23/02/2015 07h38

FCC vence e avança na tabela

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O FCC - Futebol Clube Cascavel, jogou e venceu a fraca equipe do Nacional de Rolândia neste domingo no estádio olímpico regional. Fez muito bem o dever de casa, parabéns!

Foi um jogo onde o time da casa teve os domínios das ações todo tempo, com uma defesa bem postada em ataque que se movimentou demais, mas com pouca produtividade no meio campo, neste jogo achei a equipe acanhada neste setor, pois a bola por diversas vezes era ligada da defesa ao ataque, e não passava pelos pensadores da meia cancha, mas não foi problema face a pouca expressão do adversário que até agora perdeu todas as cinco partidas disputadas, não ofereceu resistência.

Foi um gol em cada etapa, Anderson Rosa aproveitando boa jogada da direita do ataque do FCC e Tony que pelo meio encontrou espaço para um belo chute sacramentando a vitoria em 2 a 0. Cabia mais, a serpente ainda continua acanhada no ataque.

O FCC com nove pontos e na quinta colocação, junta-se ao J Malucelli que tem treze pontos e líder da competição, como as duas únicas equipes invictas na competição, sendo que a equipe do oeste tem a defesa menos vazada, pois não levou nenhum gol até aqui, muito joia isso.


Irineu esquecido
Agora o que chama a atenção é o esquecimento por parte do técnico Paulo Foiani ao jogador Irineu, meia - atacante experiente, carismático e goleador, não tem sido lembrado pelo Foiani, mesmo com a ineficiência do ataque em diversas ocasiões, ou até a falta de sintonia no meio campo como nesta partida contra o Nacional, penso que ele poderia muito bem ocupar essas duas faixas de campo para dar um toque de refino e agilidade, ou até mesmo um pouco mais de tranquilidade, dependo do momento do jogo, além do que não perde gols da forma que nosso ataque tem perdido.

Oriundo da populosa região norte da cidade de Cascavel, Irineu é um jogador que tem uma extensa ficha de bons serviços prestado ao futebol, é um jogador que já fez muito pelo futebol da cidade e tem muito mais a mostrar, pode apostar treinador, não se pode desprezar um craque, ainda mais desta envergadura e considerando a carência que temos neste setor, sabemos que foi dado a ele o dom de decidir partidas, salvando muitas vezes a equipe de resultados desfavoráveis. Pense nisso treinador, o torcedor cascavelense, principalmente a região norte, agradece!



13/02/2015 15h29

ACF - Renascendo das cinzas

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Um homem precisa se queimar em suas próprias chamas pra poder renascer das cinzas! Friedrich Nietzsche

Essa máxima pode se muito bem aplicar ao ACF - Associação Cascavelense de Futsal, que heroicamente se manteve na serie ouro do futsal, apesar da crise, da incerteza, da insegurança e de muitas idas e vindas, surge novamente como um sonho que não se cala: Figurar entre os maiores do futsal do estado e dividir com o Cascavel Futsal, os loros da vitória e da paixão do torcedor cascavelense.

Organizado pelo empresário Marco Dellabeta, um apaixonado pela modalidade, e coordenado pelos desportistas Agnaldo Carvalho, Helio Kallo (coordenador técnico) entre outros, o ACF apresentou oficialmente a equipe que disputará a competição deste ano, é uma mescla de jogadores experientes com jovens atletas, uma comissão técnica respeitável, importante salientar que vários desses atletas são oriundos do próprio município.

O palco para as apresentações caseiras já foi definido, será o Ginásio Sergio Mauro Festugatto, região central da cidade, ali será "o ninho da fênix" que tem projetos arrojados entre eles o de se tornar um centro de excelência na formação de jovens valores de futsal para o país e mundo.

E nós estamos por aqui, antenados, observando, e registrando o que vemos, e muitas vezes o que pensamos; acredito que a cidade diferentemente do futebol por questões estruturais e financeiros, comporta sim duas grandes equipes de futsal, uma nós já temos o Cascavel Futsal e a outra está renascendo das cinzas!



12/02/2015 07h46

FCC enfim, venceu a primeira

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Demorou quatro jogos, mas aconteceu a primeira vitoria do Futebol Clube Cascavel no Campeonato Paranaense, foi uma vitoria pragmática, suada, com Jorge Preá balançando as redes aos 10 minutos do segundo tempo, e o ataque perdendo inúmeras chances de gol, a rapaziada precisa calibrar a pontaria, o time é tímido neste quesito.

No sistema defensivo tudo certo até aqui, são mais de 360 minutos sem sofrer um gol se quer, resistiu ao Atlético Paranaense, Paraná Clube, J Malucelli e agora ao Rio Branco de Paranaguá, isso é muito bom, dá segurança para comissão técnica e torcedor.

A equipe cascavelense completou um ciclo de uma tabela difícil no começo, onde encarou quase todos da Capital e Região Metropolitana, ainda falta o temido Coritiba Foot Ball Club, sabemos que é uma equipe forte barbaridade, em minha opinião candidato ao título. Mas da forma que a equipe está bem postada, não será presa fácil para coxa, pode surpreendê-los.

O torcedor compareceu, e fez a sua parte e promete voltar com mais força ainda no próximo dia 22, para empurrar a serpente pra cima do Nacional de Rolândia, o FCC precisa embalar na competição.

O treinador Paulo Foiani parece que é meio esquentadinho, e não gostou das criticas apontadas em relação ao ataque, está seguro com as opções que tem, mas caro professor, é notório que do meio pra frente a equipe precisa ser reforçada, não se pode de jeito nenhum contentar se com apenas um gol marcado em quatro jogos, eu reafirmo, com dois ou três bons reforços neste setor, podemos sim sonhar com o FC Cascavel entre os quatro primeiros do estado no final da competição.

Parabéns time, pela primeira vitória conquistada, a equipe está no caminho certo!



09/02/2015 14h34

FCC - Em busca da vitória

E também do primeiro gol no Campeonato 2015

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Muitos tem me parado nas ruas e perguntado em relação ao potencial da equipe do FCC - Futebol Clube Cascavel, que já realizou três jogos no Campeonato Paranaense e ainda não balançou as redes, ou seja. empatou as três partidas em 0 a 0.

Então vamos aos fatos: na estreia jogando em casa enfrentou o CAP - Clube Atlético Paranaense, fez uma boa partida, enfrentou um plantel de grande qualidade, uma juventude querendo mostrar serviço, uma equipe embora sub 23, bem montada e valores individuais incríveis.

Depois foi a capital do estado enfrentar o desacreditado Paraná Clube, equipe fraca barbaridade, presa fácil, mas pelo fato de estar atuando fora de casa, ficou de bom tamanho o empate, mais 01 ponto para o FCC, e lá mesmo na capital esperou o fim de semana chegar para jogar no Janguito Malucelli enfrentando então o J.Malucelli, embalado na competição com duas vitórias. Mais uma vez um 0 x 0.

Para os amigos e fãs do futebol posso dizer o seguinte: o Cascavel é uma equipe bem montada, consistente no seu sistema defensivo, tem um meio de campo equilibrado e um ataque mediano, penso que necessário são, dois a três reforços para o ataque, para que Paulo Foiani possa alternar com os que já estão atuando. O ataque do Cascavel precisa encontrar o caminho do gol.

Na próxima quarta-feira (11) a vítima pode ser o Rio Branco de Paranaguá, certeza que o torcedor vai comparecer ao estádio para empurrar a equipe pra cima do adversário e quem sabe o FCC alcance sua primeira vitória!





05/02/2015 16h42

O Futebol de Cascavel na primeira

E você torcedor está fazendo sua parte?

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Enfim amigos está acontecendo! O futebol cascavelense está na primeira divisão do campeonato paranaense, ou seja; na elite, como costumam dizer muitos!

E você torcedor amante do futebol, está fazendo a sua parte?

O que muitos duvidavam aconteceu, um grupo de empresários de cascavel, sem muito alarde assumiram o FCC - Futebol Clube Cascavel na 3ª divisão do estado em 2013, que ascendeu a segunda em 2014 sagrando-se campeão e garantindo com maestria o direito de disputar a competição deste ano entre os "grandes do estado."

Fundado pela Belletti, em 2009 o Futebol Clube Cascavel, surgia com uma proposta ousada, ser um dos maiores do estado e do país com reconhecimento internacional, alavancado pela estrela maior do grupo, o seu presidente Juliano Belletti - jogador cascavelense e Pentacampeão Mundial e tocado pelos seus irmãos Sandro e Patrick Belletti e o grande sonho da família era tornar o FCC grande, pois o patriarca Divaldo Belletti, fora atleta profissional em 1.971 do extinto Cascavel Futebol Clube - Campeão Paranaense do Estado em 1.980. (título este dividido com o também extinto Colorado).

Sem apoio e desacreditado pelo empresariado que entendia que neste projeto a família Belletti não precisaria de ajuda, pois o "pobre" da questão era o CCR - Cascavel Clube Recreativo, a família desanimou, vendeu o CT Belletti Sports e manteve o CNPJ do clube em dia, na esperança que um dia surgisse apoiadores que pudesse levar o sonho adiante. E não é que aconteceu?

Embalados por Jorge Guirado e Evandro Roman, nasceu a ideia de retomar o futebol profissional da cidade mais uma vez, então montou-se o projeto e a partir daí mais pessoas foram chegando, entre elas o Kiko Vieira (atual presidente), Juarez Berté, Dr. Sagae, Dr. Ovídio, Orildo Pasa e abro um parêntese para destacá-lo, Pasinha para os mais próximos foi uma das pessoas chave para o êxito da organização. Com simpatia e credibilidade ele começou a transpor barreiras até então intransponíveis no que tange a reunião de vários empresários investidores em torno do projeto, o futebol cascavelense ainda carrega o peso de tantas agruras e decepções passadas, ninguém acreditava mais.

E é isto, agora organizado e redondo, é chegado o momento do torcedor deixar a desconfiança de lado e partir para o estádio para apoiar a equipe da casa, hoje estamos sendo bem representados, pois existe uma equipe, um projeto e um sonho a cumprir!



30/07/2014 09h54

Os medalhões no futebol brasileiro

"Classifico como estupidez a atitude dos grandes clubes brasileiros"

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Temos acompanhado nos últimos tempos, a bobagem que faz os clubes brasileiros em repatriar os "velhos jogadores" fim de carreira, do exterior, dando guarida e altos salários aqueles que por aqui estiveram, contribuíram e foram embora, atraídos por altos salários, envelheceram e agora voltam às origens, desfilando pelos gramados, fechando as portas dos valores da base que anseiam por oportunidades no time principal;

Classifico como estupidez a atitude dos grandes clubes brasileiros que agem desta forma, tal como as glórias do passado, se penduram em medalhões e não promovem, salvo raríssimas exceções, a inserção de novos valores;

Por isso o futebol de casa, vai de mal a pior, por isso a renovação de qualidade do futebol brasileiro não acontece, por isso estamos sempre dando um passo atrás na Copa do Mundo e a renovação do futebol brasileiro tão comentada não acontece, por isso os clubes agonizam financeiramente, quebrados, não geram receitas, pois se alimentam do seu próprio vômito;

Não consigo acreditar, que o Galo Mineiro não tenha na sua base, um novo camisa 10 para promover, não aceito que o São Paulo não insira um novo meia prata da casa, que o Flamengo não promova novos talentos, que os clubes brasileiros ainda precisem de um Ronaldinho Gaúcho, Robinho, Zé Roberto, Kaká etc...(são bons profissionais, contribuíram bastante, mas já deu!), continuar repatriando os "medalhões" é assinar o decreto de burrice, é matar a "galinha dos ovos de ouro".



14/07/2014 09h16

Os medalhões e a Copa do Mundo

Com um futebol organizado a Alemanha conquistou o tetracampeonato mundial

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Enfim amigos chega ao fim a Copa do Mundo do Brasil 2014, a Copa das Copas, sucesso em público, em organização, beleza, simpatia e espontaneidade. O Brasil calou a boca dos incrédulos e provou que tem competência para realizar grandes eventos, queiram ou não, isto ficou comprovado.

E nesta edição deu Alemanha, uma seleção madura, melhor preparada, nada de excepcional, e que ficou na fila 24 anos desde seu último título de 1990, seguido do Brasil em 1994 e 2002, França em 98, Itália em 2006 e Espanha em 2010. Todas estas seleções tiveram algo em comum, foram seleções compostas na sua base, na sua espinha dorsal, por jogadores tarimbados, experientes, rodados, os ditos jogadores medalhões que trazem na bagagem, duas ou mais disputas de Copas do Mundo.

Porque a seleção brasileira fracassou nesta copa? Era de se imaginar que conquistaríamos o sonhado hexa, disputa em casa, torcedores alucinados, estrutura adequada, e todo o cenário propício fora das quatro linhas, mas faltou combinar com a comissão técnica e com os jogadores. A seleção brasileira teve na sua concepção, uma equipe mediana, de pouca expressão e na sua maioria, jovens atletas inexperientes em copa do mundo.

Isto era previsto considerando o fim da era dos medalhões, foi o fim da era dos Ronaldos, Romário, Bebeto, Rivaldo, Roberto Carlos, Cafu e etc...teve renovação, uma nova geração surgiu e o trabalho deveria ter sido feito de uma forma mais séria, se ajuntar 30 dias antes da competição, não resolve mesmo, isto ficou mais do que claro. Não se pode colocar a responsabilidade em um jovem de 22 anos e esperar que ele resolva como um conto de fadas e em historinhas de super heróis, o Hulk não veio para a festa!

E como as coisas dentro de campo não deram certo, existe uma ala da imprensa que defende que o próximo treinador da seleção brasileira seja um estrangeiro, isto é uma bobagem. No Brasil existem treinadores capacitados para tal função, somos penta com treinadores genuinamente caseiros.

O futebol no país precisa passar por mudanças na sua totalidade, desde a base até o profissional, não se pode pensar em se ter apenas uma seleção saudável e a base fragilizada. É momento de se deixar de apontar um culpado e entender que perder faz parte e que procurar uma saída para tornar a ser vencedor é o grande desafio e o dever de todos.



09/07/2014 11h37

Da idolatria a derrota

Agora é hora de recolher os cacos e recomeçar do zero

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O peso de se jogar uma copa do mundo em casa, assombrados pela derrota de 50 no maracanaço e onda de Neymártirização proferida pela grande imprensa do país que desencadeou uma onda de idolatria, de norte a sul do país, foi um dos fatores preponderante para a "surra" sofrida pela jovem e inexperiente seleção brasileira frente a boa, mas não excepcional, seleção Germânica.

Ficou desnuda a necessidade que o povo brasileiro tem de se apegar em algo mais sólido, algo palpável, real e que não seja a ilusão que a mídia vende, fazendo do futebol única fonte responsável para alimentar a alegria, o orgulho e a realização interior.

É chocante a comoção nacional regida por uma imprensa intencional, que propositalmente aproveitou-se da ausência do que fora eleito para ser a "estrela" do espetáculo, e bombardeou a cabeça da equipe, comissão técnica e torcedores, endeusando e martirizando Neymar e indiretamente abalando o psicológico dos demais atletas colocando-os como jogadores incapazes, algo que ficou evidente diante do primeiro revés. O primeiro gol dos alemães, trouxe a memória tudo aquilo que fora massificado anteriormente deixando a equipe medrosa, sem força para reagir, e estava desenhado a tragédia, a maior vergonha do futebol.

Faltou racionalidade minha gente! O Neymar trata-se de apenas um jogador médio, talento promissor, mas longe de ser determinante ou não para o êxito de uma equipe em uma competição deste nível, foi-se o tempo em que um jogador resolvia as coisas em uma Copa do Mundo.

Quando se pensa em uma seleção deve-se pensar na força do conjunto e em boas peças de reposição, a exemplo da Colômbia que mesmo com a ausência de seu principal craque, Falcão Garcia, não se abateu, sem alarde promoveu James Rodrigues, um novo talento, fez bonito, e, despediu-se dignamente da competição.

O futebol do país precisa zerar, começar tudo de novo, desde a base, até o profissional, passando pelo processo de globalização que envolve a tecnologia e informatização, lapidando o talento e o preparando para que seja um ser racional equilibrado e maduro diante dos desafios, não se pode mais tolerar que uma seleção que representa um país, que ostenta uma grande história do futebol no mundo seja desta forma tão agressivamente emocional do que competente, tão absurdamente frágil do que forte, tão amadora do que profissional.

Ao Brasil, resta juntar os cacos, apoiar seus jogadores e recomeçar, é na hora das adversidades que devem surgir os verdadeiros líderes. Força Brasil!



07/07/2014 10h12

Só os gigantes chegaram

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O saldo da Copa do Mundo de Futebol no Brasil não poderia ser melhor, além do sucesso de público, belos jogos e torcedores entusiasmados, a fase final da competição reserva grandes emoções com dois clássicos de arrepiar para definir os dois grandes finalistas. Brasil e Alemanha, Holanda e Argentina, farão o mundo parar em frente às televisões nesta segunda e terça-feira às 17 horas.

Os retrospectos dessas quatro seleções nem preciso abordar, é chover no molhado, todos sabem o que essas belas seleções representam para sua gente e para o mundo do futebol e; e quem será campeão? Espero que seja o Brasil; como Brasileiro e entusiasta que sou, não posso de forma alguma deixar de registrar a minha torcida e meu pensamento positivo em prol da seleção canarinho, que com competência e choro, genialidade e alegria, deixou para trás seus oponentes e se credenciou através de seus talentos e potencialidades.

Quem de fato será o Campeão, isso já está escrito virá à existência no apito final do juiz no próximo dia 13 de julho, o importante é registrar o entusiasmo das equipes participantes quando em suas entrevistas, exalta o nosso Brasil e o nosso povo, nossa cordialidade, simpatia e o bom atendimento, desmistificando o que sempre fora entregue lá fora, de que somos um país atrasado, incultos, subdesenvolvido e retrógrado.

É obvio que não somos perfeitos, existem falhas, injustiças, corrupções, mal uso do dinheiro público e lacunas sociais incríveis, mais isso não é suficiente para tirar nosso brilho, nosso caráter, nossa força, superação e o estigma de que somos brasileiros e não desistimos nunca.

Para o Brasil segue o sonho de uma nação soberana, cujo valor seja alicerçado na obediência a Deus, no amor, na honestidade e na igualdade entre os povos. E para o futebol segue a esperança de que genialidade sempre vença!



03/07/2014 15h19

O peso sobre os meninos

A choro tomou conta dos jovens jogadores da Seleção Brasileira

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A imprensa esportiva do Brasil "caíram de pau" em cima do choro desmedido dos jogadores da Seleção Brasileira no último compromisso da equipe frente ao Chile, mais precisamente, na execução do hino nacional e na hora das disputas das penalidades máximas que apontaria a seleção que seguiria na competição, ou seja, avançaria para as quartas de final, felizmente foi o Brasil, graças a desenvoltura do arqueiro Julio Cesar.

Poucos pararam para avaliar a pressão, o peso que paira sobre os ombros desta jovem seleção que além de disputar uma Copa do Mundo em casa, são assombrados pela derrota para o selecionado do Uruguai no Maracanã na final do mundial de 1950, trauma que ficou conhecido como o "maracanaço" ou a vergonha de 50, pois o berço do futebol sucumbia diante da forte seleção Uruguaia.

Há de se considerar também, que chegou o fim da era dos "medalhões", a seleção brasileira passou por uma grande renovação, não podendo mais contar com a experiência de atletas de duas ou três copas do mundo. Dos que hoje vestem a camisa canarinho apenas Julio Cesar, Maicon, Daniel Alves, Thiago Silva e Ramires estavam na Copa passada, e Fred em 2006, um fator de grande relevância.

A Seleção Brasileira atual, apesar de jovem, é uma excelente equipe, provou isso na Copa das Confederações do ano passado, mas este ano, ainda não conseguiu repetir as grandes atuações. A cobrança da comissão técnica, torcedores e imprensa tem feito efeito contrário e pode ser responsável pelo fracasso dos meninos nesta edição.

Embora eu acredite que é possível driblar tudo isso e erguer a taça do hexacampeonato, na equipe existe valores individuais incríveis, e se esses tais valores aflorarem dentro de campo, veremos o fardo se tornar leve e o julgo suave para alegria da nação brasileira. E para forças externas eu digo: acalmem-se, pois a paixão pelo futebol é demais e o bom senso é de menos!



Geraldo Magela
41 anos, nascido em Açucena MG, mora em Cascavel desde 1979, casado com Silvia Prado com quem tem dois filhos, Geovane e Giuliano, Trabalhou no Tuiuti Esporte Clube por 08 anos e foi contato publicitário do jornal Gazeta do Paraná por 20 anos, é editor do Blog esportivo Magela na Área, Comentarista Esportivo, Militante Político, Bacharel em Educação Física pela FAG - Faculdade Assis Gurgacz. Membro da Com. Evang. Cristã em Cascavel - Visão MDA. Atualmente trabalha como Executivo de Negócios da Catve.

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