envolvendo a todos: Cettrans, Instituição de Ensino (direção, coordenação e equipe pedagógica, professores, funcionários), imprensa, e principalmente, os pais. Sem se render a pressões, a críticas, bem planejado para não se voltar atrás. Senão ocorrer desta forma, conjuntamente, como antes não havia sido feito, será mais uma tentativa infrutífera, como tantas outras que já ocorreram.

Espero muito poder contar com a tua ajuda para sensibilizarmos os usuários a respeitar o espaço público, feito para todos nós Cascavelenses! É uma tarefa árdua e precisamos de uma mobilização coletiva.

Um abraço,

Paulo Porsch - Cettrans



17/02/2012 15h40

Acesso as escolas

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De volta ao caos - Com certeza já devo ter escrito aqui sobre este assunto. Mas se já o fiz vale repetir. O assunto é sobre os dissabores de ter de trafegar de carro próximo aos colégios particulares de Cascavel no horário de entrada e saída de aulas. É simplesmente insuportável. Acabam as férias escolares e começa tudo de novo.

Entrada e saída das escolas - Todo dia recebo emails, torpedos, telefonemas e por muitas vezes até contatos pessoais reclamando desta situação. Reclamando da situação caótica que fica o trânsito nestas áreas e ninguém infelizmente faz nada. Está impossível passar por estes locais de manhã, ao meio dia e no final da tarde. É um verdadeiro abuso, um desrespeito. E olha que as queixas não são apenas de quem não tem filhos na escola, mas por incrível que pareça também de quem tem. Alguns não se conformam com a situação na qual são submetidos diariamente.

A existência do Messias - No meu tempo de levar filhos à escola, confesso que não encontrava este problema. No meu tempo houve sim muita homenagem a um cidadão, penso eu que será lembrado por muitos aqui que nos lêem. Quem não se lembra do guarda Messias? O Manoel Messias. Ele sempre estava defronte a um de nossos principais colégios. Com seu sorriso doce, orientando os pais e crianças que do carro desciam. Só com sua presença já inibia os abusos, a fila dupla ou tripla que ocorre hoje, por exemplo, na Travessa Padre Champagnat. O Guarda Messias era uma figura ímpar. Impunha respeito sem ser autoritário.

Sem "Messias" - Claro que o tempo passou. Claro que a cidade cresceu. Com ela o número de alunos e o fluxo de carros. E claro, não existem mais Messias, infelizmente, na nossa PM. Ontem ao passar por um dos colégios e com aquela dificuldade do tráfego observei exatamente onde sempre ficava nosso saudoso MESSIAS. Lá estava um funcionário do colégio, na faixa de pedestres, segurando os carros para os alunos passarem. Segurando sim, porque a maioria de nossos motoristas - PAIS de alunos ou não - pouco respeitam a faixa seja para adulto ou para crianças. O risco de ser atropelado na faixa é muito grande.

Apelo - Paulo Porsch, querido presidente da CETTRANS, penso que você deva ter filhos, sobrinhos ou filhos de amigos que estudam nestes colégios. Por que a CETTRANS não coloca em cada um deles uma dupla para orientar e ordenar a situação?

Escondidinho - No Marista observei dia destes dois agentes à sombra, escondidos atrás dos carros, só olhando. Eles olham quem está ao celular e sem cinto para tascar uma multinha, mas ignoram quem para em fila dupla ou tripla, àqueles que travam o trânsito da Paraná, da Padre Champagnat e da Mato Grosso (e nos outros colégios, tantas outras ruas).

Falta a parte do motorista - Escrevo sobre o Marista porque passo todos os dias pelo menos 3 ou quatro vezes ao dia e, pelo que vejo, não dá para poupar estes motoristas porque o Colégio fez a sua parte. Construiu estacionamento, fez túnel para passagem dos alunos e agora fez até recuo da calçada, mas não adianta, pois os motoristas não respeitam. Dia de chuva então, Deus nos acuda.

Problema em escala superior - De igual forma está a balbúrdia na Avenida FAG com costumeira aglomeração de pessoas, uso abusivo de bebidas alcoólicas, algazarras, som alto, interrupção do trânsito e a constante ameaça à segurança de alunos, professores e gente que por ali tem de transitar ou desavisadamente por ali passam. Sem falar daqueles que ali tem o dissabor de morar. É um absurdo e o triste é a falta de providências por quem deveria agir.

Cabe à família - Tem muitos pais que imaginam estarem seus filhos estudando na faculdade e eles na verdade estão nestas concentrações de algazarra, muitas vezes gastando o sofrido dinheiro entregue ou pago para que consigam uma vida melhor, sonho de todos os pais. Algo tem de ser feito rapidamente para que estes pais não acordem com pesadelos de ocorrido ruim que atinjam seus "queridos" filhinhos movidos não à educação, mas sim com muita cachaça e baderna.

Liberou geral - Pior que a aglomeração e a algazarra não é só de estudantes. O Hábito e o espaço criado por eles na avenida agora é compartilhado/dividido com desocupados de todos os bairros que circundam aquela área. Virou um verdadeiro bobódromo.

...e ao Poder Público - Não seria também o caso de guardinhas da CETTRANS agirem impedindo estacionamento dos dois lados da via, impedindo som alto nos carros, as filas duplas, o consumo de bebida também nos carros? Não seria o caso da PM colocar a cavalaria circular? Pois, algo tem de ser feito antes que fato mais grave aconteça. Com o poder de resolver estão os organismos competentes para tal, ou eles não tem nada com a vida de bons e ordeiros contribuintes?



13/02/2012 09h07

Autofagia

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Significado... - Sempre que estou com um sobrinho, esperto, garoto ligado que tem apenas sete anos, ele me pergunta: "tio, o que é autofagia que você sempre fala?". Minha resposta, meio que enrolando: "Lucas, isto é apenas um jeito do tio falar, não é nada demais", na esperança dele não ficar se incomodando com esta pérola.

Aplicação numa frase... - Consultando o velho Aurélio ou o Houaiss, o leitor vai ver que autofagia quer dizer "nutrição à base da própria carne". Infelizmente é isto que acontece aqui na cidade.

"Desmeritocracia" - Especialmente se alguém se sobressai, se alguém se destaca, aparece ou fica famoso. Logo é taxado de contrabandista, sonegador, corno ou veado, que não presta, enfim, qualquer apelido que o desqualifique.

Síndrome da fofoca - É gente daqui querendo comer gente daqui. Infelizmente acontece em todas as áreas. Até mesmo quem chegou ontem aqui e nem ao menos tem um pardal para dar água, já fala e dita regras pela cidade.

Mecanismo de defesa - Aqui é diferente. Bom de morar. Bom de viver. Bom de trabalhar. É uma metrópole que cresce por si só. Cresce mesmo que muitos trabalhem contra, que atrapalhem. Tudo é bom, desde que você não se preocupe ou de ouvidos ao que falam ou fazem contra você.

Filho da terra - Escrevo isto para falar sobre o Beletti. Juliano Haus Beletti, nascido e criado em Cascavel pela Alba e pelo Divaldo. Foi ser jogador de futebol. Na minha opinião limitado tecnicamente, mas empenhado, dedicado e de uma raça impressionante.

Conquistas que falam por si - Jogou no Cruzeiro de Belo Horizonte, São Paulo, Atlético Mineiro, VillaReal e Barcelona da Espanha, Chelsea da Inglaterra e Fluminense. Foi campeão em muitos deles. Entre os títulos foi apenas campeão da Liga dos Campeões da Europa fazendo até gol na final e campeão do Mundo pela Seleção Brasileira. Só o fato de ter nascido aqui por si só já merecia um maior respeito, por este currículo penso eu mais ainda.

Exemplo prático de autofagia - Pois é o ano está começando e no Campeonato Paranaense da segundona, da divisão de acesso não teremos o FCC (Futebol Clube Cascavel) o time do Beletti. Ele simplesmente desistiu. Vendeu o Centro de Treinamento que construiu, deu as camisas, perdeu dinheiro e largou. Não teve apoio de ninguém. A começar pelo poder público que nem o Estádio viabilizou, história já conhecida e que não importa relembrar.

Quem perde é a cidade - Olha, o Beletti não é dos mais simpáticos. Não é carismático. É da personalidade dele. Não fica babando ovo de político. Mas cá prá nós, precisa ser para investir aqui? O negócio FUTEBOL gera milhões. Um centro de formação de atletas aqui iria também movimentar nossa economia. Geraria empregos. Bom time, bons jogos, lazer, bom público. Lamentável.



Jorge Guirado
A frente da Catve, Jorge está desde 2004, mas essa história começou bem antes. Em 1979, o apresentador tem suas primeiras experiências em televisão com a implantação da TV Tarobá, emissora na qual teve o cargo de diretor geral por 21 anos, lá idealizou em 1994 e realizou até 2003 o Dia da Bondade em Cascavel, Londrina, Foz do Iguaçu e por último em Toledo.

Na filial da Band, criou e colocou no ar vários programas. Apresentou os Programas, Melhor da Rodada e Placar de Opiniões. Sua carreira na Band também inclui a criação e implantação da TV Tarobá de Londrina inaugurada em 1996, a qual dirigiu por sete anos.
As narrações de jogos na afiliada da BAND passam pelos Campeonatos Gaúcho e Paranaense de Futebol, Copa Libertadores da América, Chave Ouro, Sul americano de Seleções de Futsal e Liga Futsal.
Em grandes coberturas da Band, Jorge participou da equipe de produção nas Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994, e ainda, nas Olimpíadas de Los Angeles e Atlanta.
Jorge foi diretor de imagens durante eventos como Stock Car, Fórmula Truck, Carnaval do Rio de Janeiro e da Bahia, e em três etapas brasileiras do Mundial de Motovelocidade, imagens estas destinadas a Dorna TV, que distribui o sinal das corridas para 180 países.
Com serviços para a Band, SBT, Globo e Espn, durante 20 anos foi diretor de imagens dos Campeonatos Brasileiro de Futebol, Copa dos Campeões, Copa do Brasil, Libertadores da América, Pré-olímpico de Futebol, Liga Mundial de Voleibol e Copa América de Futebol realizada uma no Paraguai e outra na Bolívia.

Dirigiu também as 3 etapas da Fórmula INDY realizadas no Rio de Janeiro com transmissões para ABC e ESPN INT dos EUA, Band e SBT e o Panamericano de Basquetebol em Montevidéu no Uruguai.
Durante cinco anos dirigiu imagens da Fórmula 3 Sul americana para Espn Internacional na Argentina , Uruguai e Brasil, as etapas brasileiras da World Series e da WTCC, entre outras categorias do automobilismo nacional.

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